O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Antonio Alban, disse em uma entrevista recente que em 2026 as empresas brasileiras vão viver um manicômio tributário, porque vem aí dois impostos novos.
Um é até falsamente chamado de contribuição. Que contribuição? É imposição, portanto é imposto.
Teremos a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que vão conviver com o ICMS, o IPI e outros impostos. Ainda não vai haver o recolhimento, mas já tem que fazer, calcular.
O Banco Mundial mostrou, antes da reforma tributária, que as empresas brasileiras gastavam em média 1.500 horas por ano para preparar o pagamento dos impostos. É um absurdo!
O governo deveria facilitar, porque a pessoa está entregando parte do seu trabalho para sustentá-lo. Deveria vir de joelho: “Olha, não quero atrapalhar nada. Eu vou facilitar o pagamento”.
É por isso que eu encontro tanta gente como um brasileiro que encontrei em Tampa, na Flórida: “Lá eu sonegava tudo que podia. Aqui eu tenho uma lojinha, eu pago cada centavo e acho pouco. Porque tem bons serviços públicos de limpeza, de segurança, de escola para os filhos. E o imposto, mesmo assim, é pequeno”.
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Curva de Laffer: a lição que o governo ignora
Quando se tira muito dinheiro do cidadão, chega um ponto – a curva de Laffer mostra isso – que o excesso de imposto faz com que a pessoa não aguente mais e passe a produzir menos, a vender menos e a pagar menos impostos. E aí cai a arrecadação.
Será que não se dão conta disso? Não, não se dão conta. Porque cada vez mais o governo gasta mais. Dívida federal de trilhões pagando um juro imenso chamado serviço da dívida.
É dinheiro morto. E ainda assim tem que cobrar mais imposto, porque se criou quase 40 ministérios. Burocracia não produz riqueza, só consome riqueza.
Quanto menor o Estado, mais ágil e mais dinâmico ele é… Mais estímulo para a economia. Mas, enfim, é uma conversa que eu queria ter com vocês nesse início de ano, porque não vai ser um ano fácil, não.
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Um governo que vive à base de gasto com propaganda
Eu vejo um governo que vive por propaganda. “Menor índice de desemprego”. Claro, só se considera desempregado quem está procurando emprego. Quem não está não entra nessa conta.
Treze estados do norte e nordeste têm mais Bolsa Família do que carteira assinada. Muitas pessoas desses estados não estão procurando emprego, mas também não estão trabalhando, não estão produzindo riqueza, não estão oferecendo trabalho, nem estão procurando.
É uma coisa muito triste o que a gente está vendo, e o governo segue gastando dinheiro de impostos com muita propaganda. Eu não sei por que um governo tem que ter propaganda. Governo não vende nada – não vende sabonete, não vende carro, mas gasta com propaganda para banco de fomento. Para que o Banco do Nordeste precisa de propaganda se o concorrente dele é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES)?
Propaganda de governo deve ser a prestação de um bom serviço público: saúde pública funcionando bem, escolas públicas ensinando, limpeza e segurança pública funcionando. Essa deve ser a única propaganda de um governo.
Na cartilha do PT para a militância digital, o partido promete fornecer advogados através da Fundação Perseu Abramo (financiado pelo PT) para militantes processados por abusos no processo eleitoral de 2026.
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A chefia do bando já está ciente do óbvio.
Os abusos eleitorais serão parte integrante do comportamento petralha no processo eleitoral deste ano.
E já providenciou os advogados pra defender a cumpanherada.
Sou fio das mata, cantô da mão grossa, Trabáio na roça, de inverno e de estio. A minha chupana é tapada de barro, Só fumo cigarro de páia de mío.
Sou poeta das brenha, não faço o papé De argum menestré, ou errante cantô Que véve vagando, com sua viola, Cantando, pachola, à percura de amô.
Não tenho sabença, pois nunca estudei, Apenas eu sei o meu nome assiná. Meu pai, coitadinho! Vivia sem cobre, E o fio do pobre não pode estudá.
Meu verso rastéro, singelo e sem graça, Não entra na praça, no rico salão, Meu verso so entra no campo e na roça Nas pobre paioça, da serra ao sertão.
Só canto o buliço da vida apertada, Da lida pesada, das roça e dos eito. E às vez, recordando a feliz mocidade, Canto uma sodade que mora em meu peito.
Eu canto o cabôco com suas caçada, Nas noite assombrada que tudo apavora, Por dentro da mata, com tanta corage Topando as visage chamada caipora.
Eu canto o vaquêro vestido de côro, Brigando com o tôro no mato fechado, Que pega na ponta do brabo novio, Ganhando lugio do dono do gado.
Eu canto o mendigo de sujo farrapo, Coberto de trapo e mochila na mão, Que chora pedindo o socorro dos home, E tomba de fome, sem casa e sem pão.
E assim, sem cobiça dos cofre luzente, Eu vivo contente e feliz com a sorte, Morando no campo, sem vê a cidade, Cantando as verdade das coisa do Norte.
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ARTE MATUTA
Eu nasci ouvindo os cantos das aves de minha serra e vendo os belos encantos que a mata bonita encerra foi ali que eu fui crescendo fui vendo e fui aprendendo no livro da natureza onde Deus é mais visível o coração mais sensível e a vida tem mais pureza.
Sem poder fazer escolhas de livro artificial estudei nas lindas folhas do meu livro natural e, assim, longe da cidade lendo nessa faculdade que tem todos os sinais com esses estudos meus aprendi amar a Deus na vida dos animais.
Quando canta o sabiá Sem nunca ter tido estudo eu vejo que Deus está por dentro daquilo tudo aquele pássaro amado no seu gorjeio sagrado nunca uma nota falhou na sua canção amena só canta o que Deus ordena só diz o que Deus mandou.