A má vontade da justiça e da PF.
Esse ruído é enlouquecidos!
Libertem Bolsonaro! pic.twitter.com/ngfvM6FpfR— Denise x (@BananilVaronil) January 12, 2026
A má vontade da justiça e da PF.
Esse ruído é enlouquecidos!
Libertem Bolsonaro! pic.twitter.com/ngfvM6FpfR— Denise x (@BananilVaronil) January 12, 2026

Apoiadores do príncipe herdeiro exilado, Reza Pahlavi, protestam em frente à Embaixada do Irã em Londres (03/01/2026). Manifestações eclodiram devido à inflação e à crise econômica, atraindo atenção dos EUA
Obama enviou malas com dinheiro para o regime iraniano, e deu no que deu. Os democratas acreditam que podem comprar a paz, e partem da premissa d que tudo se resume a questões socioeconômicas. Ignoram que existem choques culturais, que a civilização ocidental possui inimigos ideológicos fanáticos.
Trump veio colocar ordem na bagunça. Paz pela força é seu moto, como na era Reagan. A ameaça crível do uso de violência produz efeitos incríveis e muitas vezes sequer é preciso partir para a ação. De vez em quando, porém, uma rápida e eficaz ação militar demonstra que a ameaça não é blefe e isso é importante.
O governo Trump atacou o projeto nuclear do Irã de forma precisa e espetacular. Alguns meses depois, capturou o ditador venezuelano Nicolás Maduro em seu país, numa operação brilhante. Essas duas ações mostraram que Trump não está de brincadeira e que podemos estar diante de uma nova ordem mundial, em que a América volta a agir como o xerife do mundo.
Isso tem abalado antigos regimes ditatoriais e levado esperança para povos oprimidos. O próprio Irã tem sido palco de manifestações corajosas do povo. Relatos apontam que os aiatolás xiitas já mataram cerca de dois mil manifestantes, mas mesmo assim o povo não desiste da luta por liberdade. Tudo isso sob um silêncio ensurdecedor da esquerda ocidental.
Por onde andam as feministas que não viram mulheres iranianas empoderadas acendendo cigarros em fotos do líder Khamenei em chamas? “No jews, no news”, como dizem. Não dando para culpar os judeus pelo que se passa em Teerã, a velha imprensa se cala. E aquela turma hipócrita que gritava “Palestina livre” não quer saber de um Irã livre, pelo visto.
Mas o povo segue em sua luta, com apoio do governo Trump. Em várias manifestações, o próprio presidente e seu entorno já declararam que apoiam o bravo povo iraniano. Claro que uma ajuda mais efetiva se faz necessária, caso contrário, um povo desarmado pode ser facilmente massacrado por um regime tirânico e cruel.
Em artigo publicado na The Atlantic, Karim Sadjadpour e Jack Goldstone perguntam se o regime iraniano está perto do colapso. Eles apresentam cinco condições que levam a crer que sim, os dias dos aiatolás xiitas no poder podem estar chegando ao fim:
A história sugere que os regimes não colapsam por falhas isoladas, mas por uma confluência fatal de estressores. Um de nós, Jack, escreveu extensamente sobre as cinco condições específicas necessárias para que uma revolução tenha sucesso: uma crise fiscal, elites divididas, uma coalizão oposicionista diversa, uma narrativa convincente de resistência e um ambiente internacional favorável. Neste inverno, pela primeira vez desde 1979, o Irã apresenta quase todas essas cinco condições.
Em 1979, como sabemos, os aiatolás tomaram o poder sob um governo americano fraco e frouxo do democrata Jimmy Carter. Em 2026, o ambiente internacional é bem diferente e mais favorável ao povo, justamente porque Trump fala grosso com os tiranos. Isso tem alimentado a esperança de um povo cansado da teocracia islâmica que financia terroristas no Oriente Médio contra Israel.
Temos visto o avanço de um nacionalismo persa que pretende resgatar o Irã para os iranianos. Tudo isso num contexto de constante enfraquecimento do regime iraniano, especialmente após ataques israelenses. Como dizem os autores do artigo:
Por décadas, Teerã projetou força por meio de sua chamada Eixo da Resistência, uma rede de aliados autocráticos. No entanto, após a devastadora guerra de 12 dias em junho (de 2025), esse poder de dissuasão foi gravemente degradado. Com a liderança do Hezbollah e do Hamas em desordem — decapitada ou severamente enfraquecida por ações israelenses e regionais nos últimos anos —, e com jatos israelenses mantendo uma presença humilhante e praticamente incontestada no espaço aéreo iraniano, o regime está estrategicamente nu diante de seu próprio povo. Exposto por um tesouro vazio (tesouraria esvaziada pela crise econômica, sanções e custos da guerra) e por um céu desprotegido, o regime enfrenta agora uma vulnerabilidade sem precedentes, agravada pelos protestos em massa que eclodiram no final de 2025 e início de 2026, com chamadas por mudanças radicais e até pela queda do regime.
Sem Assad na Síria e Maduro na Venezuela para darem apoio, e com Putin mergulhado numa guerra custosa há três anos contra a Ucrânia, o regime iraniano se vê mais isolado e fraco, tudo isso com Trump subindo o tom das ameaças após um ataque cirúrgico nas instalações nucleares iranianas. Os autores concluem:
A República Islâmica é hoje um regime zumbi. Sua legitimidade, ideologia, economia e principais líderes estão mortos ou agonizando. O que a mantém viva é a força letal. O elemento mais importante que ainda falta para um colapso revolucionário completo é que as forças repressivas decidam que elas também não estão mais se beneficiando do regime e, portanto, não estão mais dispostas a matar por ele. A brutalidade pode atrasar o funeral do regime, mas é improvável que restaure seus sinais vitais.
ATÉ GLOBO ADMITIU – LULA vai monitorar o seu PIX e DÉBITO pra te taxar mais esse ano pic.twitter.com/zSpMW1GYlC
— Gustavo Gayer (@GayerGus) January 12, 2026
Roberto Motta

Em seu livro A Riqueza das Nações, Adam Smith explica como o esforço do indivíduo para melhorar sua própria vida resulta no enriquecimento e bem-estar de todos
“Existe uma e apenas uma responsabilidade social das empresas – usar seus recursos e se envolver em atividades que aumentem seus lucros, mantendo-se dentro das normas vigentes, promovendo uma concorrência livre e aberta, sem enganar terceiros e sem fraudes.” Milton Friedman disse isso há muitos anos em um artigo, The Social Responsibility of Business Is to Increase Its Profits, e essa frase continua verdadeira. Apesar disso, vivemos em uma época em que economia de mercado e concorrência são denunciadas como causas de opressão e desigualdade em todo o mundo, e se fala em DEI, ESG e “responsabilidade social” das empresas.
Vários pensadores nos alertam para o truque de colocar “social” na frente de palavras comuns, roubando-as de seu significado original e transformando-as em ferramentas de demagogia e populismo, sempre com o objetivo de enganar o pobre e extorquir o rico. Jonathan Haidt, no livro The Righteous Mind, fala das diferentes percepções de valores nas culturas individualistas ocidentais versus as culturas coletivistas orientais – diferenças essas que, às vezes, impedem pessoas inteligentes de ver o óbvio: foi o sistema capitalista que permitiu o maior avanço no padrão de vida da humanidade. Esse processo, que começou com a Revolução Industrial, impulsionou avanços científicos, melhorias sanitárias, aumento da produção agrícola e redução nas taxas de mortalidade. Entre 1800 e 2015 a população mundial saltou de cerca de 1 bilhão para mais de 7,3 bilhões de pessoas.
Em seu livro A Riqueza das Nações, Adam Smith explica como o esforço do indivíduo para melhorar sua própria vida resulta no enriquecimento e bem-estar de todos. Nas palavras de Smith: “O esforço natural de cada indivíduo para melhorar sua própria condição, quando se permite que ele atue com liberdade e segurança, constitui um princípio tão poderoso, que, por si só, e sem nenhuma outra ajuda, é capaz de levar a sociedade à riqueza e à prosperidade”.
O padeiro faz o pão para ganhar dinheiro e melhorar a sua vida. Mas é graças a isso que você pode comprar o pão quentinho todos os dias. O esforço do padeiro para melhorar a sua própria vida acaba resultando na melhoria da vida de todos. Ou, como diz Smith: “Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, mas da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse”.
Essa é a famosa “mão invisível” do mercado, um termo criado por Adam Smith para descrever como o livre mercado pode incentivar os indivíduos: agindo em seu próprio interesse eles produzem o que é socialmente necessário.
Os argumentos de Adam Smith para refutar a proposta de uma economia dirigida pelo Estado são claros: o aumento do bem-estar e da riqueza são frutos da ação individual de milhares de indivíduos, cada um buscando o seu próprio progresso. Não é necessária a existência de uma entidade que faça um planejamento central, que diga a cada pessoa o que ela precisa fazer, ou como ela deve viver a sua vida. Ao contrário; é a busca individual por satisfação e progresso que resulta no aumento da riqueza e do bem-estar coletivo.
A mesma coisa se aplica a empresas.
A busca do indivíduo por uma vida melhor é o que move a humanidade para frente, e não decretos governamentais ou medidas politicamente corretas desprovidas de significado real.
Os resultados gerados pelas empresas – lucros, empregos, investimentos – possibilitaram a criação do Estado moderno; são os lucros, pagos na forma de impostos, que financiam o governo e tornam possível a liberdade que consideramos direito adquirido. As empresas pagam, através dos seus impostos, até os salários de alguns dos seus maiores críticos, os professores das universidades públicas.
A verdadeira responsabilidade dos empresários e gestores é administrar negócios bem-sucedidos e cumprir as regras.
O resto é cortina de fumaça.
O presidente Lula (PT) vetou o projeto de lei, aprovado pelo Congresso, da dosimetria. Quais são as chances de o veto do presidente ser derrubado? Estão aqui os números: esse projeto foi aprovado por 48 a 25 no Senado e por 291 a 148 na Câmara.
Para o Congresso Nacional derrubar um veto, basta a maioria absoluta, o que significa a metade do total de deputados e senadores, mais um. Numa reunião do Congresso, o resultado seria 339 votos pela derrubada do veto, no total dos 584 deputados e senadores. Tem voto suficiente para derrubar.
* * *
CPMI do Banco Master pode derrubar os males do Brasil
Outra coisa é a CPMI para investigar o Banco Master. Está cheio de gente enrolada com o Master, gente importantíssima, tanto que a investigação tramita em sigilo. É sigilo de todo jeito, no Banco Central, no Supremo, até na CPI do INSS.
O telefone do Daniel Vorcaro é uma caixa de Pandora: se abrir, vão sair todos os males do Brasil. Até sábado (10), a CPMI do Master tinha as assinaturas de 208 deputados e 37 senadores. Então, já tem número suficiente para abrir uma CPMI sobre a atuação de Vorcaro.
* * *
Advogado de Lulinha conversa com chefe da PF. Não é coação?
Uma coisa muito estranha foi aquela conversa ao pé do ouvido, literalmente, no evento esvaziado que Lula inventou para comemorar, para lembrar o 8 de janeiro de 2023, entre o advogado do Lulinha e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, gravada por um câmera do SBT.
E se fosse Eduardo Bolsonaro ou Flávio Bolsonaro que tivessem ido conversar com o chefe da Polícia Federal? Que escândalo. O Eduardo Bolsonaro foi sancionado por isso, por supostamente fazer pressão e coação sobre a Justiça.
E os 40 influenciadores contratados pelo Master para fazer campanha contra o Banco Central e a favor do Master? Que tal? Isso não é coação? Mais o ministro do Supremo Dias Toffoli que chamou para si um inquérito que estava na primeira instância e impôs sigilo. Outro ministro, Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), que foi se meter onde não deveria ter se metido.
Agora, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para saber por que o ministro do TCU cometeu essa inconstitucionalidade contra o Banco Central e a credibilidade do Sistema Financeiro Nacional. Tomara que não fique por aí. A CPMI do Banco Master pode investigar o porquê de tudo isso.
* * *
A “estreita cooperação” entre Brasil e Irã após ação dos EUA na Venezuela
Na política exterior, Lula reagiu a uma postagem do presidente argentino, Javier Milei, e mandou retirar o Brasil da custódia da embaixada Argentina na Venezuela, que foi esvaziada pelo ditador Nicolás Maduro, em Caracas. Os brasileiros saem e entra a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, que vai botar a bandeira tricolor italiana na embaixada, a pedido do Milei.
Ao mesmo tempo, enquanto acontecem essas manifestações no Irã para derrubar a ditadura teocrática dos aiatolás, a tal República Islâmica, os ministros de Relações Exteriores do Irã e do Brasil conversaram sobre o “sequestro” de Maduro.
Segundo nota do Irã, trata-se de uma cooperação próxima para enfrentar políticas unilaterais, isto é, enfrentar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Incrível. Eles dizem que a captura de Maduro foi uma clara violação à Carta da ONU.
Enquanto isso, a própria presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, vai para Washington conversar com Trump. Já está libertando os presos políticos, ou seja, está confessando que tinha presos políticos no país. E o Brasil vai para o lado do Irã, que está em queda.
Até domingo (11), já havia mais de 500 mortos nas manifestações no Irã. Uma imagem fabulosa mostra um, provavelmente, iraniano que subiu correndo, escalou a fachada da embaixada do Irã em Londres e substituiu a bandeira dos aiatolás pela bandeira da monarquia.
Enquanto isso, o herdeiro da coroa — é uma coroa de cerca de 2.500 anos, que vem da Pérsia — mora na Virgínia, pertinho de Washington, e queria conversar com Trump. Trump disse que agora não é conveniente e que é melhor deixar que o povo decida.
O Brasil eu não entendo, mesmo as coisas mais prosaicas e claras, é hora de não se meter a se aproximar ainda mais do Irã, mas estão se aproximando. O xá Reza Pahlavi foi casado com a imperatriz Farah Diba e, anteriormente, com a princesa Soraya Esfandiary-Bakhtiari. Um monte de crianças brasileiras receberam o nome Soraya por causa da mulher do xá do Irã.
Ele morreu com 60 anos — morreu cedo — no Egito. Lembro de uma foto dele acendendo o cigarro da Soraya. Não vejo uma feminista brasileira fazendo manifestação em favor da volta dos direitos das mulheres, que na República Islâmica não têm nenhum direito, zero, e tinham todos os direitos no tempo da monarquia.
A dinheirama segue correndo frouxo via Lei Rouanet no governo Lula.
O valor passou de R$ 2,35 bilhões (2023) para R$ 3,04 bilhões (2024) e chegou a astronômicos R$ 3,41 bilhões no ano passado.
* * *
É bilhão que só a porra!
Os talentosos incentivadores culturais esquerdeiros estão rindo de dentes arreganhados!!!