DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PENINHA – TUPI PAULISTA-SP

Me amostrando!

Pequeno vídeo mostrando algumas raridades da minha coleção de discos de vinil e CDs.

R. Se amostrando nada, meu caro amigo e colunista fubânico!

Este seu vídeo é um registro da realidade: você é o maior colecionador musical deste país!

Seu acervo é um patrimônio fantástico, com músicas de todas as épocas, de todos os países e de todos os estilos deste mundo!

Saiba que é um privilégio editar uma página que tem você como colaborador.

Colaborador diário, pois sua coluna é que abre a edição de cada dia do JBF.

E vamos ao magnífico registro que você fez, através deste vídeo que nos mandou:

DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

AU REVOIR

Comentário sobre a postagem SALVATORE ADAMO

Maurino Júnior:

Em 1986, eu estava perambulando pelas avenidas e ruas do centro da cidade do Recife; estava de férias.

Quando cheguei a uma loja de discos, chamada Disco 7, o cara que estava lá, me disse:

– Tenho um LP aqui que você vai gostar. O disco é o Au Revoir, com uma seleção de músicas francesas incríveis.

Um detalhe é que esse LP era pra ser distribuído nas FM´s da época, mas, graças ao conhecimento com o gerente do local por ser cliente há longo tempo, comprei o disco e o tenho ainda guardado comigo (40 anos) em perfeito estado de conservação.

Nesta seleção desse disco em especial, há essa música.

Excelente postagem. De novo, Peninha, acertadíssimo.

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SANTANA, O CANTADOR – RECIFE-PE

Estou no Rio.

Vim fazer o programa Sem Censura, com Cissa Guimarães.

Será hoje, quinta-feira, às 16:00h na TV Brasil.

R. O recado está dado, meu talentoso amigo.

Você é um dos nomes de destaque da música nordestina na atualidade.

Sucesso no programa de hoje!

Aproveito a oportunidade pra abrilhantar o ambiente fubânico nesta quinta-feira:

Vamos ouvir você interpretando o grande sucesso Se Tu Quiser, uma obra-prima da autoria do colunista fubânico Xico Bizerra.

DEU NO JORNAL

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

FARTURA DE CONFUSÃO ESCASSEIA A REPUTAÇÃO

“Gogó de Sola”, homem conservador, esquisito, enfezado por essência, cultivava o hábito de adotar costumes que remontavam aos tempos de Antônio Silvino, o inspirador de Lampião, época em que a pistola de pederneira tinha efeito mais imediato que as leis.

Além de radical, intransigente, “Gogó de Sola” tinha o vezo de se meter em confusão. Onde havia uma pendência arrumava um jeito de matricular-se nela. O que não podia mesmo era ficar sem uma boa querela com que pudesse se divertir.

Certa feita, ao alistar-se numa inflamada discussão com um vizinho, “Gogó” foi alvejado, pelo seu oponente, com uma saraivada de impropérios. Isso provocou o imediato acendimento do curto pavio de “Gogó” que, inspirado nos padrões do cangaço, requisitou de pronto os préstimos da estimada, mas anacrônica pistola de pederneira.

Porém, ao premer o gatilho, a pistola explodiu nas suas mãos. É que houve, descuidosamente, uma hiperdosagem de pólvora durante o processo de recarga da pederneira, circunstância que ocasionou a ruptura do cano, aliás, em acentuado estado de fadiga. O benigno incidente teve dupla serventia: salvou, glória a Deus, a vida do vizinho; permitiu punir quem cultuava a violência.

A Providência tem o seu jeito particular de punir, ou de premiar.

Além de malquistado com a vizinhança, o episódio fez encolher ainda mais o crédito de “Gogó”, que já era irrisório.

Afinal, fartura de confusão escasseia a reputação. Cada um se compraz com o que lhe agrada: uns optam por fazer-se temer, outros por fazer-se amar.

DEU NO X