XICO BIZERRA – JABOATÃO DOS GUARARAPES-PE

Meu Papa,

com pesar tomei conhecimento, hoje, da “viagem” para o outro lado da vida de Dona Maria Lia, mãe do colunista deste JBF, José Paulo Cavalcanti, no sábado que passou.

Tristes os amigos e parentes, toda a sociedade pernambucana também sentirá a sua falta.

O céu, por outro lado, estará mais iluminado a partir de agora com a chegada por lá de Dona Maria Lia.

R. Meu caro Xico Bizerra, assim como você, José Paulo também está na minha lista de amigos do zap, com quais estou sempre em contato.

Pois ontem, domingo pela manhã, mandei uma mensagem pra ele e Dona Maria Lectícia.

Veja que triste coincidência, conforme está registrado aqui no meu celular, a mensagem que mandei e a resposta que ele me deu:

Fiquei abalado, consternado com o encantamento de Dona Maria Lia, uma figura pela qual eu tenho uma grande estima.

Desde ontem que eu estava tentando redigir, e não conseguia, uma postagem sobre esta notícia triste, até que recebi esta sua mensagem, meu caro Xico.

E estou agora falando sobre o assunto.

Conheci Dona Maria Lia num encontro festivo, o aniversário de José Paulo. Conversamos, trocamos ideias e, de imediato, fiquei fascinado por aquela figura humana fantástica e bela.

Na ocasião, ela autografou pra mim um exemplo do seu excelente livro Recordar é Viver, composto por crônicas, poemas e fotos, tudo reunido numa obra de leitura cativante.

Um volume cujos onze capítulos vou reler esta semana.

O jornal Folha PE, edição de ontem, domingo, publicou esta matéria:

Descanse em paz, Dona Maria Lia.

E, daí do infinito, vele por todos nós.

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  1. “SINTO UM PRAZER QUASE INDECENTE DE VIVER.”

    Quem ler o livro de memória de Dona Maria Lia Cavalcanti, todo escrito numa máquina OLIVETTI, fica emocionado do início ao fim. Do primeiro capítulo: “BAHIA DOS MEUS AVÓS AO 10 – OS FILHOS.

    Li-o em dois dias e sobre o qual escrevi um comentário carinhoso aqui no JORNAL DA BESTA FUBANA “Recordar é Viver” que, segundo Dr.º José Paulo Cavalcanti Filho, ela ficou encantada e mostrou a todos os amigos, amigas e admiradores que encontrava.

    Sinto-me feliz e realizado por fazer Dona Maria Lia sorri. Todo riso de satisfação é impagável.

    Breve todos nós nos encontramos no Jardim do Éden!

  2. Se há uma coisa difícil para mim é falar com alguém que perdeu um ente próximo. Fico totalmente embasbacado, sem saber o que dizer, até porque nenhuma palavra que você diga eliminará a dor da perda. Só por isso mantenho a posição de, se possível, apenas abraçar e nada dizer. Nesses tempos de pandemia é impossível fazê-lo. Por isso abraço Dr. Zé Paulo silenciosamente. Ele nem precisa saber desse meu abraço. Ele sabe que o estou abraçando, de longe, mas nem por isso com menor solidariedade e pesar.

  3. Lamentável. A saudade que fica só cresce. As lembranças preenchem algum espaço, mas não substitui a presença. Meu abraço Dr. José Paulo.

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