Deputados da oposição acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar a origem de bens omitidos na prestação de contas eleitorais do chefe da Secom do Planalto, Paulo Pimenta.
A mansão, em área nobre de Brasília e avaliada em R$ 3 milhões, não foi declarada.
A oposição diz na notícia-crime que a origem do recurso pode se caracterizar como “lavagem de dinheiro”.
Pimenta declarou à Justiça Eleitoral um valor bem irrisório da mansão espetacular: R$ 192.839,00.
Em março, quando o escândalo se tornou público, o ministro disse que a declaração omitindo a propriedade seria orientação do seu partido, o PT.
A oposição sustenta que “a justificativa de ter seguido orientação do partido não é algo que exime da responsabilidade”.
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Quer dizer, então, que o petêlho cometeu a criminosa omissão por ordem do seu bando?
Bom, foi o que ele afirmou, conforme consta na notícia aí em cima.
Cabra obediente!
O fato é que essa caverna petralheira só tem ratos de grosso calibre.
Cada um roendo mais que o outro.
Se alguém conseguir encontrar na alta cúpula do bando lulo-petralha um sujeito decente e honesto, vai ganhar o Prêmio Nobel da Impossibilidade.
E vem aí mais um golpe do Carniça, a nível nacional. Acaba de tirar a obrigatoriedade de licitação nas obras de saneamento. A picanha tá garantida.
Ele não disse isso . Ele disse que o PT ” puxou ” uma parte da sua declaração de bens no IR , e que este bem está …. em nome da mulher dele , que estaria em outra parte da declaração .