🚨| URGENTE: Sem público, ano eleitoral começa muito mal para o Lula, pois o ato do PT para reforçar a mentira do 8 de janeiro fracassa sem convencer nem os petistas.
Polícia tenta conter manifestante durante protesto em Brasília realizado no dia 8 de janeiro
8 de janeiro de 2023. Essa foi a data que marcou para sempre a história do Brasil. Uma manifestação que descambou para alguns atos de vandalismo, talvez por gente infiltrada, e que serviu de pretexto para o começo da maior perseguição política em nosso país.
Centenas de pessoas foram presas sem o devido julgamento, sem foro adequado, sem individualização das penas, sem provas. Aqueles manifestantes do 8 de janeiro foram tratados como gado, divididos em lotes e punidos no coletivo. Eram parte de uma trama golpista de uma organização criminosa armada que pretendia destruir a democracia, diz a narrativa oficial.
Tudo balela, claro. Não havia qualquer golpe organizado, muito menos com a participação de cabeleireiras “armadas” de batom, donas de casa com a Bíblia na mão ou trabalhadores com a bandeira do Brasil nas costas. Nenhum golpe de estado tem vendedor ambulante de algodão-doce!
O “líder” da organização criminosa estava em outro país. A data escolhida foi um domingo, sem qualquer autoridade em Brasília. O golpe armado não contava com uma só arma, além de bolinhas de gude. É tudo tão ridículo que deveríamos rir da narrativa tosca, mas quando lembramos de seus efeitos, somos compelidos a chorar.
Como chorou hoje cedo a filha de Clezão, um dos presos do 8 de janeiro. Empresário pai de família, Cleriston da Cunha morreu na prisão sem julgamento, apesar de parecer da PGR favorável à sua soltura. Ele tinha problemas prévios de saúde e necessitava de cuidados médicos. Alexandre de Moraes negou.
A filha do Clezão, Luiza, concedeu uma entrevista hoje mais cedo e chorou ao lembrar dos últimos três anos. Quando perguntei o que ela deseja para Moraes, ela respondeu: “Justiça”. Será que todas essas famílias destruídas pela perseguição implacável do STF terão justiça algum dia?
Está claro para todos atentos aos acontecimentos políticos que não houve qualquer tentativa de golpe naquele 8 de janeiro, que tudo não passa de um discurso usado como pretexto para avançar com o autoritarismo e punir Jair Bolsonaro e seu entorno, afastando a direita da disputa eleitoral.
Houve sim um golpe, mas ele foi dado justamente pelo sistema, pelo consórcio PT-STF com a cumplicidade da velha imprensa. Foi tanto abuso de poder, desrespeito às prerrogativas dos réus, punições absurdas, que não podemos mais falar em democracia. Um estado de exceção foi instaurado no Brasil, e aquele fatídico 8 de janeiro de três anos atrás foi crucial para isso, por servir de pretexto para os verdadeiros golpistas.
Toda a sociedade reconhece que uma pessoa acima de 65 anos é idosa. Tem fragilidades e protocolos médicos diferenciados.
Temos um enorme arcabouço jurídico para abraçar os idosos.
O Presidente Bolsonaro preenchendo todos os requisitos é tratado completamente diferente do que o próprio ordenamento jurídico e jurisprudência rezam.
Não há pessoa mais vigiada atualmente do que o Presidente, não há razão que se justifique para que ele não seja transferido para sua residência, garantindo minimamente o Princípio da Dignidade Humana.
Quando do seu lançamento, em outubro de 1984, este livro ganhou dois prêmios de Melhor Livro do Ano:
Prêmio Literário Nacional – Instituto Nacional do Livro/MEC
Prêmio Guararapes – União Brasileira de Escritores
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Agora o Alexandre de Moraes também dá diagnóstico médico?
Parece piada, mas é real. O Conselho de Medicina tentou fazer o trabalho dele (proteger a sociedade e garantir a ética médica) e a resposta do STF foi a Polícia Federal na porta.