CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Santidade (muito melhor e mais santa do que o tal do PAPANGU de Roma) !

Para vossa santíssima paciência e “cauboylância” de ouvir se tiver coragem e mostrar aos amigos desta Gazeta da Cacêta, mais um potipurriti de música de bandoleiro das matinês dos domingos no Cine Luan, ou Rex, ou Trianon, São Luiz e Art Palácio da vida.

Mas um dia eu aprendo a tocar esse instrumento que foi o meu primeiro e que fazia 66 anos que não tocava.

Ganhei, como já disse antes, de uma Tia que foi coralista do Coral do Carmo e que andou acreditando nas minhas habilidades musicais.

Coitada de Tia Mary, errou feio !

kkkkk

R. Deixe de modéstia: Tia Mary acertou em cheio.

O sobrinho dela é um músico talentoso.

Ainda bem que você voltou a dar as caras, seu sumido.

Fazia tempo que não aparecias neste antro de escrotidão.

Apareça com mais frequência, sujeito: você faz falta por aqui.

Um ex-colunista e fubânico pioneiro não pode desaparecer assim feito você fez com a gente.

E vamos à sua excelente interpretação:

 

18 pensou em “FRED MONTEIRO – RECIFE-PE

  1. Mestre Fred, bom dia!

    Você nos faz falta, e muita!

    Só sua presença de espírito dá uma dimensão angelical a esse espaço democrático que é o Jornal da Besta Fubana!

    • Obr Cícero ! Eu sinto tb uma saudade boa dos tempos que escrevinhava na coluna Mascate das Lembranças. Logo que tiver um tempo, vou fazer uma coletânea de crônicas e poesias do que fiz por aí, durante cerca de 4 anos e editar um e-book na Amazon Kindle. Por enquanto tenho 2 por lá.. E mais uns 4 pra terminar. Mas não é fácil arrumar tempo pra tanta doideira. Abraço forte !

  2. Grande Fred Monteiro, belo retorno. Caba vc é bamba na gaita de boca, o banjo tb é bom e a percussão, maravilha. Aliás, o conjunto é maravilha. Parabéns. Nos brinde periodicamente com belas apresentações. . . .

    • Oi Carlos ! Conforme disse aí em cima pro Cícero, pretendo reviver umas crônicas e poesias que publiquei por aqui em Mascate das Lembranças. Pra matar a saudade dos bons tempos e rever os velhos e bons amigos da Besta Fera Fubana da Gota Serena do PAPA BERTO, mais promissor substituto desse Papangu que tá por aí comunistando o mundo, kkkkkkkk

      • Tô esperando a divulgação de novas crônicas. e com a extensão de poesias, para o nosso deleite. Promossa é dívida. Aquele abraço.

  3. Grande Fred!
    Essa música é apontada como causa do nome do meu irmão Materson (pois é, o rapaz do cartório escreveu sem o primeiro S).
    E deve ter sido isso mesmo, porque todos lá em casa o chamamos simplesmente de Bat.

    • Mestre Mairton, que alegria reve-lo!
      Os filmes de cowboy, hj tão deplorados pela esquerda festiva ávida de motivos para denegrir a imagem de gente que tem e quer ter liberdade de pensar e de se expressar, que quer ter tb a liberade e o direito de relembrar os heróis da tela, seja em que tipo0 de filme participaram, foram -na verdade- a diversão de gente hoje sessentona e setentona, como é o meu caso., Não fiquei pior nem melhor, como ser humano, por ter frequentado as matinês dos domingos e visto e curtido filmes de cowboy, a maioria dos quais nos deixou belas trilhas sonoras, duas das quais me atrevi a apresentar aqui nessa música.
      Pra vc ver a influência que os heróis da conquista do oeste americano tiveram, basta sentir esse exemplo que vc nos trouxe.. O nome do Bat Masterson, um jogador elegante e tb valente ficou na história, embora falte-lhe um “S” do seu mano.. Muito interessante isso ! Paz, Saúde e Alegria, meu caro Dr. Mairton. E nossas pelejas cordelísticas ? Fazem uma falta danada. . Sei não, viu?: Se eu não tivesse hj ainda mais afazeres do que tinha no tempo que deixei a coluna, era capaz de voltar. Meu medo é que o Papa me excomungue de primeira !!! kkkkkkk

  4. Muito boa a apresentação, Fred bom de gaita.
    E o tema do Bat Masterson caiu muito bem.
    Como é lá dos idos de 1958, tem muita gente por aí que não vai saber do que se trata, mas não precisa, basta apreciar a tua arte.
    Se bem me lembro, a letra em Português começava assim:
    “No velho Oeste ele nasceu
    Entre bandidos se criou
    Seu nome em lenda se tornou
    Bat Masterson, Bat Masterson”
    (Aí já tá dado o spoiler de que se refere a faroeste, né mesmo? rs)

    • Caro Goiano
      Apesar das nossas pendengas políticas, vc sabe que lhe aprecio como artista, como poeta e como um bom amigo. Só não gosto de brigar com meus bons amigos, nem que seja por gozação, trolagem ou implicância de iséias, kkkkk
      respeito seu amor polo velho Lula. Vejo até mesmo nisso, uma marca do seu caráter sólido. Enverga mas não quebra, né? Agora uma pequeníssima correção no seu comentário.. ou melhor, na letra da versão brasileira da música de Bat Masterson (que a gente chamava MASTERSÓN, LEMBRA ? Ninguém ligava apra falar inglês naquela época kkkkk

      a segunda linha da quadra aí é “E ENTRE BRAVOS SE CRIOU”, OK?

      MAs com certeza não era “bandidos”.. O Bat era um cara mais puxado a nobre, elegante, cordial com todos e principalmente com as mulheres, galante, bem vestido e tal, mas que passava a bengala na cara dos bandidos e se fosse preciso puxava um revólver ou uma mera pistolinha “comblair” da manga do paletó e mandava ver…kkkkk

      tradução de comblair na maior parte do Brasil varonil: COMBRÉIA kkkkkkk

      • Certo, Fred:

        Bat Masterson
        Carlos Gonzaga
        No velho Oeste ele nasceu
        E entre bravos se criou
        Seu nome em lenda se tornou
        Bat Masterson, Bat Masterson
        Sempre elegante e cordial
        Sempre o amigo mais leal
        Foi da justiça um defensor
        Bat Masterson, Bat Masterson
        Em toda canção contava
        Sua coragem, que destemor
        Em toda canção falava
        Numa bengala e num grande amor
        É o mais famoso dos heróis
        E o velho Oeste conheceu
        E fez do seu nome uma canção…

  5. Adoro esta música e também de uma paródia que diz:
    Meu rádio a pilha enguiçou
    Levei ao consertador
    Ele logo me falou
    Não vai mais ter som
    Não vai mais ter som

    • Eita Sérgio ! Essa eu não conhecia, mas diz bem do clima da época.. O velhop rádio de pilha, que a moçada de hj não conheceu.. Os de 8 ou 12 transistores então, eram o máximo, pra se acompanhar o noticiário e em certos casos as novelas de rádio e os programas de auditório.. Nos estádios eram indispensáveis pra os não iniciados acompanharem a narração dos jogos e saberem quem estava de posse da pelota !!! Abraço, irmão !

  6. Arre égua, adindonde que esse macho tavo? Tavo na lua, tocano pro cururu? Vorta macho! Vorta logo que eu quero te dá umas matracadas!

    • Zé Ramo, seu cabra da peste bom de escrita e de estórias maranhenses, cearenses e eticéterense.Tu mora no meu coração, rapaz ! Tempo bom, esse convívioque tivemos (e ainda temos) nesta gazeta pra lá de escrota, segundo o Papa, mas pra nós seus súditos e fiéis seguidores, livro sagrado das conversas, contação de causos, poesia derramada às tulhas, com a maior concentração de versejadores do país. De norte a sul, de leste a oeste, a rima correndo solta e bela e dando na gente aquele orgulho de participar de uma boa peleja versejada em muitos sotaques. MAravilha estar por aqui, embora de forma tão salteada, por excesso de afazeres que terminei juntando, com essas minha pressa de aprender e de praticar minhas modestas artes, com esse time de feras que aqui ponteia.
      Abraço maracatufrevado e também boizado nos bumbas da vida, em qualquer sotaque. De matraca, de tambor ou de pandeirão !! Viva O Boi do Maranhão ! Viva Zé Ramo, Rei de Terreiro !

  7. Em tempos passado fui fã do Fred William o magico da gaita, Hoje, adorei voltar a ouvir o som de uma gaita, de boca, desta vez,, tacada por outro Fred, o nosso sumido, Fred Monteiro. Parabéns e obrigado meu caro Fred.

    • Paulo.. que comentário certeiro esse teu.. Não quando a esse Fred aqui, mas àquele Fred lá, o WILLIAM, que você tão bem lembrou.. Como não tive a honra de conhecê-lo pessoalmente (ao Fred William, grande gaitista, fenomenal, orquestral, sinfônico..) deixo meu aplauso ao meu xará !!!
      Por outro lado, lembro aqui dois grandes amigos com os quais convivi: GERALDO AZOUBEL (escrevi algumas coisas sobre ele na minha ex-coluna, e JEOVÁ DA GAITA.. Ambos hoje tocando duetos com cítaras e harpas angelicais no acompanhamento, lá pelo andar de cima. Com Geraldo, gravei 6 CDs, ele na gaita e eu na base geral e arranjos, com alguns instrumentos.
      Infelizmente, Geraldo se foi antes de fazermos mais outro tanto ou mais ainda, de belos discos. É a vida, na pressa de nos tirar amigos queridos.. fazer o que? Seguir a corrente e dar graças a Deus e aos amigosz pelos bons momentos vividos.

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