DEU NO JORNAL

Deputados da oposição acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar a origem de bens omitidos na prestação de contas eleitorais do chefe da Secom do Planalto, Paulo Pimenta.

A mansão, em área nobre de Brasília e avaliada em R$ 3 milhões, não foi declarada.

A oposição diz na notícia-crime que a origem do recurso pode se caracterizar como “lavagem de dinheiro”.

Pimenta declarou à Justiça Eleitoral um valor bem irrisório da mansão espetacular: R$ 192.839,00.

Em março, quando o escândalo se tornou público, o ministro disse que a declaração omitindo a propriedade seria orientação do seu partido, o PT.

A oposição sustenta que “a justificativa de ter seguido orientação do partido não é algo que exime da responsabilidade”.

* * *

Quer dizer, então, que o petêlho cometeu a criminosa omissão por ordem do seu bando?

Bom, foi o que ele afirmou, conforme consta na notícia aí em cima.

Cabra obediente!

O fato é que essa caverna petralheira só tem ratos de grosso calibre.

Cada um roendo mais que o outro.

Se alguém conseguir encontrar na alta cúpula do bando lulo-petralha um sujeito decente e honesto, vai ganhar o Prêmio Nobel da Impossibilidade.

2 pensou em “SÓ TEM RATOS

  1. E vem aí mais um golpe do Carniça, a nível nacional. Acaba de tirar a obrigatoriedade de licitação nas obras de saneamento. A picanha tá garantida.

  2. Ele não disse isso . Ele disse que o PT ” puxou ” uma parte da sua declaração de bens no IR , e que este bem está …. em nome da mulher dele , que estaria em outra parte da declaração .

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