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NUM LARGA O VÍCIO…

Ao prometer na campanha de 2022 um “revogaço” de decretos de sigilo do antecessor Jair Bolsonaro, para “restaurar a transparência” e acabar o “obscurantismo”, Lula (PT) estava apenas mentindo para o eleitorado.

O governo do petista impôs milhares de sigilos, dos gastos extravagantes das viagens de Janja, sua mulher, às evoluções dos seus empresários favoritos, Joesley (que o delatou na Lava Jato) e o irmão Wesley, passando pela recusa de cumprir a Lei de Acesso a Informações (LAI).

Dados da Controladoria-Geral da União e relatórios independentes revelam total de 3.287 sigilos entre 2023 e 2025, ignorando a LAI.

O governo Lula desrespeitou a LAI, de forma obstinada, própria de quem tem muito a esconder, recusando 16% dos pedidos de informações.

Virou piada Lula jurar em 2022 a uma radio paulistana, mentindo, o revogaço de tudo “que Bolsonaro está criando para defender os amigos”.

* * *

O primeiro parágrafo desta nota aí de cima diz que “Lula estava apenas mentindo para o eleitorado”.

E dito isto, tá tudo dito.

Não precisa falar mais nada.

Mentir é condição indispensável no comportamento do Descondenado.

O danado é que ainda tem gente que acredita nele…

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

XICO COM X, BIZERRA COM I

ATO DO DIA UM: HÁ DEUS, ANO VELHO OK

O ano acabou e passou ligeiro. Rapidinho, chegou o dia um de novo e o pano caiu para dar início a nova peça, a novo ato. O Teatro da vida aguarda. A importância maior, sabedoria incomparável, é fazer com que a cortina que se nos apresenta, ainda que seja chita, nos pareça a mais perfeita das sedas e com ela e seu colorido tenhamos a sabedoria de espalhar cores em torno de quem gostamos. E quando esse pano ameaçar desfiar, não permitamos que nossas costas fiquem desprotegidas, nuas, fazendo com que o resto continue a remendar os sentimentos que surgem ao longo dessa costura que é a vida. E então, o fio vivendo por um fio, findará o seu cio na prateleira dos anos felizes e das alegrias acumuladas. Aos fiapos que sobrarão, restará a missão de amarrar a solidão e alinhavar os desenganos. Seguir em frente é a receita, vestindo a alma com a melhor das roupas, costurada com a linha dos prazeres e com botões repletos de alegria. E aguardar o outro ano que vai chegar. Quanto ao ano findo, dizer da sorte de podermos dizer: Há Deus, Ano Velho.

PENINHA - DICA MUSICAL

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O Ano-Novo, o ano-novo e o ano novo

Luís Ernesto Lacombe

Festa da virada ainda não teve. Não a virada necessária e pela qual o Brasil espera há tanto tempo. O Ano-Novo, assim, com hífen e maiúsculas, passou. Apenas uma mudança no calendário se estabeleceu: um novo dia, um novo mês, um novo ano. A festa particular de cada um, na bagunça que não tem fim, nada teve de antecipadora de um novo tempo, um novo tempo de verdade para o país do futuro que nunca chega.

O ano-novo, assim, com hífen e minúsculas, foi o começo do quê? O primeiro dia de 2026 teve a posse do novo prefeito de Nova York. O comunista Zohran Mamdani fez o juramento com a mão sobre o Corão, o livro sagrado do Islã. O primeiro muçulmano à frente da maior cidade dos Estados Unidos já indicou como conselheiro-geral de Nova York o advogado Ramzi Kassem, um ativista anti-Israel que defendeu terroristas da Al-Qaeda.

No Brasil, a Caixa Econômica Federal não conseguiu fazer o sorteio da Mega da Virada no último dia de 2025. Ficou mesmo para o primeiro dia de 2026. O volume de apostas foi muito grande… E o sistema do banco, que não é infalível como o do TSE, não deu conta. Houve seis ganhadores. Dessa vez, o bolão dos servidores ligados à liderança do PT na Câmara dos Deputados acertou apenas a quadra. Em 2019, o grupo ganhou o prêmio máximo: R$ 2,4 milhões para cada um dos 49 participantes.

Jair Bolsonaro voltou à prisão. Ele estava internado desde a véspera de Natal e passou por três procedimentos cirúrgicos. Recebeu alta hospitalar no primeiro dia do ano, e Alexandre de Moraes, naquele clima de confraternização com o mal que o caracteriza, não quis saber de “prisão domiciliar de natureza humanitária”. Assim, a coleção de injustiças e de atos persecutórios que começou em 2019, com o Inquérito do Fim do Mundo, não se desfez como mágica, na noite da virada…

O ano novo, assim, sem hífen e com minúsculas, tem de novo Filipe Martins atrás das grades. Ele foi denunciado por “fazer uma pesquisa no Linkedin”… Sua ficha criminal não para de crescer. Seus “crimes” são gravíssimos: ajeitar a lapela do paletó; pegar um Uber; não viajar para os Estados Unidos; não participar de “reuniões golpistas”; não fazer e não assinar uma “minuta do golpe”; não inventar uma delação…

Não era isso que eu queria para a primeira coluna de 2026… E me pergunto: até quando o ano novo é novo? Que novidades podem transformá-lo e transformar os próximos anos, as próximas décadas? As vítimas são cada vez mais vítimas, o ódio contra elas não se extingue… Pois, ao sacrifício iremos, neste ano, e no outro, e no outro… Ainda com esperança na restauração da Justiça dos homens, e sempre com fé total na Justiça de Deus.

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É MUITO MI, MI, MI

No Brasil não tem para ninguém: o governo federal do petista Lula é o maior anunciante do grupo Meta, dono das principais redes sociais utilizadas pelos brasileiros.

Apenas nos últimos 90 dias, a administração federal torrou mais de R$ 11,3 milhões com anúncios no Facebook e Instagram, segundo levantamento do Diário do Poder na plataforma Meta Ads, que divulga todos os anunciantes que fazem propaganda política, eleitoral ou social em suas plataformas de redes sociais.

Os mais de R$ 11 milhões que o governo Lula torrou em propaganda no Facebook e Instagram foram destinados a apenas 14 anúncios.

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Isso deveria ser pago apenas pela cambada que fez o L.

Mas nós, que compomos a banda decente desta nação, também pagamos.

É phoda!

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