A PALAVRA DO EDITOR

“Saudades de Minha Terra” é uma música da autoria do mineiro Goiá, que foi gravada por cantores e duplas sertanejas.

Curto essa composição desde os anos 60, quando saí do nordeste e fui bater em Goiás, onde conheci e me apaixonei por este gênero da mais autêntica música brasileira.

A versão de “Saudades de Minha Terra” gravada pela dupla Belmonte e Amaraí é a minha predileta.

Pois bem.

Quando foi ontem me mandaram um vídeo com uma paródia, uma versão debochada, bem humorada e genial do primeiro verso desta música.

A belíssima letra da versão original começa assim:

De que me adianta
Viver na cidade
Se a felicidade não me acompanhar
Adeus paulistinha, do meu coração
Lá pro meu sertão eu quero voltar

Pois no vídeo que me mandarem esse trecho aí de cima ficou desse jeito:

De que me adianta
Chegar nessa idade
Se o meu bilau não quer mais levantar
Adeus menininha, adeus mulherão
Tô ficando velho comecei brochar

Êita povo arteiro e criativo e que só a porra!!!

Pra alegrar o nosso começo de semana, aí estão as duas interpretações.

Atentem pra beleza poética da versão original, com Belmonte e Amaraí, e a safadeza da versão debochada, apenas do primeiro verso, com um intérprete que eu não sei quem é.

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