PEDRO HENRIQUE MENDES DE MELO – TERESINA-PI

Professor Adonis Oliveira,

fui aluno seu do curso de Engenharia Mecânica em Teresina–PI.

Gostaria de saber de você como tem mantido a sanidade mental diante de toda essas escrotas e repugnantes ações que toda a esquerda e a mídia brasileira estão fazendo.

Torcer contra o Brasil virou algo comum desde quando?

Eu como acadêmico de Engenharia e como Cabo da reserva do exercito (infante louco), tô muito preocupado com o rumo que vem tomando nosso Brasil.

Abraços

R. Caro leitor, aguarde que o nosso estimado colunista Adonis Oliveira vai responder a sua pergunta.

De modo tranquilo, sereno e calmo como ele costuma fazer sempre.

Eu também estou ansioso pra ver o que ele tem a dizer sobre o conteúdo da sua mensagem.

Grato pela audiência e um grande abraço.

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  1. Caro Pedro,

    Muito obrigado pela atenciosa mensagem.

    Na minha modesta maneira de ver, o quadro brasileiro é de POLI ESCULHAMBOSE GENERALIZADA e ENDÊMICA. Eu explico:

    O POLI se deve ao fato de que a esculhambação se dá nos mais diversos setores do tecido social da nossa nação. Sempre fomos esculhambados, em escala maior ou menor. Ocorre que, com a ascensão das esquerdas ao comando da nação, acelerou sobremaneira a implantação de inúmeras providências absurdamente imbecis, e cuja consequência foi a exacerbação da nossa já histórica avacalhação.

    Hoje, nossa situação é ENDÊMICA. Isto significa que a origem da cachorrada está entranhada de forma tal que, para extirpá-la, far-se-á necessários cortes profundos na parte podre da nossa sociedade, já que não sendo assim, a cachorrada retornará sempre e de forma recorrente.

    Quero dizer com isso que todo o nosso sistema político e administrativo, juntamente com todo o arcabouço jurídico, nos encaminha inexoravelmente de volta à mesma esculhambação que temos presenciado de forma consistente em todas as atividades coordenadas e lideradas pela nossa laboriosa classe política e governamental. Assim, para iniciarmos uma trilha de desenvolvimento digno desse nome (humano, moral, intelectual, econômico, social, etc.), teremos que EXTERMINAR toda essa corja de abutres que hoje corrompe a nossa nação, juntamente com um movimento amplo de mudança da estrutura jurídica, constituição inclusive, assim como na forma através da qual somos liderados e comandados.

    Como essa mudança dificilmente virá, e é muito mais fácil Rodrigo Maia e as carniças do congresso, STF e outras quadrilhas afins, darem um golpe em Bolsonaro, sem que o exército dê um único tiro num filho da puta desses, vou embora desse país que tanto amo o mais rápido que puder, sugerindo ao caro amigo que se organize para fazer o mesmo o mais rápido que puder também.

  2. Obrigado por expor seu ponto de vista, vejo então que se quisermos uma pátria mais justa e satisfatória para honrar, é milhões de vezes mais fácil trocar de pais do que esperar dos mesmos que estão lá no poder alguma mudança.

  3. No meu caso, a resposta é sim!

    Estou com 64 anos. Não me resta mais muito tempo de vida.

    O pouco tempo que me resta, quero ter o direito de guiar um automóvel sem ser estuprado a cada quilômetro por infames lombadas, distribuídas ao bel prazer de qualquer imbecil que se julgue o dono daquele pedaço, ao mesmo tempo em que sou descaradamente roubado pelas milhares de câmaras de vídeo e de ordens atrabiliárias e propositalmente confusas, só para no endoidar o juízo e poder nos roubar mais.

    Quero viver em um lugar em que posso retirar dinheiro do caixa eletrônico do banco, à meia noite e em meio a uma rua deserta, e voltar para casa caminhando e apreciando a lua e as estrelas, sem o pavor de ser assaltado e esfolado vivo por hordas de canalhas.

    Quero viver em um país em que se marca uma cirurgia no sistema público de saúde em menos tempo do que se leva para marcar em um dos carésimos planos de saúde do Brasil.

    Quero viver em um país em que bandido é tratado como bandido; e cidadão de bem e pagador de impostos é também tratado como tal, e não como um imbecil e usurpador da mais valia dos arrombados que não quiseram trabalhar e estudar.

    Quero viver em um país em que o que é meu, conquistado com muito suor e trabalho, É MEU! Sem que hordas de picaretas venham tentar me convencer que, se alguém invadir minha residência, estará “resgatando” a “função social da propriedade” e que, como consequência, eu não tenho o direito de passar o crápula invasor na bala.

    Poderia passar horas detalhando mas acho que já deu para entender. Assim, paro por aqui.

    Quanto a você, que ainda é jovem e tem toda uma vida pela frente, cabe a missão inglória de lutar para tentar limpar a imensa cagada em que se transformou essa latrina chamada Brasil, culpa dos criminosos da minha geração. BOA SORTE!

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