@ErikakHilton aguardando vc processar o Lula por te chamar de ele ,ok ????! pic.twitter.com/xCYMeQ7vcx
— Canêdo (@Cando1561938) January 18, 2026
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"_Vocês vão sentir falta de mim, heimmm" Bolsonaro.🇧🇷🇧🇷🇺🇲🇺🇲
Via: luizsantos🇧🇷🇧🇷🇺🇲🇺🇲🇮🇱🇮🇱 (hdaic198). Áudio original criado por luizsantos🇧🇷🇧🇷🇺🇲🇺🇲🇮🇱🇮🇱. … pic.twitter.com/fujCBaferU
— 🇧🇷 Ricardo G. Junior # TIREI O SELO AZUL# 🪑 (@ricardogjunior) January 17, 2026
As vozes que nos vêm da natureza
Traduzem sempre um mútuo sentimento.
Cantam as frondes pela voz do vento,
Pelo manancial canta a represa.
Pelas estrelas canta o firmamento
Nas suas grandes noites de beleza.
Cada nota a outra nota vive presa,
É um pensamento de outro pensamento.
Pelas folhas murmura a voz da estrada,
Pelos salgueiros canta a água parada
E o amigo sol, apenas se levanta,
Jogando o manto de ouro ao céu deserto,
Chama as cigarras todas para perto,
Que é na voz das cigarras que ele canta.

Olegário Mariano Carneiro da Cunha, Recife-PE, (1889-1958)
PQP Lula tirando a educação pra 💩
TRAGAM A URNA! MENOS UNIVERSIDADES, MAIS TRABALHO!!!!!! pic.twitter.com/HScqeHMFjm
— Rafael Gloves (@rafaelgloves) January 17, 2026
O ano mal começou, mas o governo Lula (PT) admite que já torrou R$ 139 mil com viagens em 2026.
A maior parte dos gastos (64%) foram destinados a viagens internacionais: R$ 84,4 mil.
* * *
O gunverno banânico avuando pelos ares do mundo.
Tudo pago por nós outros, os contribuintes.
E estamos ainda no primeiro mês do ano…
Se preparem: daqui pra dezembro a conta vai aumentar vertiginosamente,
“Ostra é o nome comum usado para designar um número de grupos diferentes de moluscos que crescem, em sua maioria, em águas marinhas ou salobras. As ostras verdadeiras pertencem à ordem Ostreoida, família Ostreidae. As ostras têm um corpo mole, protegido dentro de uma concha altamente calcificada, fechada por fortes músculos adutores. As brânquias filtram o plâncton da água.
A ostra tem uma forma curiosa de se defender. Quando um parasita invade seu corpo, ela libera uma substância chamada madrepérola, que se cristaliza sobre o invasor impedindo-o de se reproduzir. Depois de cerca de três anos esse material vira uma pérola. Sua forma depende do formato do invasor e sua cor varia de acordo com a saúde da ostra.” (Informações científicas extraídas do Wikipédia)
Ostra limpa criada em ambiente adequado
A lua, uma das forças determinantes da Natureza, ao aparecer grande e luminosa nos céus, deixava que os experientes homens (e mulheres) que lidam com o mar – pescadores e afins – deduzissem que o amanhecer e o resto do dia seria complicado: a famosa Maré de Sizígia, fenômeno marítimo que produz ondas de até 12 metros.
Até os mais experientes pescadores e marisqueiros enfrentam dificuldades nesses dias excepcionais. Os pescadores sofrem mais, com suas embarcações, artesanais, na maioria das vezes.
O pescado vem, em algumas oportunidades em troca de vidas humanas. O consumidor do pescado reclama o alto preço, sem saber o que aquilo custou.
Ostra aberta com sua maravilhosa beleza – sal e limão ajudam fazer a festa
Mas, se por um lado a maré anormal prejudica os pescadores, por outro lado, beneficia os marisqueiros e as marisqueiras.
A maré volta com muita força após a rebentação. Em muitos lugares da orla marítima, tem o poder de “lavar” as encostas e facilitar, principalmente a vida dos catadores de ostras, sarnambis e tariobas – o sururu depende mais dos mangues, assim como os siris e os caranguejos.
Atualmente, com a orientação e o apoio logístico da EMBRAPA, ostras estão sendo produzidas em cativeiro, ainda que em pequena escala e em caráter experimental. Mas, é um bom começo.
A demora no crescimento da ostra é o que dificulta, pelo alto custo do investimento e a burocracia brasileira – isso sem contar a poluição das águas e a necessidade do alto investimento para a despoluição.
Há, entretanto, quem ouse apostar no crescimento do setor, haja vista a produção de bons pratos pela culinária brasileira, principalmente nos estados da Bahia, Ceará e Maranhão.
No Maranhão, poucos restaurantes trabalham com essa culinária e não existe, ainda, uma variação de oferta. São poucos os restaurantes que oferecem o prato.
Mas, o consumo é alto (e tem compensado a “pesca” pelos marisqueiros) na orla marítima, onde a ostra é vendida sem fiscalização de qualidade: os ambulantes vendem, em muitos casos, com atendimento artesanal e precário.
Ostra gratinada muito vendida e procurada no Maranhão
Claro que estamos falando da ostra pescada, ou tirada pelos marisqueiros no Brasil, e com alta tendência de produção em cativeiro quando houver compensação do investimento necessário para a produção (e/ou exportação) em larga escala.
Em pesquisa efetuada, descobrimos que, em outros países e mares despoluídos já existe produção em larga escala. E, segundo respostas, tem compensado o investimento.
Existe, também, já, produção em larga escala para produção de pérolas, com variedade de tamanho e de tons de coloração. Pérolas negras, por exemplo, que alcançam alto valor comercial.
Pérola encontrada em ostra brasileira
E ainda tem muita gente que aplaude.
Aí fica difícil de o Brasil tomar o caminho próspero.
Meu Deus do céu!!!
Que país é este???
Só que tem muita gente que ainda aplaude, ai fica difícil de o Brasil 🇧🇷 tomar o caminho próspero‼️ pic.twitter.com/Em9qR1KsOM
— Miguel Diniz – Pátria amada Brasil (@inter1414) January 17, 2026
Determinada ocasião Marco Aurélio de Mello, então ministro do STF, disse que “processo não tinha capa”, ou seja, para ele o que importava era as provas constantes no processo, não importando de quem fosse o nome da capa. Marco Aurélio tentou seguir, fielmente, os preceitos constitucionais em alguns casos e, dois deles, foram absurdamente escabrosos, mas para ele foi a aplicação da lei.
O primeiro caso foi a soltura do assassino confesso da freira Dorothy Stang ocorrido em 2005, na cidade de Anapu, estado do Pará. Embora o mandante desse crime tenha sido condenado, por júri popular, a 30 anos de reclusão, Marco Aurélio permitiu sua soltura, mediante habeas corpus, baseado no trânsito em julgado. Pois é: mesmo confessando que matou, ou mandou matar, uma pessoa, tem aquele papo de que “todos são inocentes até que se prove em contrário”. Nessa mesma linha de ocorrência, tem André do Rap que saiu da cadeia, entrou num Mercedez Benz que o esperava e sumiu “no oco do mundo”.
Um caso digno, foi a proibição de Renan Calheiros assumir a presidência porque tinha processos contra ele no STF. Com o impeachment de Dilma, o país ficou sem vice-presidente. Portanto, numa eventual vacância tinha o presidente da câmara, o presidente do senado (Renan, à época) e Lewandowski que era presidente do STF. Marco Aurélio, tirou Renan da linha de sucessão. Talvez esses casos reforcem seu pensamento de que ele julgava o processo sem se preocupar com o nome do denunciado.
Essa introdução é base para dizer que parece, sim, que existe um processo de seletividade judicial. Alguns são julgados com celeridade, principalmente no âmbito do STF e outros não são alcançados por prescrição de pena. Renan Calheiros, por exemplo, tinha 17 processos de improbidade no STF e nunca foi acusado de nada. Todos os seus processos caducaram e Renan segue a vida com toda pompa de um homem honesto de caráter ilibado. Paulinho da Força, foi denunciado por desvios no FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador, mas, embora a câmara se situe a 100 metros do STF, o oficial de justiça nunca o encontrou para entregar a citação.
O caso mais emblemático, ou melhor, mais escabroso, envolve o ministro Dias Toffoli e o banco Master. Primeiro tem sua viagem ao Peru para assistir a um jogo de futebol, acompanhado pelo advogado do Banco Master. De forma imediata o ministro passou a atuar de forma a não permitir que o procedimento de liquidação do banco seguisse um trâmite normal. Para completar vem o TCU querendo saber se a liquidação extrajudicial do banco não foi precipitada. Veja bem: o TCU é um órgão de controle externo da união. Sua preocupação é a licitude da administração pública, nunca se envolver ou apurar um processo é de competência do Banco Central.
Agora se sabe que familiares de Toffoli mantinham negócios financeiros com o cunhado de Daniel Vorcaro. Sabe-se que mantinha negócios com uma instituição financeira, Reag, por atos irregulares que vieram a tona na Operação Carbono Oculto, em meados de agosto do ano passado. Essa mesma instituição manteve negócios com o PCC e, apesar de todo esse vínculo, o ministro não se declara suspeito. Pelo contrário: ele atua fortemente para que tudo não seja apurado.
Não bastasse tudo isso, o ministro Alexandre de Moraes abriu um inquérito, de ofício, para apurar vazamentos de informações dentre as quais o contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de sua esposa e o Banco Master. Um inquérito de ofício é do tipo que não nasce por uma denúncia da Procuradoria Geral da República ou da Polícia Federal. É o ministro no gozo de todas as suas prerrogativas quem decreta a abertura do processo. Simples assim. Como exemplo, pode-se citar o chamado “inquérito das fakes News”. Aberto em 2019, por Alexandre de Moraes, esse inquérito nunca apurou nada, não tem uma peça acusatória produzida e, o pior de tudo isso, não tem a menor perspectiva de encerramento. A meu ver, encerrar esse inquérito é uma constatação de abuso de poder e isso o ministro Alexandre de Morais jamais admitirá.
O exercício da democracia prevê capacidade de transparência elevada. Não adianta alardear nos discursos a tal defesa das instituições democráticas e proibir investigações, punir quem divulga, ameaçar quem se levanta contra. Impor sigilo é um ato vergonhoso. Tudo que é feito pela administração pública precisa ser do conhecimento de todos. Não bastasse todo esse clima, o ministro Haddad declarou essa semana que o caso do Banco Master “pode ser maior fraude há história bancária do Brasil”. Talvez ele tenha razão, mas cumpre lembrar que o Banco Nacional passou 10 anos publicando balanços falsos e sendo fiscalizado pelo Banco Central.
De fato, o que mudou agora é que no caso do Banco Nacional não havia políticos envolvidos. No caso do Master, a lista parece interminável e todos contribuem para que a população não sabia, de fato, quem se beneficiou do Banco.