UM RECANTO ILUMINADO

Comentário sobre a postagem ARTHUR TAVARES – SÃO PAULO-SP

Adônis Oliveira:

Disseram para mim, lá na China, que quando alguém faz alguma coisa meritória, quem é homenageado é o pai e a mãe da criatura, que criaram e educaram um cidadão de valor.

Esse Jornal da Besta Fubana só é o que, esse recanto iluminado e com tanta gente maravilhosa, exatamente porque uma legião de veneráveis senhoras, totalmente desconhecidas e sem nenhum reconhecimento público, pariu e nutriu essa multidão de gente bacana com quem nos encontramos aqui.

A todas elas, estejam onde estiverem, um grande beijo e meu agradecimento mais especial.

4 pensou em “UM RECANTO ILUMINADO

  1. Parabéns, Adônis Oliveira!

    Você é um iluminado porque nasceu de um DNA honesto.

    E está iluminando as páginas do JBF, o maior e mais democrático jornal já criado no planeta terra, onde a liberdade dita as regras sem aquela putaria de: ESTAMOS EXAMINANDO SEU COMENTÁRIO PARA DEPOIS, SE ESTIVER DENTRO DAS NORMAS PROPOSTAS NOS MOLDES DOS TERMOS E CONDUTAS DO REGIMENTO INTERNO, LIBERARMOS!

    É FHODA OU NÃO É!

  2. Caro Cícero,
    Muito obrigado pela gentis palavras.

    Ocorre que, quanto mais velho fico, mais me baixa a crista e mais diminui a minha arrogância. Só o que aumenta é a minha consciência de uma tremenda interdependência. Por isso que faço questão absoluta de estar sempre junto com gente desse fulgor, que nem os colegas do JBF.

  3. Uau ….!!!!

    Certas pessoas são iluminadas sim, em várias áreas, e isto faz com que possamos aprender, entender, e admirar certas ações e situações…..

    Um Einstein, Pelé, Maradona, Henfil, Olavo Bilac,Da Vinci, Van Gogh, Os Beatles, Ray Conniff, Sophia Loren, Claudia Cardinale, Vera Fischer, Maria Sharapova, Maria Kirilenkp e Maria Ester Bueno, Guga, Nadal e Roger Federar, Nelson Piquet, Shumacker, e Ayrton Senna, Churchill e Eisenhower e porque não em nossa Gazeta Escrota o Berto, o Adônis, a Dalinha e fechando, na arte específica de fazer sorrir e gargalhar, o Goiano, Os tres Patetas, Jerry Lewis, Os trapalhões…………, isto só para citar ns poucos exemplos……

    Pois é …… com o aprendizado fornecido pelos iluminados é que nos espelhamos para crescermos e nos fortalecemos…….

    Com certeza nossos pais e nossas mães iniciaram todo o processo……

  4. Dom Adônis Oliveira:

    Nós todos/todas somos uns autênticos e puros filhos-da-mãe.

    Pois, é com ela que passamos a maior parte de nossa infância e puberdade.

    É nessa fase de “distorcer-o-pepino” que moldamos o nosso existir e agir permanentes, presentes e futuros.

    É dela que copiamos e adotamos o gostar-de/o não-gostar-de, o ter medo-de/o não-ter-medo-de, o ser-certo/o nao-ser-certo, o valer/o não-valer, o que-é-bom/o que-não-é-bom, o como-agir/o como-não-agir, enfim a nossa visão existencial do mundo, das pessoas, das coisas, do que e de quem nos cerca.

    A mãe – essa figura feminina extraordinária – é a nossa régua e o nosso compasso, o nosso molde, a nossa bússola, o nosso porto seguro.

    Pois, somente lá pelos meados e fins da puberdade que entra a influência da figura masculina do pai, para dar os arremates finais no nosso romper-o-cordão-umbilical, e na nossa psique.

    Por isso da verdade do “é-de-pequenino-que-se-distorce-o-pepino”.

    É claro que, às vezes, a figura da mãe, por quaisquer razões existenciais, é substituída por outra feminina: avó, tia, madrinha, mãe adotiva, babá, etc.

    Assim como do pai, pelo avô, tio, padrinho, pai adotivo, etc.

    De qualquer maneira, os nossos 10 a 12 anos iniciais de vida, moldando – indelevelmente – o nosso ser/não-ser presente e/ou futuro está, normalmente, a mãe com sua presença, seu agir e seu pensar.

    Por isso, acredito que somos – nada mais, nada menos que – autênticos filhos-da-mãe, cuja única diferença, entre elas, é que moram em casas diferentes.

    Por tanto, minhas maiores e melhores homenagens a essas heroínas, gestadoras e primeiras – e fundamentais – gestoras da humanidade (passadas, presentes e futuras).

    E arremato com o final do comovente e belíssimo poema “Dia das Mães”, de Giuseppe Artidoro Ghiaroni – aqui, no JBF, já declamado – em homenagem a sua Mãe “Quiterinha” – pelo Luiz Berto Fº:

    “Mãe! Nos teus braços eu me tranfiguro.
    Lembro que fui criança, que fui puro.
    Sim, tenho mãe! E esta ventura é tanta
    que eu compreendo o que significa:
    o filho é pobre, mas a mãe é rica!
    O filho é homem, mas a mãe é santa!

    Santa que eu fiz envelhecer sofrendo,
    mas que me beija como agradecendo
    toda a dor que por mim lhe foi causada.
    Dos mundos onde andei nada te trouxe,
    mas tu me olhas num olhar tão doce
    que, nada tendo, não te falta nada.

    Dia das Mães! É o dia da bondade
    maior que todo o mal da humanidade
    purificada num amor fecundo.
    Por mais que o homem seja um mesquinho,
    enquanto a Mãe cantar junto a um bercinho
    cantará a esperança para o mundo!”

    Um baita beijo e abraço a todas as mães (e/ou, também, às suas eventuais substitutas),

    Desde o Alegrete – RS,

    De mais um filho-da-mãe, permanente e não-suficientemente, agradecido,

    Adail.

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