SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
DEU NO JORNAL
CONDIÇÃO
Pré-candidato ao Senado no Rio Grande do Sul pelo Novo, o deputado Marcel van Hattem foi peremptório:
“No Novo, só concorre ao Senado quem for a favor de impeachment de ministros do STF. Ponto final”.
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Isso deveria ser condição exigida por todos os eleitores ao escolher o seu candidato.
Vamos analisar com cuidado em quem iremos votar pra senador.
DEU NO X
ÍNDIO PATAXÁ
ALEXANDRE GARCIA
ECONOMIA GLOBAL AJUDOU LULA NO PASSADO, MAS A MARÉ VIROU

Navios petroleiros cruzando o Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial
Lula já teve sorte com a economia mundial, e isso ajudou o seu desempenho eleitoral nos dois primeiros mandatos, principalmente no primeiro deles. Agora a situação global se inverteu; está tudo ruim. O presidente mandou zerar o imposto do querosene de aviação, porque o combustível vai sofrer um reajuste de 54% e a passagem aérea vai subir.
Tudo está mais caro. O Banco Central faz semanalmente aquela pesquisa com 100 agentes do mercado, para levantar as previsões e identificar tendências. O último Boletim Focus veio com mais inflação. A previsão de IPCA para 2026 está perto do limite máximo de tolerância da meta. A meta é de 3%, mas a estimativa está em 4,36%. Passando de 4,5%, já estoura o limite de tolerância. Enquanto isso, o PIB está cada vez mais encolhido. A última previsão para este ano era de 1,9% – que já é pouco –, e agora baixou para 1,85%.
O agro também está com problemas de dívidas e de fornecimento de fertilizante por causa da guerra da Ucrânia. Jair Bolsonaro tinha liberado fertilizante da Ucrânia e da Rússia, falou com ambos, mas agora está tudo emperrado. E a situação no Estreito de Ormuz não se resolve… combustível mais alto significa transporte mais caro, o que afeta todas as mercadorias.
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Já começaram as especulações sobre o vice de Flávio Bolsonaro
Lula também deve estar preocupado com as pesquisas. Flávio Bolsonaro está surpreendendo, e já falam no vice. Será Tereza Cristina? Será Romeu Zema? Matematicamente é mais racional convidar Zema, que vem do segundo maior colégio eleitoral do país. O primeiro é São Paulo, onde Tarcísio de Freitas é candidato ao governo e já atrai votos. Em Minas Gerais, parece que o candidato de Lula ao governo será Rodrigo Pacheco, de triste memória por sua passagem na presidência no Senado, uma memória tão triste quanto a que Davi Alcolumbre está construindo agora.
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Não é um código que vai resolver os problemas éticos do STF e da Justiça
As pessoas me perguntam aqui em Lisboa – ainda nesta segunda-feira me perguntaram – por onde virá a solução, o que precisa acontecer no Brasil. Eu respondo que precisa haver uma votação maciça em candidatos ao Senado que queiram salvar o Supremo da decadência, porque a decadência está provada. A Constituição exige, para ser ministro do Supremo, conduta e reputação ilibadas. Mas vejam como está a reputação da suprema corte: só 24% acham que está ótima ou boa; quase o dobro disso, 42%, acham que está ruim ou péssima. Provavelmente nunca na história o Supremo chegou a este nível de reprovação.
E mesmo assim parece que os ministros continuam em uma bolha. As saídas do presidente do Supremo são quase pueris: “vamos fazer um código de ética”, promete. Quer dizer que, se não houver código, ninguém vai se portar com ética? Vejam o caso do desembargador Newton Ramos, que trabalhou para Nunes Marques como juiz auxiliar, é muito ligado a ele, e mesmo assim deu uma liminar que favoreceu um cliente do filho de Nunes Marques. O desembargador afirmou que “não há hipótese ilegal de impedimento”. Que régua ética ruim a dele! “A lei não diz que não é, então eu vou fazer”, é assim que funciona? E a moralidade? A ética? Não aprendeu nada disso em casa, na infância?
DEU NO JORNAL
INGUINORANSSIA
Enquanto Lula (PT) posa como paladino de teses que nem compreende, tipo “transição ecológica”, vídeo de domingo (5) expõe o abismo entre discurso e prática.
Janja preparou e serviu carne de paca, roedor silvestre cuja caça é proibida pela Lei de Proteção à Fauna (5.197/67) e pela Lei de Crimes Ambientais (9.605/98).
“Divina”, exultou Lula, após saborear o delito.
Ele faz discursos pela ‘biodiversidade”, que também ignora, e põe no prato um animal cuja captura configura crime ambiental.
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Essa nota aí de cima diz que o Descondenado “também ignora” a biodiversidade.
Se for relacionar tudo que ele ignora, num vai caber aqui.
Vai ser uma lista mais comprida do que um dia de fome!!!
COMENTÁRIO DO LEITOR
CRIME
Comentário sobre a postagem ÊITA!!! PACA RAI !!!
Silvio:
Matar paca é crime ambiental no Brasil.
A paca é um animal silvestre protegido, e a caça, perseguição ou abate sem autorização do IBAMA violam a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998).
A pena inclui detenção de seis meses a um ano e multa.
CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS
O RESGATE DO SOLDADO RYAN (1998) – UMA OBRA-PRIMA SOBRE A ESTUPIDEZ DA GUERRA

Caos da guerra com realismo e intensidade
Filmes de guerra são normais no cinema, mas nenhum conseguiu ter o mesmo impacto de “O Resgate do Soldado Ryan,” um dos melhores filmes de guerra já realizado na história do cinema no Século XX. Sua abertura é épica, sua qualidade técnica é deslumbrante. O diretor Steven Spielberg, um dos maiores cineasta da atualidade, usa muitos efeitos práticos. A movimentação de câmara é frenética e coloca o telespectador dentro do campo de batalha, onde tem uma ambientação realista demais e agonizante, com soltados sendo baleados, feridos, mutilados e mortos. Nessa abertura épica, que dura mais de trinta minutos o tiroteio, a água do oceano vira um mar de sangue humano.
Essa sequência inicial do desembarque na praia de Omaha, na França, é perfeita. Somos dignificados a assistir quase meia hora de situações brutais e ásperas, promotoras de um senso de perda muito forte, que casa com o fato deste ser um retrato fidedigno do que realmente acontecera no fatídico Dia D. Ainda não fomos apresentados aos personagens, não nos importamos com eles sob um viés formal, mas, mesmo assim, Steven Spielberg faz com que cada baixa seja impactante. A câmera é deslocada para o meio do confronto e o público sente o pesar da situação, como provavelmente nunca sentira anteriormente.
O trabalho sonoro do longa metragem impressiona, tanto a edição quanto a mixagem de som são sensacionais. O trabalho de edição e montagem é espetacular e sempre mantém um bom ritmo narrativo, além da excelente fotografia campal e a maquiagem. O roteiro nunca deixa a imersão de lado, mesmo quando o ritmo é mais calmo, com excelentes diálogos.
No elenco temos grandes atuações e uma história curiosa: Steven Spielberg queria que um ator desconhecido fosse contratado e escolheu Matt Damon que, ironicamente, ganhou o Oscar de melhor roteiro e melhor ator em “Gênio Indomável” em 1997, antes do lançamento de “O Resgate do Soldado Ryan” pelo trabalho de “Gênio Indomável,” o que trouxe mais holofotes ao filme.
Matt Dalmon está extraordinário no papel do soldado Ryan, apesar de aparecer no final do segundo ato. Ryan Hurst, Tom Sizemore, Edward Burns, Barry Pepper e Adam Goldberg estão todos bem comprometidos no papel, mas quem tem maior destaque é Tom Hanks. Ele possui uma carga dramática excepcional e passa um conhecimento de general que impressiona. Ele passa o lado humano e a angústia pela morte de cada um soldado do seu grupo, ele sente a culpa pela morte.
Não é à toa que Tom Hanks foi indicado ao Oscar de melhor ator e ganhou. E o filme foi indicado a 11 Oscars, rendendo para Steven Spielberg a estatueta de melhor diretor. Um filme perfeito em som, fotografia, elenco, direção. Um filme bem escrito, emocionante, um dos melhores da carreira do diretor Spiolberg. O melhor filme de guerra já produzido.
O “Resgate do Soldado Ryan” é um filme genial sobre guerra, essa estupidez humana. Jamais aparecerá outro igual na história do cinema.
O Resgate do Soldado Ryan – Trailer Oficial
O Resgate do Soldado Ryan (1998) | Crítica | Review
DEU NO JORNAL
NADA É PROIBIDO PRA ELES…
PENINHA - DICA MUSICAL
LUIZ AMÉRICO
DEU NO X


