1952 – Meu balão
Presidente da República Federativa do Brasil.
🤦🏻♀️ pic.twitter.com/M4WugQP261— Nanibarbosa (@RosaneBonoro) July 3, 2026
Pois é.
Modric se foi. Estou triste.
Portugal ficou. Estou triste. Neste caso por nao gostar do Cristiano.
Muitos irão me criticar agora: “NAO QUERO QUE O BRASIL VENÇA A COPA”.
EXPLICO: Se o Brasil ganhar a copa (coisa que considero bastante difícil) a alegria sera passageira e ilusória.
Cada jogo nada mais é do que uma terapia coletiva na qual a vitória varre para debaixo do tapete todas as frustrações da realidade (o que em 2026 nao pode acontecer pois é um ano decisivo politicamente).
O povo esquece a crise econômica, corrupção, vergonhosa alta dos preços, falta de perspectiva, imundície política, criminalidade, insegurança, aliança entre bandidos e políticos, podridão no judiciário, etc.
A Copa surge como uma oportunidade mágica de dar “alegria ao povo” que perde a consciência.
É catártico.
Não, eu não quero mesmo que o Brasil vença.
Hoje, ao contrário de Matilde, não vou torcer para a Argentina. Vou com Cabo Verde.
Que termine logo esse Carnaval…
No final o feijão estará ainda mais caro.
E o “barquinho” vai….
Aconteceu em Quixeramobim – Ceará . Lula foi vaiado e xingado pelos moradores . Nordeste está acordando . Parabéns aos nordestinos . 👍 pic.twitter.com/2CCzvBCJrJ
— Leonice Maria (@LeoniceMariana1) July 3, 2026
Alan Ghani

Se a conduta econômica do governo Lula é parecida com a de Dilma, os resultados gerados por ela também serão semelhantes
É impressionante a semelhança da política econômica atual do governo Lula com o final do governo Dilma em 2014. Elevação de benefícios sociais, linhas de créditos subsidiadas para alguns setores e isenções fiscais seletivas são ações fortemente presentes nos anos eleitorais de 2014 e 2026.
Sem nenhuma surpresa, se a conduta econômica é parecida, os resultados gerados por ela também serão semelhantes. Inflação elevada, indução artificial do crescimento econômico, deterioração fiscal, piora no ambiente de negócios, pessimismo no mercado financeiro, juros pressionados e redução dos investimentos das empresas são consequências esperadas da política fiscal ultra expansionista presente tanto no governo Lula como na administração Dilma.
A diferença é que agora a situação fiscal é muito mais preocupante do que era no governo Dilma. Primeiro, porque em 2014, a dívida bruta do governo federal era de 63,4% do PIB, enquanto hoje ela está em 81,1%.
O próprio tamanho da dívida torna a situação muito mais difícil de ser controlada. A razão é simples: quanto maior o endividamento estatal, mais juros são pagos ou incorporados ao principal, tornando a dívida crescente.
Além desse motivo, as políticas econômicas implementadas pelo atual governo Lula, como os mínimos constitucionais de gastos com saúde e educação, valorização real do salário mínimo, com impacto direto na previdência, tornam o controle da dívida uma missão quase impossível.
Para piorar, o Congresso também não faz a sua parte, pede emendas parlamentares cada vez mais bilionárias no orçamento, e o Supremo Tribunal Federal flexibiliza os penduricalhos para diversos setores do Poder Judiciário, impactando diretamente as contas públicas, além de despertar a vontade de funcionários públicos de outras esferas de receberem o mesmo benefício. Tal situação vai completamente na contramão de uma reforma administrativa.
O problema é que nada disso é de graça. Para sustentar todas essas benesses estatais, o governo cobra impostos e se endivida cada vez mais com sociedade brasileira. No entanto, o alto endividamento pressiona a taxa de juros e drena recursos de investimentos produtivos do setor privado para financiar o governo. Afinal, quem não quer ganhar 14,55% a.a ou IPCA + 8,35%a.a com baixo risco?
Com taxas de juros tão elevadas, uma dívida PIB acima de 81% e sem nenhum sinal de melhora das contas públicas, a situação fiscal brasileira vai se tornado dramática, a caminho de um colapso.
Sem “economês”, significa que se nada for feito, mesmo com impostos arrecadados e emissão de títulos públicos, não será possível pagar credores das dívidas de vencimentos mais curtos. Num eventual calote, as consequências para a sociedade são bem conhecidas: queda da atividade econômica, fuga de investimentos, desemprego e inflação. Infelizmente, caminhamos a passos largos para isso.
LULA MASTER NA BAHIA!!! pic.twitter.com/eD229imozY
— Tumulto BR (@TumultoBR) July 2, 2026
Inaugurar uma obra sem que a água tenha chegado ao local já seria constrangedor. Mas usar um contêiner improvisado para a passagem da água é a prova de que, para este governo, a propaganda continua sendo mais importante do que entregar resultados e ajudar a população. pic.twitter.com/MWI5pakjnH
— Deputado Delegado Zucco (@DelegadoZucco) July 2, 2026