XICO COM X, BIZERRA COM I

Para que servem Barcos sem Portos? E de que adianta Portos sem Barcos. Um haverá sempre para que o outro exista. Mas ainda assim, havendo Barcos e Portos, haverá de ter o barqueiro, o navegante a ditar o rumo da embarcação e de seu destino, do condutor e do Barco. Tempestades, mares bravios se contraporão às calmarias, às pequenas ondas e marolas. E a âncora imaginária do tempo, em algum instante, fará com que tudo pare ao redor para o gozo de um momento bom. Depois, a aventura da vida prosseguirá por outros mares, outras águas, outros mundos, outros sonhos. Sem mapas e sem bússolas. O barco, o porto, o barqueiro. O homem, a mulher, o amor. O destino à deriva.

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2 pensou em “BARCOS E PORTOS

  1. Profunda e bela explanação poética, Mestre Xico.

    Tempestades, mares bravios… até o mais próximo ansiado e sonhado porto seguro.

  2. Isso, Marcos André: sempre em busca do Porto que precisamos, seja nos mares bravios, seja na vida igualmente agitada. Abraço

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