CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Partiu.

Deixou muitos vídeos gravados.

Que esteja na paz do Senhor.

Sancho costumava dizer em suas brilhantes colunas (ah quanta falta você me faz) que existem pessoas que deveriam viver para sempre.

Silvio Matos é uma dessas pessoas.

Um comentário em “SCHIRLEY – CURITIBA-PR

  1. É dose para elefante! Vão morrendo gente querida, que teve o apreço de nossa amizade e, de repente, zás!!! Tudo acaba e mais um dos que nasceram pelados, desdentados e carecas vai-se (da vida nada se leva). Deixa muitas histórias o agora imortal Silvinho, meu querido amigo.
    “A gente vai embora e fica tudo aqui (…) sem sequer guardar as comidas na geladeira, tudo apodrece, a roupa fica no varal”, disse Silvio Matos.
    Silvinho marcou época em dublagens de séries clássicas, como A Feiticeira, Daniel Boone, Terra de Gigantes, Os Campeões e Chaparral, além de filmes antigos, como Cooky (Barry Fitzgerald) em O Lobo do Mar (1941) e Arrioch (Ric Roman) em Escravos da Babilônia (1953).
    E gente olha a certdão de nascimnto e constata, assustada, que daqui a pouco (tomara que não tão pouco) é a ‘nossa vez’.
    Mrs. Irrelevant, the Matilde: “Siempre seré una fan de Berto, Silvio Matos, Maxwell Smart, Mafalda (do Quino) Trump y Bolsonaro”.
    Que Deus o receba em sua Glória! O céu ganha um grande artista, e aqui fica o legado desse homem gentil e generoso!
    Beijão, Silvinho, meu amigo.

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