A PALAVRA DO EDITOR

João Veiga é um amigo muito querido, um cabra que mora na minha estima.

Pernambucano nascido no sertão, grande médico cirurgião, Veiga tem uma vida dedicada à medicina com muita competência e paixão.

Há 16 anos ele salvou a vida de uma turista israelense que havia sido baleada no carnaval de Olinda.

Ela chegou quase morta ao Hospital da Restauração, aqui no Recife, a maior emergência do norte e nordeste do Brasil, onde Veiga estava de plantão.

Com uma forma de gratidão, a moça convidou Veiga pra ser sua madrinha de casamento em Israel, alguns anos depois.

Cliquem aqui e vejam uma matéria de junho de 2017 sobre o assunto.

Já faz algum tempo que não nos encontramos.

Trocamos mensagens vez ou outra pelo zap.

Ontem Veiga fez uma postagem no seu facebook que me chamou a atenção.

É esta que está aí embaixo.

Leiam e tirem vocês mesmos suas conclusões.

13 pensou em “UM AMIGO ARRETADO, UM DOUTOR COMPETENTE

  1. E isso aí, caro Berto.

    Como se diz aqui, quando a pimenta está no olho dos outros, é refresco.

    Mas quando a água bate na bunda aí procura-se a boia de qualquer jeito.

    É muito triste que até “doutores” estejam politizando a doença e a cura.

    Aqui tá assim; quando chega um paciente com sintomas de gripe táca-lhe Tamiflu (caro e com patente) e dipirona.

    Se a coisa piorar aí vai para a CTI e UTI e se trata com CLQ + AZT + Z.

    Sacumé né, tem que lotar os hospitais.

  2. Estão escondendo criminosamente a cura para essa praga vinda da China. O uso da hidroxicloroquina mais azitromicina com o paciente na UTI, pode ser tarde demais. Até a amoxicilina está mostrando eficacia no combate a esse vírus. O precoce significa constatada a infecção e a pessoa com febre e demais sintomas. Se deixar afetar os pulmões com necessidade de UTI pode ser tarde demais.

    • Tá, jm, porém o que interessa aqui em SP é a narrativa.

      Em Rib. Preto onde eu moro, a doença está totalmente controlada, porém o Governador e o Ministério Público de SP não deixam a volta à normalidade, mesmo com todos os cuidados.

      Não sei se está claro, o objetivo é acabar com o onda da direita conservadora que varre o país e para isso tem que derrubar o o Bolsonaro.

      A coisa é muito grande para se preocupar com mortes aqui e ali e com a destruição do mais rico estado do país.

      • Uma leitura mais apurada nos mapas e gráficos sobre o coronavírus mostra que as cidades mais distantes das grandes capitais possuem a doença sob controle com pouquíssimos casos de doentes e/ou mortos (me adianto aos que dirão que a cidade tal está com muitos infectados: toda regra possui excessões). O fato se repete, inclusive no cenário mundial, onde os surtos se concentram nas capitais dos estados de cada nação.

  3. Meu Deus do céu! Que doença é essa da ignorância turrona e birrenta, que faz inclusive médicos politizarem sobre assunto tão grave e importante. Existem tantos caminhos apontados por diversos segmentos. Porque não se reúnem para discutirem com seriedade e respeito que a situação exige. Levano-nos, realmente à acreditar que existe algo muito obscuro, danoso e premeditado, para causar toda comoção histérica e caótica no meio social, humano e econômico. A quantidade de informações e desinformações tem tomado proporções inimagináveis e preocupantes. Questão da Cloroquina associada à outros remédios, Potocolo de Bérgamo. Protocolo cabo de guerra da Elnara Negri. Hospital Samel com Cápsula Vanessa, utilizada com sucesso na UPA da Imbiribeira no Recife, etc. Ficamos atordoados com tantas notícias. Porém, não vemos, pelo menos é o sentimento que temos, os responsáveis diretos e indiretos no combate desse mal, tomarem rumos que esclareçam com verdade, firmeza e convicção, essa população acuada e fragilizada. Percebemos que essa patologia horrenda, deliberadamente satânica, de amedrontar e aprisionar os sêres humanos está no nível global. Mundial? Lembra alguma coisa? Nova Ordem? No que podemos acreditar?

    • Vida que segue… Acabaremos concluyendo que, mientras no haya vacuna (y puede que no la haya nunca), tendremos que convivir con esto. Reforzar mucho la capacidad del sistema de salud pública, aceptar una tasa de mortalidad más alta e ir normalizando la dolce vida. Porque mientras haya un solo caso en el planeta, será inevitable que llegue una y otra vez por todas partes. Los daños psíquicos, especialmente los más desfavorecidos, los daños económicos, los daños en otros aspectos de la salud pública, de seguir mucho tiempo así, no son asumibles.

  4. Perdão para fazer uma correção o Protocolo Cabo de Guerra, deixei de colocar o Doutora. Portanto é Doutora Elnara Negri. Obrigado.

  5. Acho que a questão da cloroquina se resume num post que vi outro dia que dizia: Usar a Cloroquina é como se o sujeito estivesse num avião que estivesse caindo e só tivesse paraquedas que não foram testados e aprovados pelo INMETRO. Você usaria ou não?
    Claro que eu usaria.

  6. Volto aos comentários. Caso não o fizesse, cometeria um deslize imperdoável. Como não reconhecer o valor inestimável, mesmo sem conhecê-lo, desse Médico denodado. Profissional dedicado. Motivo de orgulho do renomado Hospital da Restauração do Recife. Da nossa cidade e do nosso Estado. Lembro-me do ocorrido, pois, marcou muito a notícia que dava conta que a bala perfurara o coração da jovem. Só Deus e a experiência arraigada e intensa do Dr. João Veiga para realizar tal milagre. Bela e justa homenagem de reconhecimento dessa moça em torná-lo padrinho do seu casamento. Gratidão, uma das engrenagem que movem o nosso mundo. Parabéns e Louvores ao Médico e Amigo seu, Berto.

  7. Se havia indícios de que remédios existentes poderiam diminuir a taxa de mortandade deve-se fazer inquéritos policiais sobre isto . As famílias que perderam seus entes devido a este fato devem fazer queixa nos mais diversos órgãos inclusive na imprensa . Isto ao que parece foi crime contra a humanidade. E devem fazer pressão mesmo , porque o quadro que se desenha é de assassinato em massa. É preciso uma boa investigação.

  8. João Veiga, amigo de infância da minha querida Tabira. Joguei futebol num time chamado EPJV -Escola Professor João Veiga, pai do nosso querido Joãozinho.

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