Leandro Ruschel
Recentemente, o presidente da empresa, senador petista Jean Paul Prates, afirmou que a empresa cortaria dividendos para investir na “transição verde”.
A entrevista foi precedida por operações atípicas no mercado de opções, que produziram um lucro de mais de R$ 30 milhões para quem as fez, levantando suspeitas de insider trading.
Também há uma investigação em curso sobre um contrato da Petrobras com uma empresa de fertilizantes que pode gerar R$ 500 milhões de prejuízo, segundo o TCU.
Os companheiros voltaram com fome!
É preciso lembrar que o principal acionista da Petrobras é o governo brasileiro.
Uma das âncoras fiscais do governo Bolsonaro foi a melhor administração das estatais, que produziram os melhores resultados da história, impactando positivamente as contas públicas.
Agora, os companheiros voltam ao modelo de uso de estatais como veículos de implementação de políticas públicas e de outros interesses do partido, que todo mundo sabe quais são…
O resultado foi imediato, houve uma piora sistemática nos lucros dessas empresas, algumas já virando para o vermelho, como os Correios.
Assim, o companheiro “Taxad” terá que aumentar ainda mais os impostos para fazer frente ao perfil gastador do descondenado Lula, criando uma espiral negativa na economia, e novamente uma pressão sobre os juros.
Isso tudo acontece enquanto a economia americana cresce forte e segura a situação global, contrabalanceando a crise chinesa. Mas esse cenário não será mantido para sempre; quando houver uma recessão global, o Brasil sofrerá uma porrada.
É uma questão de tempo. Não consigo entender o otimismo de certos “Faria Limers”. O cenário é muito ruim, e só não está pior porque o Congresso segurou parcialmente a mão gastadora de Lula.
Mas isso não é suficiente para impedir uma crise, assim que a economia global virar.