LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO JORNAL

DEU NO JORNAL

TUDO DENTRO DOS CONFORMES

Presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, Evair de Mello (PP-ES) desconfia da insistência do governo Lula de importar arroz sem a menor necessidade.

Ele suspeita até de eventuais desvios de verbas.

* * *

Desvios de verbas no gunverno do Ladrão Descondenado não é suspeita, sinhô deputado.

É certeza absoluta.

Trambicagem é a marca fundamental da quadrilha lulo-petralha.

E segue a rotina.

DEU NO X

DEU NO X

DEU NO JORNAL

SUJEITO CÍNICO

O assassinato do brasileiro Michel Nisenbaum na Faixa de Gaza virou “falecimento” na primeira fala pública de Lula (PT) sobre o caso.

O grupo terrorista Hamas e “terrorismo” nem sequer foram mencionados, claro.

* * *

Esse sujeito é de uma cara-de-pau sem limites.

Puta merda!!!

O mais impressionante é que ainda tem gente que acredita nele, apoia ele e vota nele.

Como bem dizia Seu Luiz, meu saudoso pai, gente besta e mato é o que mais tem nesse mundo.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

DULCE – Castro Alves

Se houvesse ainda talismã bendito
que desse ao pântano – a corrente pura,
musgo – ao rochedo, festa – à sepultura,
das águias negras – harmonia ao grito…

Se alguém pudesse ao infeliz precito
dar lugar no banquete da ventura…
E trocar-lhe o velar da insônia escura
no poema dos beijos – infinito…

Certo… serias tu, donzela casta,
quem me tomasse em meio do Calvário
a cruz de angústia que o meu ser arrasta!…

Mas se tudo recusa-me o fadário,
na hora de expirar, ó Dulce, basta
morrer beijando a cruz de teu rosário!…

Antônio Frederico de Castro Alves, Bahia (1847-1871)

ALEXANDRE GARCIA

OS NÚMEROS NÃO ENGANAM: A ECONOMIA ESTÁ CAMBALEANDO

Reabertura do Comércio em bandeira Laranja

Consequências dos lockdowns impostos durante a pandemia continuam aparecendo

Eu abro os jornais e as páginas de política só trazem elogios ao governo federal e ao “trabalho maravilhoso” que está fazendo no Rio Grande do Sul, enquanto dizem que as críticas ao governo são todas “fake news”. Mas quando se chega às páginas da economia, não há como negar os números, não adianta. Nos quatro primeiros meses do ano, até 30 de abril, os pedidos de recuperação judicial aumentaram 80% neste ano. São empresas, e até grandes empresas, que estão inadimplentes, não têm como pagar suas dívidas.

Conversei nesta segunda-feira com um amigo que é advogado tributarista e atende essas empresas. Ele me contou sobre um cliente que não conseguiu mais pagar o aluguel do shopping, e que isso começou com a história de fechar tudo na pandemia. Aí veio o rombo, que só cresceu. Tem de desempregar, não pode pagar, tem de pedir recuperação judicial. Será que era mesmo necessário fechar tudo? Está aí o resultado. E o advogado me perguntou: e o BNDES? Não é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social? O “econômico” tem o “social”, porque inclui os trabalhadores. E é nacional. Tanto dinheiro que vai para fora desse “banco nacional”, pois agora estão precisando muito, aqui dentro.

No boletim Focus – que é um levantamento do Banco Central sobre o que está pensando o mercado financeiro – desta segunda-feira, a previsão de inflação subiu pela quarta semana consecutiva. Temos, ainda, o rombo dos arrozeiros, que pegaram três anos de seca e agora a enchente, mas colheram quase 90% da safra e dizem que o Brasil tem arroz suficiente para abastecer o mercado e até exportar. Só que o país está importando e parece que vai vir um arroz da Ásia, que não tem nada a ver com a panela e o prato do brasileiro.

* * *

Quando a OMS pagará pelos erros da pandemia?

Falei da história do “fecha tudo”, e acabaram de fazer um protesto em Genebra, na frente da Organização Mundial de Saúde (OMS), por causa de tudo que a OMS cometeu durante a chamada pandemia. Agora todos sabem que sim, havia e há tratamento; por que mentiram, dizendo que não tinha tratamento, levando à morte de tanta gente que não foi tratada? Será que era para fazer negócio com respiradores? É hora de pensarmos sobre os erros do passado, para evitar que sejamos enganados de novo. Vejam o caso de Porto Alegre: houve a lição de 1941 e ainda assim construíram um aeroporto abaixo da cota daquela enchente. O aeroporto está numa cota de 4,5 metros e a enchente de 1941 chegou a 4,75 metros. A água subiu ainda mais esse ano, meio metro a mais, porque a sujeira do leito do rio e os aterros todos fizeram a água sair.

* * *

Violência em Fátima faz Portugal repensar imigração 

O governo português está preocupado, e com razão. Quantos de vocês que me ouvem e me leem já fizeram peregrinação ao maravilhoso santuário de Nossa Senhora de Fátima? Pois agora imigrantes provocaram, pela primeira vez, violência nas ruas do centro de Fátima, na madrugada de domingo. Deixaram um morto e cinco feridos – o morto com 25 anos, e os feridos entre 20 e 30 anos. A Polícia Judiciária está investigando as causas, porque os autores são conhecidos, todos vieram da ex-colônia do Timor-Leste, para onde foram soldados brasileiros das forças de paz, depois dos problemas com a Indonésia, que entrou na ilha quando Portugal saiu, em 1975.

Hoje, o Timor-Leste é o país de fala portuguesa que mais envia imigrantes. Isso levantou de novo a questão da imigração. Os europeus têm de pensar sobre sua cultura, sua independência, porque a história mostra que a Europa foi muito invadida por nações, povos que vieram do norte da África, do Oriente Médio, dos Bálcãs, tem muita história. E a história nos ajuda a evitar os erros do passado.

DEU NO JORNAL

PIORANDO A CADA DIA

Considerando mais de R$ 800 milhões em investimentos estrangeiros retirados do Brasil no fim de maio, já somam mais de R$ 35 bilhões a “lipoaspiração” da B3, a bolsa de valores, entre janeiro e maio.

Os analistas atribuem a fuga de investimentos a decisões do governo Lula (PT) deixando claro que não promovera equilíbrio fiscal e também à oferta de oportunidades de investimentos nas bolsas americanas.

Só de janeiro e março, vazaram para o exterior cerca de R$ bilhões.

Estudo da consultoria britânica Henley & Partners estima que o Brasil perdeu 1.200 milionários (em dólares) somente no ano de 2023.

Desde o ano passado, os próprios brasileiros engrossaram o movimento de mandar seu dinheiro para fora do País.

Em 2023, a B3 cresceu 22%, mas até agora, este ano, já lamenta mais de 8% de perdas.

Oficialmente, é a pior bolsa de valores do planeta.

* * *

A pior bolsa de valores do planeta Terra.

Triste notícia.

Números frustrantes.

Mas nós sabemos muito bem de quem é a culpa.

Isto é herança do Bolsonaro.

Perguntem pro Lula.

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

JURAILDES DA CRUZ (1954) – UM CANTOR E COMPOSITOR REFINADO

Nascido em Aurora do Norte, Goiás, hoje Estado do Tocantins, um verdadeiro paraíso para o menino que cresceu ouvindo folias de reis, cantigas de rodas, catiras (dança folclórica caipira típica do Brasil), Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, o canto e compositor Juraildes da Cruz, na adolescência, mudou-se com os pais para Goiânia, onde aprendeu a tocar violão com um vizinho. Estudou violão clássico ouvindo a “Jovem Guarda”, MPB e rock dos anos 70. Seu trabalho é híbrido, uma junção desse movimento cultural brasileiro surgido em meados da década de 60 com a música da região.

“Iniciou sua carreira artística em 1976, quando participou do GREMI – Grandes Revelações da Mocidade Inhumense, um festival de arte que aconteceu na cidade de Inhumas, Goiás, onde foi classificado em primeiro lugar.

Participou de mais de cem festivais musicais, com destaque para o Festival Tupi, de 1979, onde se apresentou com Genésio Tocantins, ao lado de artistas dos cantores Caetano Veloso, Elba Ramalho, Zé Ramalho, Osvaldo Montenegro, Fagner, Alceu Valença, Jackson do Pandeiro e outros. Em 1992, foi classificado no MPB SHELL.

Gravou seu primeiro disco, Cheiro de Terra, em 1990, contando com a participação de grandes nomes como Chiquinho do Acordeon, Sebastião Tapajós, Paulo Moura, Jaques Morelenbaum, Fernando Carvalho, Nilson Chaves, Mingo e Xangai. Suas composições já foram gravadas por Pena Branca e Xavantinho, Xangai, Rolando Boldrin e Margareth Menezes, entre outros.

Em 1994, Pena Branca e Xavantinho gravaram a composição de Juraildes “Memória de Carreiro”, que abre o CD Uma Dupla Brasileira. Participou, ainda, do CD gravado ao vivo Canto Cerrado, no qual interpretou “Nóis é Jeca Mais é Jóia”. Cantou também com Xangai o forró “Fuzuê na Taboca” no CD Eugênio Avelino – Lua Cheia, Lua Nova.

Em 1998, ganhou o Prêmio SHARP, atualmente chamado “Prêmio da Música Brasileira, com a música “Nóis é Jeca, Mais é Jóia”, na categoria de melhor música regional.

Participou do Projeto Pixinguinha, fazendo apresentações em oito capitais brasileiras, com gravação de DVD.

Em 2000, foi classificado no concurso do Projeto Rumos Musicais, do Banco Itaú para fazer o mapeamento cultural do país, com gravação de DVD, representando o Centro-Oeste.

Em 2005, foi indicado para o Prêmio TIM (categoria regional), com o CD Nóis é Jeca, Mais é Jóia.

Participou do Acordes Brasileiros – primeiro encontro Nacional de músicas regionais do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

A Pontifícia Universidade Católica de São Paulo publicou um artigo na revista Língua Portuguesa, fazendo um reconhecimento do seu trabalho na revista n° 39, no mês de janeiro de 2009.

Participou da trilha sonora da novela da Rede Globo, A Favorita, com a música “Memória de Carreiro”, na versão instrumental.

Participando pela terceira vez do Projeto Pixinguinha, em 2008, recebeu o prêmio para a gravação do CD Roda Gigante bem como realização de shows de lançamento em Goiás.

Prepara-se para o lançamento do DVD Meninos, com tema infantis e adultos, que contou com a participação de um coral infantil.

A partir de junho de 2010, abriu uma turnê, em Recife, juntamente com Xangai, que circulou pelo Nordeste, onde foi mostrado o trabalho do CD que gravaram juntos, pela Kuarup, indicado ao Prêmio Tim em 2005.

Em 2010, foi indicado ao 21º Prêmio da Música Brasileira, sendo contemplado como o melhor cantor na categoria “voto popular”, juntamente com Daniela Mercury.”

Em 2022, Juraildes da Cruz gravou um DVD com arranjo, violão e bandolins de Luiz Chafim, o primeiro de sua carreira musical, onde ele se apresenta cantando e tocando violão. Há um desfile de dez músicas de sua autoria de rara sensibilidade, onde ele mistura o erudito e o popular numa ode rara de genialidade.

Meninos – Juraildes da Cruz