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Comentário sobre a postagem O FUTURO DO BRASIL

Deco:

Minha sobrinha, que trabalha há mais de 15 nos EUA, numa empresa de ponta, chegou hoje ao Brasil.

Ficará por aqui até 2021.

Bem antes da pandemia, ela já fazia Home Office algumas vezes naturalmente. Com a pandemia passou a “ser Home Office” todos os dias.

Dias atrás o chefe dela a liberou para trabalhar em Home office no Brasil, até janeiro de 2021, ou a combinar a data de retorno ao EUA, pois ela poderia estar trabalhando ou situada em qualquer parte o mundo. Como ela é brasileira a liberou para o Brasil.

Já imaginaram nas leis trabalhistas brasileiras o que isto acarretaria?

4 pensou em “O TRABALHO DAS LEIS TRABALHISTAS

  1. Cooia boa não seria. O Brasil tem uma das mais imundas leis trabalhistas do mundo. E, pelo que sei, quanto mais se mexe mais o cocô fede.

  2. O eventual direito ao pagamento de horas extras em trabalho remoto, seja home office ou teletrabalho, é um aspecto tão relevante (se não mais) quanto a assunção das despesas da prestação dos serviços na residência do empregado.
    Além disso, a empregadora tem o dever de fiscalizar o cumprimento das orientações e medidas de medicina e segurança do trabalho a serem observadas no trabalho em home office. Dessa forma, a depender da natureza da atividade desenvolvida, há que se ter atenção aos riscos ergonômicos, físicos ou mentais envolvidos na medida em que um ambiente de trabalho insalubre ou inadequado poderá ensejar afastamentos dos empregados por acometimento de doenças daí advindas.
    Isto é só uma pitada de como poderá acontecer alguns processos trabalhistas, pois no Brasil temos uma Justiça Trabalhista, coisa que nos EUA não existe e um processos “trabalhista” corre na justiça comum e tem de ser, praticamente, “100%” muito bem fundamentado.
    A questão de liberdade entre empresas e trabalhadores em contratação de serviços é amplamente do que existe no resto do mundo.
    Fora a questão trabalhista posso dizer que existem grandes “problemas” na questão do Home Office nas residências. Eu trabalho “Home Office” desde que me aposentei, em 1996, para uma empresa de outro estado do Brasil. Eu resido em São Paulo.
    Em resumo dois problemas ocorreram no meu prédio. Uma gerente de uma empresa, em Home Office, acionou o síndico do prédio para interditar reformas e pequenas obras no prédio, que como tudo são executadas no horário comercial. As reformas não deixaram de ser executadas. Aumentaram as reclamações quanto aos latidos dos cachorros residentes no prédio, pois assim eles atrapalham os trabalhos em Home Office. Isto é só o começo de uma nova forma de trabalhar. Os prédios e condomínios, não comerciais, foram e são construídos para o fim residencial.

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