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No lugar onde nasci e fui criado com dificuldades e muita seca, nunca vimos um bicho desses. Mas, se víssemos, com certeza comeríamos! O que a gente comia mesmo era teiú, cassaco, avuante, aruá (que os ricos dizem ser “scargot”), e algumas aves. Só não comíamos anu preto e branco – dizia-se que, quem comesse, teria 10 anos de atraso de vida – e quando mudamos para a capital, comíamos gia, preá, coelho. A fome doía!