COMENTÁRIOS SELECIONADOS

Comentário sobre a postagem NO TEMPO EM QUE O JBF APARECIA NA VEJA

Álvaro Simoes:

Conheci o JBF através da coluna do Ricardo Setti na Veja, da qual fui assinante durante muitos anos e que abandonei quando ela deu sua incrível guinada à esquerda, levando junto até o Reinaldo Azevedo, que se bandeou de mala e cuia para os lados dos corruptos da canhota.

À morta-viva Veja só restaram de jornalismo decente os textos e vídeos do Augusto Nunes.

Mas a vira-casa hebdomadária serviu para me trazer um hábito muito gratificante, edificante, pujante, estimulante, galante, gigante, vibrante, possante, pensante, elegante, chocante, vicejante, rutilante, relevante, ofuscante, faiscante, brilhante, cativante, dominante, triunfante, retumbante e, principalmente, constante, que é ler o JBF tomando o café da manhã, pois não há tempo a perder.

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