DEU NO JORNAL

Tem um motivo bizarro a recusa de Lula (PT) de cumprir seu dever, como chefe de governo, de telefonar ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e tentar uma negociação de alto nível sobre o tarifaço: medo.

Após declarar “apoio” à então candidata Kamala Harris, chamar o atual presidente de “nazista” e de fazer pregação tola e solitária contra o dólar, o medo do petista é ouvir o que não gostaria, tomar uma invertida do líder republicano, em eventual conversa.

O medo infantil do Lula foi confessado à agência Reuters, quando disse que “presidente da República não pode ficar se humilhando para outro”.

Lula diz que só ligaria para Trump se sua “intuição” (sic) mandar. Lorota. Conversas assim são negociadas, eliminam-se riscos.

Lula insistiu na mentira de que seu vice Geraldo Alckmin estaria “negociando”. Não há qualquer tipo de negociação em andamento.

* * *

O último paragráfado dessa nota aí de cima diz que “Lula insistiu na mentira”.

Nada de novo. Tudo dentro da normalidade.

Insistir na mentira faz parte da rotina do descondenado.

Isso é cagado e cuspido a cara da Republiqueta Banânica.

6 pensou em “SE OBRANDO DE MEDO

  1. Quando Lula joga à mídia que tais negociações estão com o seu vice, ele tenta passar de alguma forma a ideia de que é tão maior que Trump – e o Brasil mais importante que os EUA -, que o Presidente do Brasil não se envolverá negociando com “poderes” menores. Não se apequenará resolvendo algo insignificante para a sua inteligência superlativa.
    Só alguém que pararia a guerra da Ucrânia contra Rússia em uma mesa de bar tomando uma cervejinha, pode se imaginar acima de qualquer coisa. Afinal, não esqueçamos, Lula não se acha, ele tem certeza que é a quarta figura de um “Quarteto Divino”; no entanto, ficando acima do Deus Criador, do Espírito Santo e de Jesus Cristo.
    Lula acredita com fé em si próprio que possui atributos de um deus: nunca erra, jamais se arrepende é onipresente e onisciente, embora nunca saiba de nada.
    Sobre suas mentiras, cada dia mais instigantes do ponto de vista psicológico, Lula apenas usa sua capacidade de criação, e sobre perguntas daquilo que não sabe, ele cria respostas aleatórias sobre suas próprias crenças, como o Deus que do nada tudo fez.
    É um caso interessante de narcisismo com contornos de megalomania, e se não fosse o deus que é para muitos, estaria sentado à cabeceira da mesa do refeitório de qualquer casa de saúde mental.
    E, de fato, Lula é um deus. O deus da santa Igreja aposPTólica da corrupção, cuja religião monoteísta se faz de seguidores de um livro sagrado pregando contra a prosperidade da alma e dos bens físicos.
    E quem crê diz amém de pé.

  2. O Silêncio Covarde do Mandatário Pusilânime – Maurino Júnior, 07 de agosto de 2025

    A história contemporânea do Brasil, infelizmente, vive um de seus capítulos mais trágicos, desonrosos e vexatórios. No epicentro desse enredo grotesco está um homem que, sem mérito moral, intelectual ou diplomático, ocupa a cadeira presidencial como se fosse um trono de barro, sustentado por uma corte de ministros de toga e paletó — tão desprovidos de nobreza quanto de virtude. A ausência de uma simples ligação para Donald Trump, líder inconteste da ala conservadora dos Estados Unidos e figura central da geopolítica global, revela mais do que uma omissão diplomática: escancara o medo crônico, a subserviência ideológica e o isolamento internacional de um pária travestido de chefe de Estado.

    Luiz Inácio Lula da Silva, reincidente em escândalos de corrupção e sempre cercado por figuras tão ou mais nefastas que ele próprio, demonstrou mais uma vez que a sua missão nunca foi representar a Nação, mas sim proteger sua bolha ideológica jurássica, garantir blindagem jurídica a seus comparsas e manter a narrativa podre do “nós contra eles”, como se ainda estivéssemos em tempos de guerrilha.

    A covardia de não telefonar para Trump, num momento em que os líderes mundiais estabelecem alianças sólidas, mostra o despreparo de um governante que teme a verdade, evita o embate com estadistas e se esconde por trás de uma retórica mofada, alimentada por assessores intelectualmente anêmicos e moralmente apodrecidos.

    O Brasil, sob essa administração, tornou-se um corpo febril. O Planalto é hoje um sarcófago de intenções pútridas, onde o bom senso foi mumificado e a verdade, assassinada por decretos e decisões de um STF transformado em tribunal da Inquisição moderna. Os “cretrinistros” — assim os nomeio, sem o menor pudor — não são guardiões da Constituição, mas verdugos da liberdade. Com suas canetas, rasgam os preceitos republicanos, alargam as fronteiras da censura e esmagam, dia após dia, o que restava de independência entre os Poderes.

    É imperativo que o povo brasileiro desperte. Não com ovações, mas com indignação. Não com bandeiras vermelhas, mas com consciência cívica. A esquerda brasileira, em sua atual encarnação, nada mais é do que um consórcio de ideias falidas, práticas totalitárias e apetites insaciáveis por poder e dinheiro público. Alimentam-se de ignorância, prosperam em narrativas mentirosas e se mantêm vivos apenas porque parte da população foi anestesiada por décadas de aparelhamento cultural, educativo e midiático.

    Não estamos mais em tempos de moderação. A moderação, neste cenário, é cumplicidade. Chegou a hora de gritar, de escrever, de denunciar com a força de mil trovões. A República está sendo vilipendiada por um sindicalista decadente, por togados de vaidades ilimitadas e por uma elite política que trata o Brasil como feudo pessoal.

    Aos que ainda creem na pátria, deixo um apelo: deixem de lado a tibieza. Não há mais espaço para neutralidade. Ou se está ao lado da liberdade, da justiça, da dignidade e do mérito, ou se está ao lado da quadrilha institucionalizada que comanda o país das sombras — ou à luz do dia, com a impunidade que só o cinismo pode conferir.

    O Brasil é maior do que esse governo. É maior que seus ministros de fancaria. É maior do que o conluio dos pusilânimes. Mas para que retome sua estatura de Nação soberana, é preciso que cada cidadão rompa com a passividade, denuncie o autoritarismo disfarçado de progressismo, e expulse — nas urnas, nas ruas, nas redes e na cultura — todos os que ousaram transformar a democracia brasileira em uma pantomima grotesca.

    Lula não ligou para Trump porque sabe que não tem estatura para encarar um estadista de verdade. E sabe, no fundo, que a História será implacável com covardes.

  3. No texto acima, peço que desconsiderem o título: O Silêncio Covarde do Mandatário Pusilânime.
    O correto: O Silêncio do Mandatário Pusilânime.

  4. Olá!
    Curto, grosso e direto… essa coisa que hoje infelizmente é presidente não tem o mínimo interesse em que essa situação se resolva… veio ao seu gosto e de sua quadrilha para poder continuar fazendo o que que querem, e encontraram a culpa do momento e do futuro…. canalhas… inté!

  5. Pingback: NARCISMO E MEGALOMANIA | JORNAL DA BESTA FUBANA

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *