CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Prezado Berto,

Alvíssaras!!!

Acho que agora o salário da Chupicleide e do Bosticler serão devidamente indexados e reajustados neste fim-de-ano aí em Banânia.

Caso o Editor dessa Gazeta arretada se “indigüine” de pagar!!!

Clique na manchete abaixo e leia matéria completa:

Desembargador cita aumentos de 200% e quer reajuste em auxílio-alimentação para R$ 2,3 mil

R. Meu amigo, tu daí dos Zistados Zunidos fica jogando sarna aqui pras bandas dessa gazeta escrota pra eu ficar me coçando.

Se a secretária Chupicleide e o faxineiro Bosticler, além do reajuste de salário, fizerem igual ao desembargador do Mato Grosso e também pedirem reajuste do auxílio-tira-gosto e do auxílio-cachaça, aí eu tô lascado!!

Só vai ficar faltando Polodoro e Xolinha pedirem reajuste do auxílio-capim e do auxílio-ração.

Nem mesmo as generosas doações feitas pelos leitores fubânicos vão conseguir cobrir tudo.

Vai ser de lascar!!!

Xolinha de tabaca arrombada e Polodoro balançando a pajaraca: os dois ficam sonhando com as doidices propostas pelos leitores

3 pensou em “SPOCK LEE – NEW CASTLE, DELAWARE – USA

  1. Esse juiz era (ou é) dono de 2 apartamentos cobertura num prédio. Pagava naturalmente 2 condomínios. Um dia achou de fazer uma reforma e juntou os 2 apartamento num só e…passou a pagar um condomínio. O caso foi pra justiça e o desembargador tomou ferro. Esse é esperto que só…

  2. Ao propor o reajuste, Zuquim justificou que além da perda de inúmeras vidas, a pandemia também provocou o aumento “avassalador e abrupto” do custo de vide, que atingiu desde os produtos primários, até os itens de extrema necessidade.

    “Para se ter uma ideia, alguns produtos de utilidade básica dos brasileiros aumentaram em mais de 200%, não se mostrando suficiente para recompor essas perdas, o atual valor pago pelo Poder Judiciário a título de auxílio-alimentação. Partindo desse entendimento, e havendo possibilidade orçamentária do Poder Judiciário, acredita-se ser necessário estabelecer valor, mesmo que temporário, que minimize o aumento abrupto dos itens de primeira necessidade”, afirmou o corregedor.

    O desembargador ainda pondera que o poder tem dinheiro em caixa para arcar com o reajuste e afirma que pagamento do auxílio alimentação já está previsto no orçamento do Poder Judiciário e por isso não se trata de criação de despesa. “Do mesmo modo não se está aqui criando ou majorando despesas fixas e continuas não impedindo assim o pagamento de gratificação adicional como se pretende no caso em testilha”.

    A proposta é referente ao mês de janeiro, que deveria ser paga na folha salarial de dezembro. No entanto, de acordo com a assessoria do TJMT, a questão só será decidida após o recesso.

    Por meio de nota, o Sindicato dos Oficiais de Justiça de Mato Grosso (SindoJus) e as associações dos Servidores do Poder Judiciário (ASPOJUD), Associação dos Técnicos Judiciários do Poder Judiciário (ASTEJUD) e Associação dos Analistas Judiciários (ANAJUD), afirmaram que a solicitação de acréscimo ao auxílio alimentação foi realizado com base na planejamento orçamentário do PJMT.

    Só pra se ter o tamanho do descaramento .

  3. Isto é um escárnio, a ditadura da toga está se alastrando, começou pelo STF, chegou ao MP e está chegando as tribunais regionais/estaduais, mais um pouco e estaremos ferrados, o que me preocupa, é estamos passivos, quando acordarmos, estaremos fudidos do “primeiro ao quinto invertidos”.

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