CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Nobre Editor:

A extinção do PT é uma excelente notícia para este final de ano.

Os resultados das últimas eleições foram ótimos.

A lavada foi geral.

PT perdeu em Vitória.
PT perdeu em Recife.
PT perdeu em Caxias do Sul.
PT perdeu em Guarulhos.
PT perdeu em São Gonçalo.
PT perdeu em Anápolis.
PT perdeu em Feira de Santana.
PT perdeu em Cariacica.
PT perdeu em Pelotas.
PT perdeu em Vitória da Conquista.
PT perdeu em Santarém.

Isso sem contar que o PCdoB perdeu em Porto Alegre.

Uma faxina exemplar.

Foram todos mandados pra Cuba que os pariu!!!!

Foi ótimo este domingo!

10 pensou em “LEVI ALBERNAZ – ANÁPOLIS-GO

  1. Levi, apesar dele estar na foto, v. esqueceu de citar a derrota do Boulos em SP.

    O PSOL agora é o novo PT e Boulos quer ser o sucessor do Lula.

    • E quem mais perdeu? Quem mais?
      O presidente Jair da Pólvora, que não emplacou nenhum dos que apoiou, está sem partido e tem que se virar para arrumar outro para 2022. O PT e o PSOL já disseram que não o aceitam. O Ciro vai pensar até 2023. O Jefferson aceita, mas o PTB quer o mensalão de volta.

      Tá ruço, mermão

      • Xande Francisco
        O Aliança fica pronto antes de março. Estão dando os últimos retoques. Estão no acabamento e pintura. Vai ficar uma belezura… novinho em folha e prontinho para receber o seu voto e o do Goiano.

      • Recorro a Silvio Navarro: Desde o primeiro turno, é uníssona a análise dos entendedores da ciência política das grandes universidades, favoritos do mainstream: o presidente Jair Bolsonaro saiu derrotado das urnas. Neste domingo, 29, não foi diferente. Todas as pesquisas que erraram feio de novo apontaram, antes mesmo do resultado do segundo turno, que ele foi o grande perdedor. Mas, para além da torcida canhota, fica a pergunta tenaz: qual é a relação comprovada do placar das urnas em pleitos municipais com o nacional? A resposta é: zero (ou quase isso). Nenhuma foi estatisticamente comprovada.

  2. Caros Sanchos Panças, as esquerdas estão, na verdade, renascendo das cinzas, como o Pênix, Phênix, Fênix ou Pênis, qualquer dessas coisas aí.
    Há um engano monstruoso a respeito dessa aparente derrota nas eleições municipais.
    Como assim, doido?!
    Trata-se do seguinte: As chamadas esquerdas deveriam, pelo andar da carruagem, ter ido muito pior do que foram.
    A derrota total era o que apontava a eleição de Jair Messias e aquela tuia de penduricalhos que ele levou para o Congresso Nacional – deveria ser a derrocada que as eleições de 2018 indicavam.
    Mas… as esquerdas estão vivas, aqui e por aí, chamuscadas por suas próprias culpas e erros, agravados pelo êxtase popular com as ideias fascistas, acordadas dos seus inconscientes pela onda direitista que nos assola, mas estão circulando como zumbis, mortos-vivos, difíceis de liquidar, como vês nos filmes tão em voga.
    Sabe esse negócio de “já ganhou”? É foda, meu irmão. Com frequência, a barba cresce.
    A direita, essa direita que aí está, não tem chance, é pantagruélica.
    Falo disso no artigo que está no forno, sai fresquinho de hoje para amanhã.

    • Dói meu coração, mas (concordístico mas), não posso renegar ou lutar contra os fatos. Concordo plenamente com você: a direita, essa direita que aí está, não tem chance, é pantagruélica.

      É só o efeito Bolsonaro se esfumaçar no ar, como peido de piloto de teco-teco que tudo volta a ser como antes… Infelizmente.

      Sem um partido de direita não há direita, pois as pessoas acabam buscando lugar onde fazer seus ninhos (ops, tucano Sancho?). E aí acabam diluindo forças em partidos sociais democratas.

      como disse Marcos Palmeira em novela famosa: é o que tem pra hoje, Sandrinha.

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