Comentário sobre a postagem HÁ QUATRO DÉCADAS
d.Matt:
Acabo de ler e fiquei em transe com os comentários do Eduardo Franncisco Alves, na revista Manchete, sobre o livro do Berto.

Concordo com ele quando afirma que o nosso Brasil literário é diferente e não precisa nem se enquadra no “Hispano americano” no modo de dizer.
Isto porque somos independentes no nosso linguajar, com muita criatividade própria e não vejo o porque precisamo aceitar influências hispano latina. Digo com conhecimento de causa, depois de ter lido milhares de livros, nós somos muito melhor.
Alguém disse há pouco na internet que a língua portuguesa é belíssima. Discordar, quem há de?
Isto foi o que encontrou o Berto com esse livro bem brasileiro autêntico, sem influência latina, pois quem lê os livros do Berto e de alguns escritores mais pé no chão, principalmente de procedência nordestina, são mais brasileiros no linguajar e no modismo local, o que se encontra também em alguns escritos mineiros.
Quem acabou de ler O ROMANCE DA BESTA FUBANA fica surpreso por ter apreciado algo completamente original, sem qualquer influência latínica, pois não precisamos de parâmetros de além mar para mostrar o que é nosso, original, verdadeiro e de grande qualidade.
Gente, leiam também outros livros do Berto.
Eu recomendo com entusiasmo o MEMORIAL DO MUNDO NOVO, muito didático e o excelente A PRISÃO DE SÃO BENEDITO, muito divertido, meu livro de cabeçeira.
E vamu qui vamu!!!!
* * *
Êita peste!!!
Fiquei foi ancho com esse comentário do nosso estimado d.Matt.
Inxirido do jeito que sou, dei destaque só pra se amostrar-se-me.
Gratíssimo do fundo do coração pela generosidade de sua apreciação, meu caro amigo e leitor!

D.matt., é o cavalheiro do saber, da experiência, do orgulho nacional.
Sancho Pança também é o MÁXIMO!
Sugiro ao Papa Berto que, a próxima edição do Romance da Besta Fubana, grafe um segundo prefácio de Dirceu Mattos.
Beleza D. Matt
Você nos esclareceu como o “Romance da Besta Fubana” alargou as fronteiras do Realismo Fantástico, no jeito brasileiro.
Esse Eduardo Francisco Alves é parente daquele antigo e famoso editor?. Se não for, devia
Gratíssimo!