🚨URGENTE – Fila de espera no INSS bate recorde e chega a quase 3 milhões
“Houve alta de 172% na fila de benefícios desde a posse do presidente Lula. Esses resultados vão na contramão do que o petista prometeu na campanha eleitoral” pic.twitter.com/KcSZKd5VYu
Ao criticar salário mínimo, Lula se esqueceu de mencionar impacto dos impostos na vida dos brasileiros
O presidente Lula fez um discurso criticando o tamanho do salário mínimo, dizendo que é muito baixo. Salário mínimo, só para a gente lembrar, é R$ 1.621. O problema não é o salário mínimo baixo, é a quantidade de imposto que a gente paga para o governo.
Eu fiz uma conta aqui e descobri que, para um trabalhador que ganha o salário mínimo, o governo ganha mais do que ele nessa operação. Querem ver uma coisa? O empregador que paga R$ 1.621 para um assalariado, ele, na verdade, está pagando R$ 2.740.
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Impostos ultrapassam valor do mínimo
É o cálculo que se faz assim, redondo. Paga aquilo e mais os encargos. Aí o empregado recebe líquido R$ 1.450, já deixa um pouco para o Estado brasileiro. Não recebe integral R$ 1.621. E aí ele faz as compras com esse dinheiro, ele vai fazer compras. Aí ele paga só de imposto uns R$ 500.
Se a gente somar tudo o que vai para o Estado brasileiro, que o patrão pagou, que foi descontado do operário e que o operário pagou de imposto embutido naquilo que ele comprou, dá uns R$ 1.800. O Estado brasileiro recebe R$ 1.800 de um salário mínimo pago de R$ 1.621, teoricamente.
Então, é o tamanho do imposto que atrapalha. Agora, o Estado faz o quê com esse imposto? Está prestando grandes serviços públicos, segurança pública, saúde pública, ensino público, justiça? Fica a pergunta no ar, você pode responder.
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Master desaba como uma bomba sobre o TCU e o STF
Há uma crise muito grande hoje nas instituições brasileiras por causa do Master. O Master está desabando em cima do Tribunal de Contas da União e do Supremo. Está desabando como uma bomba.
A gente ainda descobre que o INSS está suspendendo 254 mil contratos de consignados, porque está desconfiado que tem R$ 2 bilhões envolvidos com o Master. Aliás, a CPI que está tratando disso está sob sigilo imposto por Toffoli e ninguém pode saber quem se comunica pelo telefone celular com Daniel Vorcaro.
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Todos querem ir para Dubai
Fez dois anos agora o contrato do Master com o escritório de advocacia da família de Moraes. Agora se sabe porque tanta vontade de ir para Dubai. O Vorcaro, quando foi preso, estava embarcando para Dubai. Depois, o Zettel, o cunhado dele, foi preso embarcando para Dubai, agora, semana passada, foi preso. Foi solto por Toffoli.
Por que Dubai? Agora a gente descobre. Tem um tal de BTA lá, que é do português Humberto Coelho, que já esteve envolvido lá com o escândalo do Banco Espírito Santo, Eu sei que o Banco Espírito Santo era muito amigo do PT, pelo menos em 2003, 2004. Eu sei por testemunho pessoal. Depois faliu, mas aí o sujeito foi para Dubai. E esse é contato do Vorcaro lá.
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Toffoli tolhe investigações
A gente vê, pela manchete de O Globo de sábado, que o Banco Estatal do Distrito Federal, o BRB, está bem envolvido. A manchete principal, na primeira página: fundos suspeitos inflaram capital do BRB antes da compra do Master. Subtítulo: recursos do REAG vieram de contas de investidores, de investigadas do PCC.
E as decisões de Toffoli tolhendo o trabalho de investigação da Polícia Federal. Todas essas decisões de lacrar as provas, de impor sigilo, de diminuir os prazos para fazer oitivas da Polícia Federal, são muito eloquentes. A gente não precisa de mais nada para perceber. Falam por si.
É só a gente procurar a resposta. Por que tanto empenho do ministro Toffoli? O TCU faz a mesma coisa. A ação do TCU foi uma ação como se o Banco Central fosse culpado da liquidação do Master, e não a solução.
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Promiscuidade pega as instituições
Então, eles próprios, o Jonathan, o Vital do Rêgo, no TCU, o Moraes, o Toffoli, no Supremo, é que estão fazendo uma ação deletéria de que falava Fux, quando era presidente do Supremo, misturando as coisas. É a promiscuidade. É um negócio muito sério que pega as instituições.
Não seria o caso, já que é um ano eleitoral, de o TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, liderar uma campanha dizendo para o eleitor: “não vote em ladrão, em corrupto, em mentiroso”. Não é?
Seis horas… Somente o sino Lá da torre da Matriz Canta enganando a si mesmo Para pensar que é feliz; Mas… quem sabe no seu canto O sino triste o que diz?!
Ah! Talvez o sino cante Porque sente nesse instante Alguma recordação… Às vezes a gente canta Porque não suporta tanta Saudade no coração.
Delém… Delém… São palavras Que ele arranca das entranhas Provando às cousas estranhas Quem também sabe falar… O que seria do sino Se por sorte fosse mudo
E na alma guardasse tudo Que às vezes o faz cantar?!
Ah! O pobre sino canta Mas nunca diz à garganta O que o coração lhe diz… Do mesmo modo que o sino, Eu engano meu destino Dizendo que sou feliz!
Rogaciano Bezerra Leite, São José do Egito-PE, (1920-1969)
Na minha opinião, houve um certo entusiasmo ideológico inicial sobrepujado pelo pragmatismo ante a realidade.
O que não significa, em absoluto, que o Trump e sua equipe não estejam muitíssimos mais experientes e cientes que no governo Trump anterior.
Cientes da realidade estão implementando, aos poucos, aquilo a que se propuseram.
Não se desconhece a força do deep state mas, na minha opinião, ocorre um despertar e não estou falando do movimento some.
É flagrante que muitas pessoas, antes omissas, antes alheias ao universo político, estão percebendo o buraco que o mundo seguia.
Se tais despertos serão multiplicadores dos valores judaico-cristãos que serviram de fundamento a cultura do ocidente e vem sendo erodidos de longa data, só o tempo dirá.
Sobre essa questão de fortes e fracos, onu (minúscula, mesmo) não se pode esquecer que, há mais de 100 anos, os Estados Unidos são o fiel da balança em todo evento relevante do mundo.
Dito isso, torço para que os Estados Unidos continuem, por muitos anos, greats!
… e o homem um dia resolveu plantar palavras: cavou fundo a fenda, escolheu bem as sementes, viu-as germinar e depois regou as letras, adubando-as com vírgulas, pontos, circunflexas interrogações. Viu nascer sua planta: parido estava o livro, a florescer, vingado.
Colheu parágrafos tantos e os sorveu, regando páginas por ele mesmo plantadas. Não satisfeito, deu-as ao leitor, recomendando as lêsse como se bebe um bom vinho, lenta e pausadamente, acariciando cada linha, abraçando cada parágrafo, cheirando cada caule, respirando cada flor.
Depois, o merecido descanso, da mão, do homem. Pronta, restou sua obra, igual a ele próprio: jardim cheio de flores, de algumas exclamações e de muitas reticências … até o ponto final. Alguns enxergaram espinhos. Eles, os há. É da natureza da natureza. E dos livros. Nem só de leveza eles vivem, livros e natureza.
A violência dos narcotraficantes do Rio de Janeiro não para de fazer vítimas fatais
A busca por uma solução definitiva para certas questões é uma armadilha cognitiva e, muitas vezes, ideológica. Ela serve para justificar medidas estatais de engenharia social cujo único efeito é piorar os problemas.
Não existe solução para o problema das drogas.
O tráfico de substâncias entorpecentes existe em todos os países, inclusive naqueles que legalizaram algumas drogas, como a maconha. No dia 27 de abril de 2019 o jornal The New York Times – que não é conhecido exatamente por suas posições conservadoras – publicou uma reportagem cujo título foi “‘Piorando em vez de melhorar: tráfico de maconha cresce na Califórnia apesar da legalização”.
Segundo a matéria, mesmo depois da legalização da droga, a polícia da Califórnia continuava descobrindo plantações ilegais e combatendo a venda irregular – ou seja, o tráfico – realizado por “centenas de serviços de entrega e lojas de maconha ilegais”, algumas delas registradas como igrejas. O próprio governador da Califórnia, Gavin Newsom, declarou que as plantações ilegais “estão aumentando, e não diminuindo”.
A legalização da maconha na Califórnia foi o maior experimento – palavra usada pelo autor da matéria – desse tipo já realizado nos Estados Unidos. Os resultados são descritos pelo jornal: “os policiais dizem que o mercado ilegal ainda está prosperando e em algumas áreas até se expandiu”. “Mercado ilegal” de drogas é outro termo para tráfico. Mas a legalização não deveria justamente acabar com o tráfico? O que houve?
O xerife do Condado de Mendocino responde: “Há muito dinheiro a ser ganho no mercado negro”. A legalização, diz ele, “não diminuiu o trabalho dos policiais”. Lá se vai outro argumento da legalização: aquele que afirma que o crime irá diminuir. O que aconteceu na Califórnia foi o contrário.
O relato da Califórnia não é um caso isolado. Quando o governo canadense anunciou a decisão de legalizar a maconha, uma de suas principais motivações era reduzir o mercado ilegal. Mas, segundo o Statistics Canada, cerca de 75% dos usuários ainda compram maconha de traficantes.
Como diz uma matéria da revista The Atlantic Magazine, de janeiro de 2019:
O fim da proibição da maconha não acabou com os crimes do tráfico
A legalização da maconha deveria diminuir o crime, mas a realidade é mais complicada.
Converse com as autoridades do Triângulo Esmeralda da Califórnia, no entanto, e surge uma história diferente. Estima-se que a região, que inclui os condados de Humboldt, Mendocino e Trinity, produza 60% da maconha dos EUA.
Ben Filippini, vice-xerife de Humboldt, me disse que, desde a aprovação da maconha medicinal na Califórnia, em 1996, o crime violento em sua jurisdição aumentou: “As pessoas estão sendo baleadas por causa desta planta. Tudo o que a legalização fez aqui foi criar um refúgio seguro para os criminosos”.
Quando perguntei ao subxerife do condado de Trinity, Christopher Compton, o que aconteceu desde que uma iniciativa de 2016 legalizou a maconha no estado, ele disse: “Não vimos nenhuma queda no crime. Na verdade, vimos um aumento grande e constante”. O subxerife de Mendocino, Matthew Kendall, concorda: “Estamos vendo mais roubos e mais violência armada”[…]a Califórnia pode ter legalizado a maconha, mas nem todos os produtores querem ser legalizados[…]alguns insistem que cumprir os regulamentos é muito caro. Outros estão sonegando impostos.
Prestem atenção nessa frase: nem todos os produtores querem ser legalizados. Imagine alguém que se envolve com um mercado ilegal, extremamente lucrativo e movido a violência armada. A última coisa que esse tipo de pessoa quer é legalização, que significa submissão a leis, regulamentos e fiscalização. Isso deveria ser evidente.
Não há “solução” para o problema das drogas, muito menos através da “legalização” ou “descriminalização”. Drogas devem ser tratadas com uma combinação permanente de educação e repressão.
A educação é para informar ao público – em especial os jovens – que droga é uma coisa ruim, cujo resultado é sempre a redução do ser humano a um farrapo físico e moral. A repressão é para impedir que o narcotráfico faça novas vítimas, e contamine e corrompa as instituições da sociedade.
No Brasil, existem mercados ilegais de cigarros contrabandeados, combustíveis desviados, remédios falsificados, celulares roubados, bebidas clandestinas e autopeças adulteradas. Mas ainda existe quem acredite que a legalização vai transformar o ecossistema internacional do narcotráfico – composto pelos criminosos mais violentos, ousados e bem armados – em uma indústria obediente, submissa às regulamentações estatais e pagadora de impostos.
“Se o produto fosse oferecido de forma regulada em estabelecimentos legalizados não haveria mais crime” – esse é o sonho da turma da legalização. Mas quem vai subir entrar na comunidade para fechar os estabelecimentos ilegais? O fiscal do ICMS ou o fiscal da Anvisa? Quem vai entregar a notificação e a multa ao dono da boca de fumo?
Se hoje, quando as drogas são ilegais e o tráfico é crime, já é quase impossível controlar os traficantes, como será feito o controle quando a venda de drogas for permitida? O simples uso da palavra legalização não transformará traficantes em homens de negócio e os soldados do tráfico em empregados de carteira assinada.
O Brasil tem 16.886 quilômetros de fronteira, e perde apenas para Rússia, China e França em número de países vizinhos. Temos fronteira com Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Suriname, Uruguai e Venezuela. Alguns desses países estão entre os maiores produtores de drogas do mundo. O tamanho da fronteira torna impossível uma proteção efetiva.
Um dos maiores mercados consumidores de drogas está do outro lado do oceano Atlântico – a Europa. Somos a rota natural de passagem. Os carregamentos de droga atravessam o território nacional em direção aos portos brasileiros, principalmente pelas regiões sudeste e nordeste, deixando um rastro de corrupção e violência desmedida.
O Brasil é o segundo maior mercado consumidor de cocaína. O comércio ilegal de entorpecentes é controlado por algumas das organizações criminosas mais bem financiadas e agressivas do mundo, que operam na América Latina em associação com organizações políticas extremistas e governos corruptos.
Mas, ainda assim, os proponentes da liberação têm a firme convicção de que toda essa indústria de destruição e morte vai desaparecer em pouco tempo, descapitalizada e desarmada, quando as drogas forem comercializadas legalmente.