ROQUE NUNES – AI, QUE PREGUIÇA!

Neste terceiro texto, com a mesma temática, quero debater com vocês como a república do lumpesinato atuou junto às forças produtivas do país, a fim de demolir qualquer tentativa de progresso pelo trabalho, esforço, ou mesmo pelo empreendedorismo. Todavia, a estratégia utilizada não teve apenas o desejo principal de destruição. O que os lúmpens que estavam aboletados no poder queriam, era destruição para os demais com lucros exorbitantes para eles.

Recentemente li em um panfleto que os lúmpens – leia-se socialistas e comunistas, dá na mesma -, pensam como Marx, governam como Lênin e vivem como Rockfeller. Algo bem verdadeiro, basta ver as fortunas que os lúmpens nacionais amealharam em décadas de um “dolce far niente”. Qualquer outro cidadão que tentassem viver como um de nossos lúmpens mais conhecidos, ou estaria na cadeia por vagabundagem, ou morando nas ruas. Mas, deixa isso para lá! Não é sobre isso que eu quero debater com vocês.

A primeira falsa assertiva, ou tese da república lúmpen, foi a de que chegara a vez “dos trabalhadores” assumirem o poder. Organizado o novo governo, não havia um único trabalhador ali, apenas gente que saiu de cargos em que estavam aboletados, em sindicatos, confederações, algum órgão estrangeiro que recepciona e dá “emprego” para esse tipo de gente, e por aí vai. Durante os dois mandatos de Lula e do mandato e meio da sua boneca de mamulengo, direcionou-se os recursos tomados da população para o financiamento de ditaduras amigas, empresários incompetentes que ficaram bilionários de um dia para outro, vendendo promessas, construindo obras inúteis e caras, e fazendo a maior transferência de renda, da história do planeta. Mas, essa transferência, foi da pobreza, para os já milionários.

Vejamos o caso do financiamento estudantil para que pobres pudessem cursar a universidade. Estima-se que se transferiu cerca de 60 bilhões de reais, via empréstimos subsidiados para escolas superiores privadas. Isso mesmo, universidades privadas foram as grandes beneficiárias dessa transferência de recursos, em um governo que diz defender a universidade pública, gratuita e de qualidade para todos. E outra, o governo lúmpen não colocou estudantes pobres nas universidades, mas sim no SPC e na SERASA.

Como assim?? Como assim!!?? Simples. A maioria dos alunos que estava cursando uma universidade privada com dinheiro do FIES, simplesmente não têm como pagar o financiamento. Mal entraram no mercado de trabalho e já estão com os nomes negativados nesses dois controladores de crédito. Tenho uma irmã que este ano colou grau em enfermagem no MT. Estudou com recursos do FIES, mas além do trabalho dela, pois é funcionária da saúde do MT há quase trinta anos, ainda vendeu bolinhos, salgados, docinhos para pagar o empréstimo. A família mesmo, muitas vezes nos juntávamos e mandávamos uns caraminguás para ela poder pagar o crédito. Graças a Deus conseguiu e não foi mais uma com restrições de crédito no país.

Mas essa é uma exceção no meio de tantas regras que é o estudante terminar o curso, não arranjar emprego e ter o nome negativado. Esse foi um dos maiores legados do PT ao país. Depois que o governo Michel Temer e o governo Bolsonaro começaram a botar ordem na casa, muitas universidades que viviam, basicamente do FIES foram “pro vinagre”. Aqui mesmo, na gloriosa Campo Grande, duas instituições de ensino superior fecharam as portas porque o dinheiro fácil do FIES desapareceu. A minha preocupação é o tipo de profissional que essas universidades formaram e hoje estão no mercado de trabalho.

Outro caso emblemático de como a república lumpesina investiu na destruição do país foram o Complexo Abreu e Lima e o subsídio aos chamados “campeões nacionais”. Abreu e Lima, uma suposta refinaria que seria construída em parceria com a Venezuela de Hugo Chavez custaria seis bilhões de reais. Já foram enterrados oitenta bilhões e ainda falta mais sessenta bilhões para ela ficar pronta. E a piada suprema é que ela iria refinar um tipo de petróleo que nem o Brasil, e nem a Venezuela produzem.

Abreu e Lima foi só uma amostra de como a república lúmpen investiu na destruição do Brasil, mas com lucros vultosos para si e para seus comparsas. Apesar da Venezuela, que deveria arcar com 50% dos custos da construção nunca ter botado um centavo nela, são notórios os indícios de corrupção e sobrepreço. Aliás, seria até interessante, e eu penso em fazer isso, em outro texto, mostrar como o Estado calcula os preços dos produtos de referência para fazer suas compras. Garanto que deixarei vocês de boca aberta, diante de tamanha safadeza.

Os outros “campeões nacionais” que vendiam peido como se fosse ouro deixaram seus donos bilionários, sem nunca ter produzido um parafuso sequer. Chegou-se a termos empresários figurando na casa de dezena de bilhões de dólares em patrimônio, mas como castelo de areia, deterioraram-se na primeira onda. A malandragem era simples, até mesmo boba, mas bastante eficaz. O BNDES – essa excrescência que deveria ser extinta -, tomava dinheiro na praça a juros reais de 7 a 10 por cento, emprestava aos ditos campeões nacionais com juros subsidiados a 2 por cento ao ano e a diferença da conta ficava para o sujeito que todos os dias pega ônibus para o serviço, pagar.

Com a eleição dos chamados “campeões nacionais”, que era apenas um modo de desviar dinheiro, a república do lumpesinato chegou ao estado da arte em como ficar rico sem ter que trabalhar, investir, ou mesmo empreender. Prova disso é o filho do lúmpen-mor deste país. De catador de merda de elefante em zoológico, transformou-se em empresário milionário do ramo de jogos eletrônicos, sem nunca produzir um único jogo para celular, ou mesmo um software que simulasse um jogo. Para os demais, crise de liquidez.

Afora as ditas “desonerações” que provocaram um rombo de quinhentos bilhões de reais nas contas públicas que terão que ser pagas por aqueles que trabalham, principalmente os mais pobres, pois sobre esses recai a maior tarifa de impostos e contribuições, sem perspectivas de alívio nos juros. Isso em um governo que criticava os “rentistas”, a ciranda financeira e a especulação monetária. Era tudo fachada. A intenção da república lúmpen era facilitar a espertalhões o acesso à chave do cofre, desde que eles levassem a sua parte. O resultado? Petrolão, Mensalão e outros “ões” que ainda não descobrimos.

De tudo isso, o que mais me admira é que ainda há gente que defende essa república, sonha com a volta deles ao poder, ainda que saibam que, se eles voltarem, vai ser para concluir o trabalho de destruição do país, como a Cristina Kirchner está fazendo na Argentina, pelas mãos de seu boneco de mamulengo. Como disse no texto anterior, espero que a lição tenha ficado e que a gente não queira um repeteco pelos próximos dez mil anos.

21 pensou em “REPÚBLICA DO LUMPESINATO III

  1. Prezado Roque:
    Não há como expressar minha aprovação com todos os seus dizeres.
    Para sua informação, quando tive a oportunidade de vir para os Estados Unidos no ano 2000 percebi que aquele cafajeste iria se tornar Presidente. Imediatamente agarrei a oportunidade de ser transferido para este país. Muito do que me motivou foi a vergonha de tê-lo como meu Presidente, já que o conheci pessoalmente quando trabalhei na Villares em São Bernardo do Campo e sei muito bem da sua falta de caráter. Prometi a mim mesmo que, salvo algum acidente na minha vida, não voltaria ao Brasil enquanto essa corja do PT estivesse no poder.
    Hoje, aposentado aqui, tenho planos para voltar e terminar meus dias no meu torrão natal. Vou adiar esses planos até o final do ano que vem, por razões óbvias. Se esses “lúmpens” (acho que essa palavra veio da matriz “lupanar”) tomarem o poder de volta vou ser cremado por aqui mesmo.
    Parabéns pelos seus artigos.
    Um grande abraço.

    • Magnovaldo.

      Grato por suas sábias palavras. Eu também estou com essa tentação de, assim que terminar meu doutorado, se essa quadrilha voltar ao poder, eu vou embora deste país, porque ele não terá solução. Apenas uma correção. Lúmpen vem da palavra alemã “”lump” que significa vagabundo, velhaco, desocupado.

  2. Caro Roque, cabe a cada brasileiro de bem ter consciência do que já passamos e o caminho que tomaremos caso os lupesinos retornem ao poder.

    O Magnovaldo acima tem a oportunidade de continuar nos EUA. Eu não.

    Luto com todas as forças pelo meu futuro seja diferente.

  3. Caro Roque,

    Mais uma vez, teu artigo simplesmente ARRASOU!!!

    Fiquei na mesma situação de Marcelo: NÃO DEIXASTE MAIS NADA PARA EU ESCULHAMBAR.

    Quanto a Magnovaldo, QUE INVEJA! Inveja boa! Daquelas de querer também a mesma felicidade, não destruir a tua. Fique com Deus e usufrua bem, caro amigo.

    • Adonis, meu caro amigo.

      Se fomos vasculhar a malta e o mal que ela fez ao Brasil, daria um texto maior que o Mahabarata indiano que é catorze vezes mais extenso que os 66 livros da Bíblia Sagrada.
      Tem esculhambação para os vagabundos federais, estaduais e municipais dassa república lumpesina.

  4. Prezado Roque, seu texto está primoroso, o difícil, é fazer esta malta de ladrões “entender” seu conteúdo, na minha opinião, eles sofrem da “Síndrome de Estocolmo”.

  5. Marcos.

    O problema maior é acharmos que o político é o corrupto. Enquanto não nos convencermos que nós que somos corruptores, continuaremos mandando ladrões para nos roubar. Eles não são ladrões de ocasião. Um Renan Calheiros, um Lula, um Omar Aziz, um Carlos Lupi não vão mudar suas naturezas. Continuarão sendo os mesmos velhacos de sempre. Somos nós que precisamos mudar e parar de eleger bandidos, pois, nesse frigir de ovos, os maiores bandidos somos nós, pois estamos roubando e sabotando o futuro de nossos filhos e netos.

    • Aplausos! Já tivemos governos militares, de esquerda e direita. A solução não vem de cima para baixo. Terá de ser de baixo para cima. Quando o cidadão tiver capacidade de pensar e votar de forma consciente, sem entender que o voto não é um jogo. A maioria comemora que seu candidato ganhou, como se fosse um jogo de futebol.

  6. Caríssimo Roque,
    Sua trilogia é de uma perfeição tamanha; tanto o é que não resisti e copiei o trecho final para complementar meu comentário na coluna de hoje do Marcelo.

    Seus “golpes de direita” (O resultado? Petrolão, Mensalão e outros “ões” que ainda não descobrimos.) o tornam um puglilista ao nível dos maiores boxeadores verbais e escriturais desta escrota gazeta de outrora, de agora e de amanhora.

    Vida longa ao Rei? Claro que não! Vida longa ao Roque do Rei.

    Um abraço sanchiano ao mestre.

    • Sancho…. a sua loucura, mais racional que a razão rasteira e chã é um afrodisíaco para quem gosta de boa leitura e um texto primoroso e saboroso. E apenas “escrivinho” bobagens de minha mente, que, quando vazia se torna oficina de Asmodeu… apenas para encher o saco da besta humana.

  7. – Chegara a vez “dos trabalhadores” assumirem o poder. Organizado o novo governo, não havia um único trabalhador ali, apenas gente que saiu de cargos em que estavam aboletados, em sindicatos, confederações, algum órgão estrangeiro que recepciona e dá “emprego” para esse tipo de gente, e por aí vai.
    Correto seu ponto. Infelizmente trocou-se a origem dos beneficiários do esquema, saíram os sindicalistas entraram os militares. Militares no Governo: em 2018 -2765, em 2020 – 6157. O presidente Jair Bolsonaro editou um decreto que permite aos militares que estejam na ativa a exercer cargos nos governos por tempo indeterminado. Não precisam mais passar para a reserva depois de 2 anos em outra função.
    “universidades privadas foram as grandes beneficiárias dessa transferência de recursos, em um governo que diz defender a universidade pública, gratuita e de qualidade para todos”
    Mais uma constatação muito bem colocada. Acrescento que muitas dessas faculdades privadas, tinham um enorme índice de ausência dos alunos, sem inadimplência. Os donos dessas escolas eram outros amigos do rei ou do Deus.
    É muito importante que não se esqueçam dos erros e crimes cometidos pelos Governos PT. Mas a vigilância deve continuar no governo atual. Não dá para aceitar a ignorância do Vice-Presidente que diz que o Ministério da Saúde sempre foi um centro de corrupção. Sabemos que foi, mas continua sendo e está cheio de militares lá dentro. Infelizmente.

    • Eu não vejo problema em ter militares da ativa em cargos no executivo. Por que esse preconceito? Um militar, diga-se de passagem, possui uma formação acadêmica melhor que a maioria das universidades públicas e privadas pode oferecer. Antes de tudo, ser militar é ser vocacionado a pensar no país em médio e longo prazo. Quiçá o Brasil tivesse militares do porte de um Tarcísio de Freitas, ou mesmo um Luna e Silva, ou um Bento Albuquerque em cargos de comando.
      Não vejo problema algum. Tivemos um longo período com civis, e olha no que deu. Criar uma celeuma por se tratar de um militar, eu vejo apenas como um preconceito, ou outro intento qualquer. Não compro essa balela. Sinto muito, mas o meu violão é afinado em outro tom.

      • Eu prefiro que se escolha por mérito. Não por proteção. Sou contra preferir sindicalista ou militar, qualquer corporação. Usando o M da Saúde como referência, apesar dos militares instalados naquele lugar estamos assistindo um show de incompetência e uma avalanche de acusações de corrupção.
        Deus salve o Brasil

        • Olha, se um militar do quilate de um Bento Albuquerque, Marcos Pontes, Tarcísio de Freitas, Silva e Luna, General Heleno não têm méritos, então nossos conceitos de méritos estão descalibrados, pois eu prefiro esses nomes tocando o Brasil em frente a ter civil que só pensam no próximo cargo que possam ocupar. Não que não haja civis extremamente meritórios como Paulo Guedes, Tereza Cristina, Damaris Alves, Onyx Lorenzoni. O negócio é saber quem escolher para comandar o país, além do chefe do Ecexutivo. Independente de ser militar, ou civil. O que o país precisa é de patriotas que amem e defendam o seu país e não as suas burras.

          • Bonitas palavras, caríssimo Roque: Olha, se um militar do quilate de um Bento Albuquerque, Marcos Pontes, Tarcísio de Freitas, Silva e Luna, General Heleno não têm méritos, então nossos conceitos de méritos estão descalibrados. . Não que não haja civis extremamente meritórios como Paulo Guedes, Tereza Cristina, Damares Alves, Onyx Lorenzoni.

            Que timaço!!!!! Que definição definitiva… Creio que o CEduardo ainda não entendeu quem é o Roque do Rei.

            Ontem escrevi: Berto é conservador, o blog é conservador, os colunistas em sua maioria também o são, assim como os leitores. Aos que desejam a saída de Bolsonaro desejo apenas que se informem como anda a situação nos paraísos Cuba, Venezuela, Argentina, Bolívia, Nicarágua, que são lugares onde foi posto em prática exatamente o oposto do que faz o atual governo.

            • Sancho.
              Eu sou um sujeito superultrahiperconservador, Essa conversa fiada de “experiência”, de “mérito”, desde que seja somente do meu lado, não cola comigo. Eu sou defensor do livre mercado, das liberdades individuais, até à medula, sou defensor do Estado mínimo, mas mínimo mesmo, da família, da moralidade judaico-cristã. “Pogreçistas” comigo não se criam.

  8. Um governo é algo complexo , nele há pessoas virtuosas , patriotas , sensíveis , inteligentes , honestas etc . , mas por outro lado ……………………………………….
    Ao assumir um governo após anos de descalabros (14) , fica muitas promessas de campanha estacionada no tempo.
    Mas não é intencional porque os amigos do alheio também estão forçosamente presentes nele , muitas vezes empossados para garantir o fracasso de quem queira consertar o estrago . Por meio de leis aprovadas ,muitas das quais para benefício próprio , eles permanecem em cargos e posições chaves , disfarçados , quietos e preparados para dar o bote como uma cascavel .
    Uma pequena estória .
    Meu falecido pai foi funcionário público , nunca faltou ao serviço , tirou todas as licenças-prêmio , teve problemas salariais antes da Revolução , que o governo militar sanou , apesar dele ser ligado ao PCB. Então veio o governo Civil , “governo do povo”! , novos perrengues salariais , teve que ir a “justiça ” , ganhavam a causa mas o ” governo do povo ” recorria . Depois de inúmeras recorras foi transformado em precatórios . Como precatório a lei diz que os idosos e doentes , tem prioridade para receber . Ele viveu 92 anos sem doença alguma ,mas veio a adoecer e faleceu sem receber o que lhe era devido .
    Fim da pequena estória .
    Todo e qualquer governante tem seus erros como qualquer pessoa e precisamos estar atentos para correção , mas temos internet , temos , rádios , tv’s , a imprensa amiga e a imprensa ” amiga” e print para tudo . Temos um cérebro para assimilar informações , ver quem fala verdades e quem não , para aprovar ou desaprovar . Podemos saber quem é safado , e quem acusa outros de safadezas sendo safado . Quem é criminoso e que acusa outros de crime que não cometeu . Mas cuidado , a eleição vem aí , a propaganda política , principalmente a obrigatória , transforma assassinos , corruptos , ladrões em homens “probos ” como disse na cpi do circo um advogado humilhado pelo staf do circo. É vou parar por aqui , sua coluna está boa demais e até leva a desabafos pessoais , desculpe .

    • Joaquim.
      Como trabalhei em um governo estadual, no coração da burocracia, desde a volta do dito “governo do povo”, ou governo civil a ordem é esticar ao máximo o pagamento de dívida, principalmente os precatórios, para ver se a pessoa morre e ocorra a extinção dessa dívida. Legalmente, o Poder Público é obrigado a recorrer até ás últimas instâncias, quando o assunto envolve dinheiro, sob risco de prevaricação do chefe do poder. Mas, isso apenas para os mortais comuns… para os “amigos do rei”, os precatórios são pagos quase que instantaneamente. E digo isso, não por achômetro, mas por testemunhar isso ocorrer.

  9. Roque, a refinaria estava orçada em US$ 2,1 bilhões vê terminou gastando US$ 20 bi. Quendo foi entregue tinha 75% da sua capacidade instalada e operava com 50% da capacidade.

    • Obrigado pela correção Maurício. Este caeté tem sempre alguém com uma borduna, para dar uma cacetada na cabeça dele quando fala e escreve insensatez, ou feiqueniuss.

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