DEU NO JORNAL

FOLGADOS AVUANTES

Apenas entre janeiro e abril, autoridades do governo Lula (PT) realizaram 400 viagens nos jatinhos administrados pelo Grupo de Transporte Especial da Força Aérea Brasileira.

Somente no mês passado, os folgados voaram 117 vezes nos jatinhos da FAB, recorde no ano até agora.

O ministro da Educação de Lula, Camilo Santana, é o recordista de voos em jatinhos em 2026: 52 viagens.

E nem por isso consegue firmar reputação de competência.

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E tudo pago com o dinheiro do contribuinte.

Interessante a expressão que fecha essa nota aí de cima: reputação de competência.

Uma tipo de reputação que a gente não encontra em canto nenhum desse desgunverno que assola o país.

A começar pelo chefe do bando.

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TÁ SE OBRANDO DE MEDO

Convidado foi, mas Lula ainda não confirmou ida à Marcha dos Prefeitos, esta semana.

O ambiente não é exatamente controlado e muito menos amigável ao petista, que costuma ser alvo de vaias bem robustas.

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Nas condições atuais, é mais fácil a gente enxergar um boi voando do que ver o descondenado na rua, andando no meio do povo.

A população, que tem sofrindo muito com a atual situação do país, tá caindo na real.

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ZONA FEDERAL

Casas de tolerância em Brasília redobraram entrega de panfletos e reforçaram a mão de obra.

É que começa nesta segunda (18) a Marcha dos Prefeitos.

O evento é considerado o “Natal” nos prostíbulos da capital.

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Tem lógica.

Botam no rabo da população em suas cidades.

Em Brasília, botam no rabo das profissionais.

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AS BLUSINHAS E A CARA-DE-PAU

Editorial Gazeta do Povo

lula taxa das blusinhas

O presidente Lula (ao centro) durante assinatura da MP que acaba com a taxa das blusinhas

A julgar pelo carnaval com que o governo anunciou (e com que os petistas comemoraram nas mídias sociais) o fim da “taxa das blusinhas” – a alíquota de 20% no Imposto de Importação para compras abaixo de US$ 50 –, em breve o óleo de peroba precisará de subsídio governamental devido à súbita alta na demanda. Desesperado por votos entre os setores mais pobres da população, que o petismo sempre viu como seu curral eleitoral por excelência, mas que vinha “se rebelando” ao sentir no bolso os efeitos da irresponsabilidade fiscal petista, Lula quer agora se vender como o presidente que “libertou” esses brasileiros de uma cobrança que seu próprio governo instituiu.

A ideia da “taxa das blusinhas” surgiu ainda no primeiro ano do terceiro mandato Lula, quando o governo já se via às voltas com a necessidade de aumentar a arrecadação para bancar a gastança que planejava fazer, em sua estratégia de fazer do gasto público o motor do crescimento da economia. Para disfarçar a verdadeira intenção, Lula e o ministro Fernando Haddad alegaram para uma premissa verdadeira: a isenção para compras de pequenos valores introduzia uma distorção que prejudicava a indústria e o comércio nacionais, sujeitos à pesadíssima carga tributária brasileira sobre a produção e o consumo. No entanto, entre reduzir e elevar impostos, o petismo sempre escolheu a segunda opção (a não ser em caso de desespero eleitoral); como na época não havia votos a caçar, em vez de tornar o produto nacional mais competitivo, que se taxasse o importado. Haddad virou meme, e até a primeira-dama Janja tentou defender a cobrança, exibindo todo o seu conhecimento da economia real ao afirmar que “a taxação é para as empresas e não para o consumidor”.

Não é, e nunca foi. A “taxa das blusinhas” entrou em vigor em 2024, após ser aprovada pelo Congresso como um jabuti inserido em outro projeto de lei; como acontece com qualquer criação ou elevação de impostos que afete o consumo, os mais pobres sentiram o baque: diante do aumento no preço final dos produtos, eles seguraram as compras – com o efeito colateral de agravar a crise nos Correios. O petismo, percebendo a insatisfação, correu para se livrar do filho feio. Ficou célebre o episódio em que o deputado Lindbergh Farias, debatendo com o colega Kim Kataguiri, afirmou que “se tem um brasileiro que foi contra aquela taxa das blusinhas, foi o Lula”, culpou o Congresso pela taxação, e disse que Lula não vetou o imposto para não criar uma crise com o Legislativo.

Era mentira, evidentemente. O presidente da República até demonstrou alguma hesitação diante da ideia da taxa das blusinhas, mas a bancada petista na Câmara e no Senado foi unânime no apoio ao imposto – a votação foi simbólica, mas nenhum parlamentar do PT encaminhou declaração de voto contrário, o que foi feito por parlamentares (poucos, é verdade; a oposição também não se esforçou para barrar a cobrança) de outras legendas. Depois, Lula não vetou a taxa – e, se o problema fosse uma possível crise com o Legislativo, o petista não teria vetado ou tentado reverter no STF vários outros projetos também aprovados pelo Congresso, como fez com o marco temporal (vetado vários meses antes da sanção da taxa das blusinhas), o aumento do IOF e a dosimetria.

O insulto final à inteligência do brasileiro veio na cerimônia organizada de última hora para a assinatura da medida provisória que abria caminho para o fim da taxa das blusinhas – fim que é provisório, pois a cobrança retornará no ano que vem. “Depois de três anos em que nós conseguimos praticamente eliminar o contrabando e regularizar o setor, nós podemos dar um passo adiante. Temos a satisfação de anunciar que foi zerada a tributação sobre a importação da famosa ‘taxa das blusinhas’”, disse o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron. Se o objetivo era meramente de fiscalização, nunca houve necessidade de uma alíquota de 20%. Quanto à defesa da indústria nacional, nem uma palavra, obviamente.

Lula e o petismo mentiram no passado, quando inventaram a taxa das blusinhas para arrecadar, disfarçando-a de proteção do produto brasileiro contra uma concorrência desleal de importados; e mentem quando tentam vender como grande feito o fim do que eles mesmos criaram, tirando da cartola um argumento sobre “combate ao contrabando” para não assumir os objetivos puramente eleitoreiros da medida. No fim das contas, tanto no surgimento quanto na extinção da taxa das blusinhas, o governo só estava pensando em si próprio.

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EVIDENTE

A bancada no Novo na Câmara quer que o Ministério da Justiça explique a substituição do delegado da Polícia Federal Guilherme Figueiredo Silva.

Ele investigava possíveis desvios de Lulinha no escândalo do INSS.

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Oxente, e precisa explicação???

Tá tudo claro e evidente.

Quem investiga um inocente, filho de outro inocente, tem mesmo que ser jogado fora.

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A SAÍDA DE PEQUIM

Karina Michelin

A saída da delegação americana de Pequim nesta sexta-feira, 15 de maio, terminou com uma cena digna de Guerra Fria tecnológica.

Segundo a correspondente da New York Post, Emily Goodin, funcionários da Casa Branca e integrantes da comitiva de Donald Trump descartaram literalmente tudo o que haviam recebido das autoridades chinesas antes de embarcar no Air Force One.

Crachás, presentes, pins comemorativos, materiais oficiais e até os celulares descartáveis usados pela equipe foram jogados em uma lixeira ao pé da escada da aeronave.

A ordem do governo americano era direta – “Nada vindo da China entra no avião.”

A medida revela o nível extremo de cautela envolvendo espionagem eletrônica e infiltração tecnológica durante a cúpula entre EUA e China em Pequim.

De acordo com a reportagem do New York Post, membros da delegação deixaram seus celulares pessoais nos Estados Unidos antes da viagem e operaram exclusivamente com “burner phones”, aparelhos temporários e “limpos”, usados para evitar vazamentos, rastreamento, clonagem de dados ou infiltrações digitais.

Os dispositivos pessoais ficaram armazenados dentro de bolsas Faraday no Air Force One – equipamentos especiais que bloqueiam sinais de GPS, Wi-Fi, Bluetooth e radiofrequência. A prática faz parte dos protocolos de segurança americana para viagens a países considerados de alto risco de vigilância eletrônica.

A tensão nos bastidores também expõe algo maior; apesar dos sorrisos, banquetes e cerimônias públicas entre Donald Trump e Xi Jinping, Washington continua tratando Pequim como a principal ameaça global em inteligência, tecnologia e espionagem estratégica.

A maior potência militar do planeta participou da cúpula diplomática mais importante do século XXI… sem confiar sequer em um crachá entregue pelos chineses. Isso diz muito

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CONVERSA

Petistas divulgam Lucas (8:17): “não há nada escondido que não venha a ser conhecido e trazido à luz”, sobre Flavio Bolsonaro omitir as relações com Vorcaro.

Serve também para Lula, que ainda não contou o que tanto conversou com o banqueiro em dezembro de 2024 por uma hora e meia.

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Uma hora e meia de conversa é até pouco.

Mesmo assim ele deve ter falado somente verdades para o banqueiro.

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