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Vai enviar tropas até Brasília pra prender os cretinos do stf, tse, pgr, fazer uma limpa no congresso, senado e no palácio putanjal? Aos morros do Rio, São Paulo, Salvador, Recife e outras plagas?? Se num fô ansim, antão nem venha, Donatramp!!!
Que assim seja, mas, vamos por partes, porque o tema é denso e tem implicações militares, políticas e até históricas para a América do Sul.
1. Cenário operacional
Trump, ao classificar certos cartéis como organizações terroristas estrangeiras (FTO), abre margem legal para aplicar contra eles o mesmo tipo de força que os EUA já usaram contra a Al-Qaeda, o Estado Islâmico e talibãs. Isso inclui:
Operações de forças especiais (Navy SEALs, Delta Force, Green Berets) para capturar ou eliminar lideranças.
Drones armados e vigilância aérea para destruir laboratórios, rotas de transporte e comboios.
Operações navais no Caribe e Atlântico para interceptar embarcações.
Cooperação com unidades policiais e militares locais (treinamento, inteligência, logística).
O ponto chave: não é preciso uma invasão em larga escala para causar impacto. Pequenas operações cirúrgicas podem atingir diretamente o comando e as rotas logísticas dos cartéis.
2. Impactos geopolíticos
Essa estratégia teria efeitos imediatos:
Pressão sobre governos latino-americanos: países como Colômbia e Peru provavelmente cooperariam (já têm histórico de parceria militar com os EUA), mas México, Venezuela e Bolívia reagiriam com hostilidade, alegando violação de soberania.
Possível apoio de países alinhados a Washington: Equador, Paraguai e talvez Brasil (dependendo do governo e do contexto político, caso essa operação não seja desencadeada tão logo) poderiam colaborar discretamente, pois também sofrem com rotas de tráfico.
Tensão diplomática: a ONU poderia receber denúncias contra os EUA por operações militares em territórios sem autorização formal.
Risco de retaliação: cartéis poderiam responder atacando cidadãos e instalações americanas na América Latina.
3. Lado prático/realista
Aqui é onde as coisas ficam menos cinematográficas:
Os cartéis são descentralizados: eliminar um líder não acaba com a rede, pois há substituição rápida (efeito “cortar a cabeça da hidra”).
Necessidade de inteligência local confiável: sem informantes e cooperação interna, a eficácia das operações cai drasticamente.
Impacto econômico e social: países com economias frágeis e áreas sob forte influência do narcotráfico poderiam entrar em instabilidade, criando vácuos de poder que outros grupos preencheriam.
Histórico misto de resultados: operações como o “Plano Colômbia” reduziram alguns fluxos, mas também deslocaram o problema para países vizinhos — o chamado “efeito balão”.
Conclusão:
Se for adiante, será um golpe duro contra cartéis específicos, especialmente os mais visados, como Tren de Aragua, MS-13 e Sinaloa.
Mas, para ter impacto real e duradouro, precisaria vir junto com ações coordenadas de inteligência, combate à lavagem de dinheiro e redução de demanda — caso contrário, será como podar um mato que volta a crescer.
No lado positivo, desarticularia operações e colocaria medo nos chefões; no negativo, poderia gerar instabilidade e desgaste diplomático sério.
Uhuuuuu!
Estratégia sem precedentes.
Val voltar do Alasca como o Thor.