23 pensou em “DIA DAS MÃES

  1. Quiterinha está feliz, Berto, nas poeiras das estrelas. Ainda mais ouvindo a voz do filho amado ecoando no universo, que nunca a esqueceu!

    Dedico essa louvação à Maria Alves da Silva, que não me dava cascudo, mas, como Quiterinha, me deu todo amor do mundo!

    A todas as mães, com o mesmo amor!

  2. Saudades. Muitas saudades!!!
    Pelo bem que me deste, pelo mal que te fiz – MÃE – que DEUS te tenha no seu Reino!!!

  3. Com certeza Berto. Mãe é 365 dias do ano. Minha mãe de vez em quando repete uma frase que a mãe dela (minha querida avó) dizia, como várias outras também, de que: “uma mãe vale para cem filhos, mas cem filhos não valem para uma mãe”. Frase verdadeira e emblemática. Quanto ao poema, meu caro, simplesmente tocante e comovente. Felicitações ao Autor, à sua amada mãezinha na companhia de Deus e à você em declamá-lo, com tanta emoção e carinho. Um excelente Domingo para todos.

  4. Mamãe sempre me tratou
    Como quem trata um amigo:
    Sem me proibir de nada,
    Sem nunca brigar comigo.
    Ela jamais me bateu,
    Nunca me repreendeu,
    Nem me botou de castigo.

    Hoje, quando me perguntam:
    “Como foi que aconteceu,
    Que essa criação deu certo,
    E você não se perdeu?”
    Sem saber sei o que dizer
    Só me resta responder
    Também perguntando: “E deu?”

  5. Gracias, señor Berto. Dedico essa louvação à espanhola Catharina, mãe de Sancho, que não me dava cascudo e que me ensinou que a caneta pesava bem menos que a enxada com que meu pai Nelson, um zangado português, lavrava a terra em minha Desengano, Valença-RJ querida. Como Quiterinha, a sábia Catharina me deu todo o amor do mundo!

  6. Ah caro Berto…..me fez lembrar minha mãe Maria Angelica (até o nome era bonito) que faleceu aos 44 anos.
    Naquele tempo se morria de tudo né? Quanto mais ela, que era cardíaca.
    Obrigado pela crônica.

  7. Berto, sua homenagem á dona Quiterinha , foi estendida a todas as mães do mundo. Muito bom você trazer um poema do Giuseppe Ghiaroni, poeta, escritor e grande cronista da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, anos 50 e 60. Tinha um programa, que se não me engano, chamava-se , As Almas das Coisas, Era uma maravilha ouvir suas crônicas e poesias. Ghiaroni foi um gigante do rádio brasileiro, infelizmente, esquecido por um povo sem memória. Um abraço meu caro.

  8. Que coisa linda, Luiz Berto! Emocionante, vê-lo declamar esse poema, como se Dona Quiterinha estivesse presente. E com certeza, ela estava ao seu lado, vendo você homenageá-la de forma tão sublime! O amor de Mãe é eterno! Um grande abraço!

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