Arquivo diários:14 de janeiro de 2026
DEU NO X
COMENTÁRIO DO LEITOR
LÍNGUA NO FURICO
Comentário sobre a postagem SILÊNCIO CONSTRANGEDOR
João Francisco:
2 mil mortos até agora é um número muito subestimado, pois ao que se sabe, a Guarda do aiatolá está fuzilando aos montes pessoas nas ruas.
O Nine está preocupado com o Khamenei, seu amigo (e do Alckmin). Pede que as coisas se resolvam apenas internamente; ou seja, que milhões de pessoas morram nas mãos das milícias xiitas e que o Trump não faça nada.
Ah, enquanto isso a turma do “Palestina Livre” está com a língua enfiada no c*.
A luta deles nunca foi pela humanidade.
DEU NO X
AMIGÕES
DEU NO JORNAL
WAGNER MOURA, LULA E O AMOR
Guilherme Fiuza

O ator Wagner Moura foi premiado pelo Globo de Ouro de 2026 pela atuação no filme “O Agente Secreto”
O fantasma da ditadura é a instituição mais lucrativa da cultura nacional. Se já rendeu os melhores prêmios internacionais a “Ainda estou aqui” e agora “O Agente Secreto”, não há por que mudar a fórmula. Aguardemos o próximo episódio da série para a temporada 2027.
Há um dado curioso na divulgação dessas obras que se apresentam como defensoras da democracia brasileira. A história é sobre a ditadura militar, mas o protagonista da campanha de lançamento é Lula. Foi assim com o filme estrelado por Fernanda Torres e assim é com o sucessor, estrelado por Wagner Moura. Os artistas e o presidente se falam pelo telefone, confraternizam em visitas palacianas, compartilham publicamente elogios mútuos como guerreiros da democracia e são felizes para sempre.
Tanto na campanha de “Ainda estou aqui”, de Walter Salles Jr., como na de “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, uma espécie de túnel do tempo providencial conecta os dramas dos anos 60 e 70 ao cotidiano presente de Lula, o homem do passado cristalino.
O presidente atual é saudado por Wagner, Waltinho e cia. como aquele que trouxe a democracia de volta ao Brasil. O cineasta deu a entender que nem seria possível lançar seu filme se Lula não tivesse sido eleito em 2022. Claro que isso é uma falsidade, mas ninguém foi acusar o Waltinho de “desinformação”.
Wagner foi mais longe: “A ditadura ainda é uma cicatriz aberta em nossa vida brasileira. Aconteceu há apenas 50 anos. Recentemente, tivemos, de 2018 a 2022, um presidente de extrema-direita/fascista no Brasil, que é uma manifestação física dos ecos da ditadura. Portanto, a ditadura ainda está muito presente no cotidiano brasileiro.”
Discurso bonito. Naturalmente, nenhum repórter no tapete vermelho seria desagradável a ponto de pedir ao ator, no meio de uma celebração tão emocionante, que desse exemplos da “manifestação física dos ecos da ditadura” de 2018 a 2022. Tipo: que obra cinematográfica ou literária foi embargada nesse período? Ou que instituição foi perseguida? Que veículo de imprensa foi censurado? Que decisão do parlamento foi afrontada? Qual Brasil era mais livre: aquele ou esse?
O repórter que fizesse uma pergunta dessas era capaz de ser vaiado e expulso do recinto. Para aprender a não estragar contos de fadas perfeitos.
Claro, são recursos legítimos. Mas alguém tem que ser escolhido para receber. E esse alguém é frequentador do palácio. Enfim, cada um com os seus limites.
“Eu acho que precisamos continuar fazendo filmes sobre a ditadura”, disse Wagner Moura após conquistar o prêmio de melhor ator no Globo de Ouro. A seguir a fórmula atual, seria continuar fazendo filmes sobre a ditadura e continuar criando a ficção científica de Lula como salvador da democracia brasileira. Naturalmente, não vem ao caso falar do apoio a ditaduras (verdadeiras, não fantasmagóricas), como a da Venezuela e a da China — esta convidada, inclusive, pelo presidente para trazer ao Brasil um modelo de regulação do meio digital.
Deixa isso pra lá, o momento é de festa.
DEU NO X
O DESCONDENADO E O QUE HÁ DE PIOR NO PLANETA
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
O HIPÓCRITA SECRETO
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
JOÃO FRANCISCO – RIBEIRÃO PRETO-SP
Devemos muito aos pracinhas da FEB (todos os 25.360), que saíram do Brasil para combater na Itália.
Quando voltaram não puderam nem trazer o capacete que usaram, foram descomissionados lá mesmo. Foram esquecidos, sem reconhecimento adequado em sua pátria natal.
Eu tinha um tio meu, que foi um destes pracinhas. Não falava quase nada da Guerra. Como recordação, tinha apenas algumas medalhas.
Os americanos podiam pegar as Lugger dos oficiais nazi, binóculos com lentes Zeiss (as melhores até hoje) e levar para casa.
Vejam a história de um destes heróis esquecidos.
DEU NO JORNAL
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DEU NO X
FILHINHO QUERIDO
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA


