CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

LINCOLN (2012) – UMA OBRA-PRIMA CINEBIOGRÁFICA CARENTE DE ANÁLISES INTELIGENTES

Daniel Day-Lewis recebeu o Oscar de melhor ator interpretando Lincoln

A cinebiografia de Abraham Lincoln, obra-prima dirigida por Steven Spielberg sobre os últimos anos da vida de um dos presidentes mais fascinantes da história dos Estados Unidos da América, se passam durante o final da Guerra da Secessão em linhas gerais, conflito esse iniciado quando os estados do Sul do país criaram um movimento separatista e declararam sua independência do país, o que foi motivado pela divergência existente a respeito da abolição da escravidão. Essa guerra foi a pior da história americana, com saldo de cerca de 600 mil mortos.

A bem da verdade, por mais que possa parecer, Lincoln não é uma cinebiografia sobre o 16.º presidente dos Estados Unidos, e essa falta de sinceridade com seu espectador acaba, justamente, contando contra o interesse pelo filme. “Lincoln” é um filme sobre a 13.ª Emenda da Constituição Americana que, com poucas palavras, aboliu a escravidão naquele país, em votação apertada, com corrupção e tudo, apoio e aval do homem mais puro da América, no dizer do congressista democrática, Thaddeus Stevens.

Baseado no livro “Team of Rival: The Political Genius of Abraham Lincoln,” da historiadora e biógrafa americana Doris Helen Kearns Goodwin, que analisa o gabinete do governo do presidente Lincoln da época, que se aliou aos seus ex-rivais de campanha em linhas gerais para aprovar a Emenda 13.ª a qualquer custo, o filme Lincoln, indicado a 12 Oscars pela The Academy, tem a sua maior força nas atuações. Daniel Day-Lewis tem mais uma atuação assombrosamente memorável na carreira, nos lembrando por que já possui três estatuetas do Oscar (Meu Pé Esquerdo (1989), Sangue Negro (2007) e Lincoln (2012). O ator incorpora o ex-presidente de forma impressionante, com um trabalho de voz que faz do personagem um sujeito delicado, mas sempre marcante e firme, falando baixo, mas sendo sempre ouvido e respeitado.

Sally Field e Tommy Lee Jones são outros destaques do elenco, que conta ainda com as ótimas presenças de David Strathairn, Hal Holbrook e Bruce McGill. Field interpreta Mary Todd Lincoln e chama a atenção em todas as sequências que aparece. Já Lee Jones surge como Thaddeus Stevens, congressista democrata liberal que causa polêmica entre os representantes do povo. O ator, que muitas vezes gasta seu talento em produções que só exigem dele a cara de durão mal humorado, brilha no filme, protagonizando, pelo menos, uma cena memorável, como no discurso na Câmara dos Representantes. Mas nem só de veteranos vive o elenco de Lincoln. Joseph Gordon-Levitt, Lee Pace e Joseph Cross também aparecem com destaque.

O longa conta com uma belíssima trilha sonora de John Williams, que tem como principal mérito o fato de não ser repetitiva ou insistente. A trilha surge de forma forte, mas não se preocupa em marcar presença durante todo o tempo. A fotografia de Janusz Kaminski também merece aplausos ao adotar uma tonalidade azulada, numa referência clara às cores da União na Guerra da Secessão. É curiosa ainda a opção por tomadas em primeiríssimo plano, com muito destaque aos rostos dos atores, o que reforça a percepção das grandes atuações.

Outro ponto positivo do filme é a direção de arte, que aqui é comandada por seis mãos (Curt Beech, David Crank e Leslie MacDonald). O trio colaborou para dar autenticidade ao drama. Tudo é suntuoso e de muito bom gosto. O mesmo pode ser dito do figurino criado por Joanna Johnston.

“O verdadeiro sentido da emenda, é que não vejo igualdade em tudo. Só igualdade perante a lei, e nada mais!” – disse o fervoroso deputado democrática Thaddeus Stevens, interpretado brilhantemente por Tommy Lee Jones, em síntese antológica em plenário da Câmara dos Representantes, em momento ímpar do filme LINCOLN.

a) Lincoln Official Trailer #1 (2012) Steven Spielberg Movie HD

b) Lincoln 20 Min. Featurette (2012) – Steven Spielberg Movie HD

 

DEU NO JORNAL

A QUEDA DE MADURO E A CAIXA-PRETA DO FORO DE S.PAULO

Paulo Briguet

A crise venezuelana expõe crimes do regime, o Foro de São Paulo e a queda de Maduro, alertando que sem justiça a tirania apenas muda de rosto

1. “Muitos crimes eu testemunhei. É impossível ignorar tamanha dor. Aquela miserável gente, quase sem haveres, quase sem bagagem, às margens das estradas, dava-me dó. As mulheres, com casacos metidos às pressas; as crianças, andejando em pijama, confusas, sonolentas, a chorar; os homens, com olhar apalermado de quem não sabe o que deve fazer. Tudo isso eu vi, e muito mais, na longa caminhada da Venezuela ao Brasil. Contarei tudo. Revelarei toda a devassidão que se apossou da minha terra natal, conspurcou tudo e rebaixou todos. Darei nomes, títulos e posições. Apontarei dedos e faço questão de assegurar que a tudo chamarei pelo termo preciso. Não ousarei atenuar nada. Tampouco me servirei de eufemismos: um bandido é um bandido, um canalha é um canalha, um traidor é um traidor. Registre-se, pois, devidamente identificada, a reputação de cada qual para a posteridade que me há de ler e julgar”.

2. O trecho acima, do livro Se Houvesse Um Homem Justo na Cidade, do escritor paranaense Diogo Fontana, é o inventário de um desastre humano que transbordou fronteiras e está diante de todos nós. Mas nunca entenderemos o que aconteceu na Venezuela nestes 26 anos de regime socialista se não compreendermos o que é o Foro de São Paulo, organização fundada por Lula e Fidel Castro, em 1990, para levar o movimento revolucionário ao poder em toda a América Latina.

3. Nicolás Maduro, o tirano que converteu a nação mais próspera da América Latina em um imenso necrotério e campo de famintos, agora dorme em uma cela federal no Brooklyn. Só há dois tipos que criticam a prisão de Maduro: idiotas e vigaristas. Como dizia o embaixador Meira Penna, existem comunistas honestos e inteligentes; o problema é que os honestos não são inteligentes e os inteligentes não são honestos.

4. Tudo indica que Maduro foi rifado e entregue por aqueles que comiam em sua mesa. O triunvirato narcoterrorista — os irmãos Delcy e Jorge Rodríguez, somados ao sinistro Diosdado Cabello — parece ter decidido que o chefe era um passivo caro demais. Para salvar o sistema, entregaram a cabeça do monstro. Lealdade? Piada! A única coisa feia, na cabeça de um comunista, é perder o poder.

5. Preciso dizer sem rodeios: Delcy Rodríguez e seu irmão, Jorge, conseguem, juntos, ser piores do que Maduro. O cobrador de ônibus era o músculo bruto, a truculência visível, o fanfarrão sanguinário. Os Rodríguez são o cérebro e o sistema nervoso do mal. Delcy, movida por uma sede de vingança que remonta ao trauma do pai sequestrador, e Jorge, o psiquiatra que usa a ideologia para transtornar a alma da nação, são peças fundamentais do regime criminoso.

6. Agora, Delcy apresenta-se ao mundo como a fiadora da transição. É uma piada de mau gosto, uma zombaria com o cadáver dos mártires. Aceitar Delcy como interlocutora da democracia é o mesmo que convidar a hiena para cuidar do inventário do rebanho que ela mesma ajudou a dizimar. O que ela busca não é a paz, mas a queima de arquivo e o salvo-conduto.

7. Contra essa autoridade de papel, ergue-se a legitimidade das urnas e do espírito. O presidente legítimo da Venezuela é o embaixador Edmundo González, o homem que carrega os votos de milhões. E a líder da alma nacional é María Corina Machado, ganhadora do Nobel da Paz em 2025. O contraste é insuportável: de um lado, a Nobel que oferece a liberdade; do outro, a socialista que, se pudesse, mandaria todos os inimigos para os torturadores de El Helicoide.

8. Mas há um fator que explica o nervosismo que hoje atravessa o continente: a caixa-preta do Foro de São Paulo. Maduro não levou para Nova York apenas suas roupas de detento, mas também os segredos do maior cartel político-criminoso da história moderna. Como um dos chefes do Foro, ele sabe exatamente como o dinheiro do narcotráfico venezuelano financiou ditaduras e terroristas companheiros em toda a região.

9. O pânico que se sente em Brasília é palpável. A fala mansa de Lula decorre do puro instinto de sobrevivência. Se Maduro, sentindo-se traído pelos seus e acuado pela justiça americana, decidir cantar, as digitais dos companheiros do Foro de São Paulo aparecerão em cada página desse prontuário de crimes transnacionais. O medo do Planalto tem nome e sobrenome: Nicolás Maduro Moros.

10. Em 2024, o exilado Roderick Navarro me disse, em uma entrevista: “O destino do Brasil e da Venezuela será o mesmo”. A queda de Maduro é a primeira grande fenda na muralha do Foro de São Paulo, mas a tentativa de Delcy Rodríguez de sequestrar a transição é o esforço final para manter o Brasil e a Venezuela acorrentados ao mesmo projeto de poder criminoso.

11. Sem eufemismos! Aqueles que hoje, nos palácios de Brasília ou nas redações da extrema-imprensa, tentam legitimar a “interinidade” da vice-ditadora Delcy Rodríguez estão escolhendo o lado do torturador. Não existe meio-termo entre o Nobel da Paz e a sede de vingança bolivariana. “Registrar a reputação de cada qual” é o nosso dever, para que a posteridade não nos julgue cúmplices.

12. Apesar da devassidão, o débil fio, ainda teso, de esperança de que falava o personagem de Fontana resiste. A prisão de Maduro e a exposição da caixa-preta do Foro de São Paulo oferecem à América Latina uma chance única de exorcizar os demônios da revolução. A luz está voltando para a Venezuela; cabe a nós garantir que a sombra que foge de lá não encontre abrigo definitivo aqui.

DEU NO JORNAL

MADURO SE FOI, MAS O CHAVISMO PERMANECE – ATÉ QUANDO?

Editorial Gazeta do Povo

nicolás maduro delcy rodriguez

Delcy Rodríguez presta juramento diante do irmão, Jorge Rodríguez, presidente do Parlamento, e de Nicolás Maduro Guerra, filho do seu antecessor

Nicolás Maduro se tornou passado na história venezuelana; o ex-ditador, capturado por forças norte-americanas na madrugada de sábado, já se encontra encarcerado nos Estados Unidos, onde ele e a mulher, Cilia Flores, serão julgados por envolvimento com o narcotráfico internacional – a primeira audiência, em um tribunal de Nova York, ocorreu na manhã desta segunda-feira. No entanto, os próprios norte-americanos permitiram que uma vice-presidente ilegítima ocupasse o lugar do ditador deposto, e todas as principais peças do projeto tirânico bolivariano continuam em suas posições.

A Venezuela, agora, está nominalmente sob o comando de alguém com quem, segundo o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, os EUA “podem trabalhar”. Trata-se de Delcy Rodríguez – tão ilegítima quanto era Maduro, pois estava na chapa derrotada em 2024 –, uma radical de esquerda, irmã do atual presidente da Assembleia Nacional (o Poder Legislativo venezuelano, totalmente cooptado pelo chavismo), Jorge Rodríguez. Além de Delcy e seu irmão, vários dos principais cúmplices de Hugo Chávez e Nicolás Maduro seguem exercendo os mesmos cargos que tinham antes da ação norte-americana: é o caso dos ministros do Interior, Diosdado Cabello, e da Defesa, Vladimir Padrino López – Cabello, inclusive, está entre os acusados de também fazer parte do Cartel de los Soles, que estaria envolvido no comércio internacional de drogas.

Aqui, é preciso fazer algumas ponderações. Não há dúvidas que o único resultado final aceitável é a entrega do poder a seus legítimos detentores: a oposição ao chavismo liderada por María Corina Machado e que elegeu seu candidato, Edmundo González Urrutia, na eleição de 2024, cuja apuração foi fraudada por Maduro. No entanto, isso parece impossível no curtíssimo prazo: as forças armadas seguem leais ao bolivarianismo, assim como o Judiciário e o Legislativo. Os colectivos paramilitares continuam armados, e agentes de países aliados, como Cuba e Irã, ainda estão no país. Colocar González no Palácio de Miraflores sem que todo esse ecossistema de opressão tenha sido saneado (ou ao menos enfraquecido) seria muito arriscado, por mais que ele e María Corina tenham amplo apoio da população.

Também é verdade que os chavistas poupados da ação de sábado sabem que estão amarrados. Donald Trump prometeu uma ação “muito maior que a primeira” se Delcy Rodríguez “não cooperar”. Mas o que, exatamente, seria essa cooperação? Simplesmente permitir que as empresas norte-americanas “consertem” a exploração de petróleo na Venezuela, algo que Trump mencionou em sua coletiva de sábado, mantendo-se no poder? Ou preparar de fato o terreno para o fim da ditadura e o restabelecimento da democracia e da liberdade na Venezuela, com a atual oposição assumindo a presidência, ou ao menos com a realização de novas eleições livres e transparentes? Rubio disse ao canal de televisão CBS que os Estados Unidos desejam “uma transição integral para a democracia”, mas até agora parece haver pouca ou nenhuma clareza sobre como isso ocorrerá.

A Venezuela só terá democracia e liberdade de fato sob duas condições. Primeiro, o chavismo e seus cúmplices terão de ser devidamente alijados da vida pública venezuelana – e sem a menor chance de terem qualquer voz a respeito do futuro do país, tamanhos foram seus crimes (pelos quais eles idealmente responderiam, internamente ou no Tribunal Penal Internacional, embora ainda não se descarte uma anistia e um exílio permanente em alguma ditadura amiga). Segundo, González precisa assumir o poder e exercer o mandato para o qual foi eleito pelos venezuelanos – ou, na pior das hipóteses, assumir interinamente com o objetivo de convocar eleições limpas, supervisionadas pela comunidade internacional. Se é isso que os Estados Unidos têm em mente, ainda que seja no médio prazo, uma colaboração temporária com o chavismo seria tolerável; do contrário, o povo venezuelano continuará sofrendo.

Os Estados Unidos sabem, ou deviam saber, o que acontece quando encerram suas intervenções e deixam para trás um vácuo de poder ou facções capazes de se impor pela força. Aconteceu no Iraque, o que permitiu o surgimento do Estado Islâmico; e na desastrada retirada do Afeganistão, decidida no primeiro mandato de Trump e executada por Joe Biden, após a qual o Talibã retomou seu regime de opressão. Que não ocorra o mesmo com a Venezuela.

DEU NO X

PENINHA - DICA MUSICAL

DEU NO JORNAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO X

RODRIGO CONSTANTINO

A CAPTURA DE MADURO E A SOBERANIA DOS AMERICANOS

venezuela captura maduro espanha

Em alguns minutos os militares americanos entraram em solo venezuelano e capturaram o ditador Nicolás Maduro, que foi levado para julgamento nos Estados Unidos. Nesse curto espaço de tempo, a geopolítica mudou, o mundo todo entendeu o recado: ninguém está protegido da maior potência bélica do planeta.

A China pode oferecer investimentos em infraestrutura, pode cooptar lideranças corruptas, pode fazer promessas de parcerias duradouras, mas não pode fornecer segurança aos seus ditadores aliados. Absolutamente ninguém está seguro contra a CIA e os militares americanos.

Além desse recado, há outro: a Doutrina Monroe está de volta e a América é dos americanos. China, Rússia e Irã não podem tratar o continente como seu quintal mais. O soft power de diplomacia não foi capaz de impedir o avanço desses países do eixo do mal. Mas a mudança de postura com o presidente Trump sim: “Brinque com o perigo e veja o que acontece” (FAFO, em inglês).

A captura de Maduro serviu para dividir o joio do trigo: quem pode ser contra, afinal?! Os tucanos saíram de sua toca imunda para defender o ditador socialista. Quem começa com aquele papinho de que condena Maduro, MAS é contra a “invasão” americana, logo se entrega. Aécio Neves, Eduardo Leite e companhia são e sempre foram linha auxiliar dos comunistas.

Tentou-se de tudo com Maduro, e nada adiantou. Sanções, pressão internacional, ONU, nada surtiu efeito. Eleições fraudadas, tanques passando em cima do povo, e o mundo todo assistindo. Quem fala na via do “diálogo” é um dissimulado, um sonso, um hipócrita. Maduro só compreende uma linguagem, e o governo Trump mostrou qual.

Quem fala em “soberania” e “autodeterminação dos povos” também é canalha. Não há soberania quando o povo é subjugado por uma ditadura opressora. Os “intelectuais” condenam a operação americana enquanto o povo venezuelano comemora nas ruas. Isso é soberania. Maduro tinha uma guarda feita por cubanos: onde estava a soberania dos venezuelanos aqui? A China explorava os recursos venezuelanos: soberania?

Ninguém sabe ao certo os próximos capítulos. A presidente interina já falou em cooperar com os Estados Unidos. Marco Rubio e Trump já deixaram claro que haverá consequências graves se o certo não for feito. Avisaram que quem está no comando são os próprios americanos. Mas as estruturas do Estado venezuelano estão dominadas por chavistas ainda, e é preciso evitar uma guerra civil. É um jogo complicado.

Independentemente do que vai acontecer daqui para frente, a geopolítica já não é mais a mesma. Ninguém mais considera Trump um blefador, não depois do Irã e da Venezuela. E o presidente já está fazendo ameaças aos governos socialistas de Cuba e da Colômbia. Melhor todos levarem Trump a sério, e entenderem que a Rússia e a China nada podem fazer para impedir a ação militar americana no continente.

Há uma esperança no ar. Os povos americanos sonham com a liberdade, com a democracia. O Foro de SP sofreu um duro golpe e está baqueado, marcando reunião para avaliar o que pode ser feito. O governo Trump trouxe a esperança de volta. Com cerca de oito milhões de venezuelanos exilados, não havia caso similar no mundo, nem na Ucrânia. Agora muitos já sonham com a possibilidade de voltar ao país.

Se isso será mesmo possível ainda não sabemos. Mas a queda de Maduro era o primeiro passo necessário, e foi dado. Um dia histórico, para qualquer defensor da democracia comemorar. Quem está criticando pode se dizer um democrata, mas não passa de um defensor enrustido de ditaduras comunistas…

COMENTÁRIO DO LEITOR

CADEIA NELAS

Comentário sobre a postagem MADURO E CILIA DEVEM SER CONDENADOS À PRISAO PERPÉTUA

Luci Oliva:

Caraca. Melancia e X9.

Vivi para ver isso.

Acho certíssimo as mulheres desses ditadores patifes pegarem a mesma pena que eles.

Sabem que o desgraçado destrói a vida de famílias, persegue e mata inocentes mas, como estão levando uma vida de luxo, aceitam o canalha e apoiam.

Quem comeu a sardinha também tem que cagar a espinha.

Cadeia nas vigaristas, mulheres de ditadores.