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o que me deixa pasmado não é o que o bandido falou, é o que a imprensa não fez.
não se vê um só jornalista a limpar a própria baba para dizer algo, abaixaram a cabeça como bois comendo capim ou a caminho do matadouro.
A propósito desse assunto, muito me impressionou a manchete do Globo: “Bolsonaro minimiza disseminação de notícias falsas e diz que ‘fake news faz parte da nossa vida'”.
No corpo da matéria, o jornal diz que o Presidente “atacou o PT” ao se referir à possibilidade de regulação da mídia.
Ou seja, o Presidente faz uma defesa da liberdade de imprensa e da liberdade de expressão, e um grande jornal trata como algo negativo.
Realmente, é inacreditável o quanto a imprensa brasileira é capaz de trabalhar até contra si mesma, quando se trata de contrariar qualquer coisa que Jair Bolsonaro defenda.
Finalmente, não confundam minha crítica à imprensa com um elogio ao Presidente. Discordo de muitas coisas que ele faz, especialmente da conduta pessoal dele no enfrentamento da pandemia do coronavírus.
É de se reconhecer, no entanto, que, quanto às liberdades de imprensa, de expressão, de exercício da atividade econômica e direito de ir e vir, o Presidente tem se mostrado um grande defensor. Às vezes de maneira atabalhoada, mas um grande defensor.
Segue o link da matéria no Globo:
https://oglobo.globo.com/politica/bolsonaro-minimiza-disseminacao-de-noticias-falsas-diz-que-fake-news-faz-parte-da-nossa-vida-25197420
Caros Rogério (logo acima) e Marcos. A dita grande imprensa brasileira que agonizava até a bem pouco tempo, teve sua morte decretada no último dia 07/09/2021, ao declarar os que milhões de cidadãos que foram às ruas (idosos, crianças, mulheres, pessoas simples) para pedir liberdade e respeito à CF eram antidemocráticos, golpistas e violentos.
Foi a pá de cal.
De fato.
Um triste dia para a imprensa brasileira.
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