DEU NO JORNAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SPOCK LEE – NEW CASTLE, DELAWARE – USA

Caro Luiz Berto, Saúde!

Permita-me começar com uma singela homenagem, retirada do conhecido poema “O Livro e a América”, de Castro Alves.

Por isso na impaciência
Desta sede de saber,
Como as aves do deserto
As almas buscam beber…
Oh! Bendito o que semeia
Livros… livros à mão cheia…
E manda o povo pensar!
O livro caindo n’alma
É germe — que faz a palma,
É chuva — que faz o mar.

Rogo que esse ano que “bem inicia”… nos inspire e nos motive a ter esperança, nesse país tão assolado e já quase devastado por mazelas iMoraes de todas as espécies.

Agradeço à DEUS a existência do JBF, espaço cabriocárico e independente, que continua incentivando o pensamento crítico, a educação, a liberdade de pensamento através da literatura.

Despeço-me desejando Saúde e Esperança a toda Equipe do JBF e aos Ilustres Colaboradores Fubânicos.

I.A. esquecendo de apresentar uma pequena surpresa…

R. Êita peste!!!

Que presepada arretada: eu me amostrando-me com meus livros na I.A.

Ótimo rever você por aqui, meu caro amigo e leitor fubânico.

Ainda mais citando meu ídolo na poesia, o grande Castro Alves, cuja obra eu trago na memória e no coração desde os tempos de adolescente.

A propósito: hoje, 7 janeiro, é o Dia do Leitor!

Gratíssimo pela generosa apreciação que você fez sobre esta gazeta escrota.

Fiquei ancho que só a peste!

E Chupicleide relinchou de alegria!!!

Quando encontrar com Trump, diga que mandei um abraço pra ele.

E que o JBF está às ordens da Casa Branca.

Temos mais audiência do que The Wall Street Journal, USA Today e The New York Times somados!

Volte sempre, meu caro.

Um ano novo arretado pra você e todos os seus entes queridos!!!

DEU NO X

DEU NO JORNAL

RODRIGO CONSTANTINO

EM DEFESA DO BANCO CENTRAL

Decisão técnica do Banco Central que liquidou o Master é alvo de pressão em Brasília

Todos os países desenvolvidos possuem um mercado de capitais robusto e, via de regra, um banco central independente. Não é uma solução perfeita, pois sempre existe o risco de captura da autarquia pelos próprios bancos estabelecidos, mas esse foi o mecanismo encontrado para blindar a instituição da politização, historicamente o maior risco para a inflação.

Um banco central dominado pelo próprio governo é a pior combinação que existe, pois ele passa a seguir as decisões políticas e acaba, com isso, monetizando os rombos fiscais e produzindo inflação. O Brasil conhece bem esse histórico, assim como o de bancos estaduais que atuavam para financiar o rombo dos estados.

Foi no governo Bolsonaro que a independência do BC foi aprovada por lei. Um avanço institucional. A esquerda nunca engoliu bem essa mudança, pois sabe que um banco central subserviente aos interesses da política é um instrumento importante em seu projeto de poder.

Por isso José Dirceu gravou um vídeo aproveitando o caso do Banco Master para atacar o Banco Central do Brasil. Que Dirceu faça isso é algo esperado. O problema é que vários influenciadores de “direita” fizeram o mesmo. Agora veio à tona que esse ataque coordenado tinha o próprio Daniel Vorcaro por trás, oferecendo muito dinheiro para que tais influenciadores tivessem todos a mesma “opinião” ao mesmo tempo.

A enorme pressão contra o BC, sem precedentes, representa grande risco institucional. O TCU foi para cima do Banco Central com tudo, seguindo esse script. O “argumento” é que a liquidação do Banco Master foi precipitada, sendo que na verdade ela demorou bastante: os indícios de fraudes bilionárias estavam por toda parte.

Um dos influenciadores que teria se vendido para Vorcaro gravou um vídeo alegando que não existem heróis nessa história, que seriam apenas “boatos”. O desejo de nivelar todos por baixo é a marca de quem sabe ter feito algo errado. Muitos jornalistas com mais de um milhão de seguidores sequer foram procurados pela agência contratada pelo Master, pois possuem a reputação de rigor ético, e dois desses influenciadores procurados resolveram denunciar o esquema.

Cabe ao leitor adotar postura crítica sempre, desconfiar de quem muda de opinião de forma repentina, ou fala do que não entende direito. Esses casos de guinada abrupta existem em todo lugar. No Brasil temos Reinaldo Azevedo, autor de O País dos Petralhas, que virou o maior defensor dos petralhas, e nos Estados Unidos temos Tucker Carlson e Candace Owens, que passaram a atacar Israel e os Estados Unidos e defender o indefensável, como Putin ou o antissemitismo.

Voltando ao Banco Central, desconfie de quem se diz de direita e repete a ladainha esquerdista de que a taxa básica de juros é culpa do BC e dos grandes bancos, como se fosse uma grande conspiração da Faria Lima, ignorando o rombo fiscal do governo e sua trajetória explosiva e insustentável. O rentismo é um problema concreto, mas a culpa é do governo perdulário e irresponsável, não do “mercado”. Quem diz o contrário ou não entende muito do tema, ou pode estar recebendo grana de alguém para repetir esse discurso.

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O CHAVISMO E O PETISMO SÃO GÊMEOS

Guilherme Fiuza

Crise na Venezuela expõe risco de isolamento do Brasil e acirra debate sobre soberania e alinhamento geopolítico

Crise na Venezuela expõe risco de isolamento do Brasil e acirra debate sobre soberania e alinhamento geopolítico

A captura de Nicolás Maduro pelos EUA inaugurou uma nova temporada de mal-entendidos. Ou, mais exatamente, uma nova temporada de polêmicas inúteis. Já há veículo de imprensa dizendo que a associação de Lula a Maduro é obra de “bolsonaristas”. Veja o tamanho do potencial do debate.

Se associar Lula a Maduro é bolsonarismo, o atual presidente da República é bolsonarista de carteirinha. Ninguém o associou mais a Maduro do que ele próprio, no presente e no passado. Nunca escondeu de ninguém, nas várias passagens do PT pelo Palácio do Planalto, a decisão de apoiar e investir no regime chavista — que classificou como “excesso de democracia” num momento em que a Venezuela já estava refém do autoritarismo.

Lula sempre teve a preocupação de afirmar que a Venezuela de Chávez e Maduro não era governada de forma ditatorial. Deu-se, inclusive, ao luxo de aconselhar publicamente Nicolás Maduro a escolher uma “narrativa” mais eficiente. Convidar um opressor a ser um narrador melhor é pura poesia. E esse conselho foi dado em solo brasileiro, mais precisamente no palácio presidencial — onde Lula recebeu Maduro com as mais altas honras de chefe de Estado, em 2023. Haja bolsonarismo petista.

Apostar que o repúdio manifestado por Lula à prisão de Maduro não tem nada a ver com a aliança histórica entre os dois é superestimar a distração geral. Lula estaria apenas defendendo, com impessoalidade, a paz e a soberania no continente… Essa não cola nem no recreio do jardim de infância.

Desde que Maduro fraudou sua reeleição em 2024 (segundo a OEA e o Carter Center), existe uma tentativa de banho de loja na retórica petista. Alguns jornalistas militantes chegaram a escrever que o ditador venezuelano era “de direita” e que o presidente brasileiro não tinha nada a ver com isso.

Numa das teses mais arrojadas, Celso Amorim aparecia como objeto da crítica da imprensa amiga — por supostamente induzir Lula ao erro de se aliar a Maduro. Como se vê, o céu é o limite para o demagogo.

No momento em que os sinais flagrantes da brutalidade chavista começaram a incomodar mais — especialmente após a eleição, condenada até pelo progressista Boric, do Chile —, a força-tarefa da mistificação entrou em campo com tudo. Era urgente mostrar que o petismo e o chavismo eram coisas diferentes. Como essa diferença, na realidade, é invisível, a tropa da contrapropaganda apostou tudo na alquimia retórica.

Quando Lula saiu de Belém rumo à Colômbia, em plena iniciação da COP 30, para fazer a defesa de Maduro numa conferência regional, a brigada da mistificação já saiu montando a história de que se tratava de uma defesa da paz no continente. Como se a paz pudesse ser evocada em defesa de um regime assassino. Com o mundo todo olhando para o Brasil e para o seu presidente, por causa da conferência do clima, Lula marcou posição em defesa do indefensável Maduro.

Agora, a usina das falsas polêmicas quer colocar o petista no papel de defensor do direito internacional. Tarde demais. Essa demarcação técnica teria de ter sido feita muito antes de o caldo entornar. A própria complacência da ONU com regimes autoritários — que vem se acentuando neste século — já poderia ter sido apontada pelos supostos legalistas que cercam o presidente brasileiro e a sua indumentária democrática.

Claro que, quando entidades multilaterais se omitem na reprovação a focos de ilegalidade, como se tornou a Venezuela, abre-se espaço para o enfrentamento direto por quem alega ter seu território ameaçado pelo crime — como é o caso atual dos EUA.

O problema é complexo e as discussões vão longe. Mas nada disso inclui uma onda de amnésia sobre quem era quem no verão passado.

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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PODES CRER: ACONTECEU MESMO!!!

Um projeto coordenado pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) levou servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) a Cuba, no último mês de dezembro, para conhecer as estratégias do país de “incentivo à participação e ao controle social”.

A missão contou com o apoio da Presidência da República e manteve os servidores por 10 dias em Havana – capital do país que há décadas vive sob regime ditatorial comunista.

Segundo o governo Lula, o objetivo é compreender o funcionamento do sistema cubano de participação social, citando como um exemplo de sucesso a reforma constitucional realizada entre 2018 e 2019.

A Gazeta do Povo já mostrou que as reformas enfrentadas por Cuba foram superficiais e não mudaram a essência do regime comunista, que permanece firme no país.

Recentemente, a Justiça cubana condenou um homem a 4 anos e 6 meses de prisão por filmar uma fila para a compra de gás.

Além disso, cerca de 60 mil pessoas estão presas por motivos políticos e submetidas a trabalhos forçados, segundo relatório de uma ONG internacional.

* * *

Viajaram pra ilha-inferno com a finalidade de “compreender o funcionamento do sistema cubano de participação social”.

Tá escrito na nota aí de cima.

Viagem paga por nós, os contribuintes.

Quando a gente pensa que o desgoverno lulo-petralha chegou ao limite, ele consegue sempre ultrapassar.

É phoda!!!!

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

A cachorra Xolinha, mascote do JBF, de tabaca arrombada com os absurdos do gunverno luloso