8 milhões de exilados venezuelanos fazendo festas gigantescas pelo Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, EUA, Portugal, Espanha, e os extremistas de esquerda seguem presos à ladainha petista de sempre? Assista até o fim e ouçam o que as crianças venezuelanas dizem! pic.twitter.com/Q5kW8ogfvw
Ao prometer na campanha de 2022 um “revogaço” de decretos de sigilo do antecessor Jair Bolsonaro, para “restaurar a transparência” e acabar o “obscurantismo”, Lula (PT) estava apenas mentindo para o eleitorado.
O governo do petista impôs milhares de sigilos, dos gastos extravagantes das viagens de Janja, sua mulher, às evoluções dos seus empresários favoritos, Joesley (que o delatou na Lava Jato) e o irmão Wesley, passando pela recusa de cumprir a Lei de Acesso a Informações (LAI).
Dados da Controladoria-Geral da União e relatórios independentes revelam total de 3.287 sigilos entre 2023 e 2025, ignorando a LAI.
O governo Lula desrespeitou a LAI, de forma obstinada, própria de quem tem muito a esconder, recusando 16% dos pedidos de informações.
Virou piada Lula jurar em 2022 a uma radio paulistana, mentindo, o revogaço de tudo “que Bolsonaro está criando para defender os amigos”.
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O primeiro parágrafo desta nota aí de cima diz que “Lula estava apenas mentindo para o eleitorado”.
E dito isto, tá tudo dito.
Não precisa falar mais nada.
Mentir é condição indispensável no comportamento do Descondenado.
O ano acabou e passou ligeiro. Rapidinho, chegou o dia um de novo e o pano caiu para dar início a nova peça, a novo ato. O Teatro da vida aguarda. A importância maior, sabedoria incomparável, é fazer com que a cortina que se nos apresenta, ainda que seja chita, nos pareça a mais perfeita das sedas e com ela e seu colorido tenhamos a sabedoria de espalhar cores em torno de quem gostamos. E quando esse pano ameaçar desfiar, não permitamos que nossas costas fiquem desprotegidas, nuas, fazendo com que o resto continue a remendar os sentimentos que surgem ao longo dessa costura que é a vida. E então, o fio vivendo por um fio, findará o seu cio na prateleira dos anos felizes e das alegrias acumuladas. Aos fiapos que sobrarão, restará a missão de amarrar a solidão e alinhavar os desenganos. Seguir em frente é a receita, vestindo a alma com a melhor das roupas, costurada com a linha dos prazeres e com botões repletos de alegria. E aguardar o outro ano que vai chegar. Quanto ao ano findo, dizer da sorte de podermos dizer: Há Deus, Ano Velho.