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Ccomentário sobre a postagem LEITOR FAZ O EDITOR FICAR TODO ANCHO

D. Matt:

Caro amigo Cícero:

Confesso que já li e reli toda a obra do nosso querido editor Berto.

Já comentei por diversas vezes o meu pensamento e o que encontrei na importante produção literária em questão. Todas as vezes em que eu li uma obra do Berto, eu escrevi para ele a minha opinião e o que eu consegui entender de uma obra literária tão empolgante, sem nada igual nos meios literários brasileiros.

A meu ver a criação literária do Berto só se compara com a obra do autor nordestino que mais estimo, o nosso querido Ariano Suassuna.

Com relação ao livro “A Prisão de São Benedito” (que já está na 6ª edição) eu já comentei algumas vezes que considero um livro fora de série, cujo texto é tão vasto em sentido de grandeza que me fez lê-lo por várias vezes, pois sempre encontro novos trechos, novas aventuras que merecem serem relidas e apreciadas.

Esse trecho mencionado pelo amigo “O caixão da caridade” é tragicômico e ao mesmo tempo é importante e inocente, pois demonstra que os participantes não tem uma total compreensão das ações que estão cometendo, é apenas mais uma brincadeira infantil e inocente, e até se divertem com a diferença entre morte morrida ou morte matada.

Para você ter uma ideia da importância desse livro para mim, confesso que o reli mais uma vez e também o seu excelente prefácio escrito pelo ótimo escritor Orlando Tejo a procura de inspiração para escrever o prefácio do livro do escritor e colunista fubânico Altamir Pinheiro, que me honrou muitíssimo com o seu convite para prefaciar o seu livro “No escurinho do cinema”.

Apenas para fazer jus ao meu comentário acima, vou citar um trecho do prefácio escrito por Orlando Tejo:

“Tomem nota deste depoimento: nunca li, em nenhum escritor pátrio, nada mais tocante nem de tanta grandeza, nenhuma página mais lírica e eterna do que “Nós, os Meninos de Palmares”, com que Luiz Berto inicia a PRISÃO DE SÃO BENEDITO E OUTRAS HISTÓRIAS”

Faço minhas as palavras do prefaciante. E o prefácio total me serviu de orientação, inspiração e aula de como falar do texto de um livro que admiramos profundamente.

* * *

Nota do Editor:

Êita peste!!!

Mais uma vez tô aqui ancho que só a bixiga lixa, avuando nas asas da satisfação.

E imensamente grato pela generosa apreciação do leitor D. Matt.

Aproveito a ocasião pra dar uma de amostrado e inxirido, fazendo mais um comercial da minha mercadoria literária:

Todos os meus títulos podem ser adquiridos na página da Editora Bagaço, via internet, com tranquilidade e segurança. Os volumes serão entregues pelo correiro.

São cinco títulos: A Serenata, A Guerrilha de Palmares, Memorial do Mundo Novo, A Prisão de São Benedito O Romance da Besta Fubana.

2 pensou em “O EDITOR FICA ANCHO MAIS UMA VEZ!!!

  1. Prezado Berto.

    Fico sem palavras para agradecer as suas palavras generosas sobre o meu comentário sobre o seu
    ótimo livro “A prisão de São Benedito ” considerado justamente por todos
    que tiveram a ventura de lê-lo uma obra prima , inspirada na infância e juventude
    de vosmicê e de todo o povo de Palmares.
    Seria muito honroso para mim, se você pudesse um dia, logo após a leitura do
    livro do nosso amigo Altair, me mandar a sua opinião sobre os meus escritos
    no prefácio, pois como nunca escrevi nada para publicação, gostaria
    de saber se o resultado teve algum mérito. A sua opinião e os seus
    comentários , sejam qual for, para mim são inestimáveis.
    Um grande abraço .

    • Caríssimo irmão do coração D.Matt:

      Vou me antecipar ao nobre editor Luiz Berto e dizer-lhe que tudo que o nobre comentarista resenhou sobre “A Prisão de São Benedito e outras histórias”, magnífico livro de crônicas do editor do Jornal da Besta Fubana é o que o genial Orlando Teja traçou em painel arianiano: um prefácio antológico, memorável, a altura do livro.

      Feito o nobre comentarista já me deliciei por várias vezes nesse universo palmarense que o nobre editor nos imortalizou em várias crônicas: “A Manobra da carreta”, “O velho rabeca”, “A viagem a pé para Brasília”, “Luiz Guarda”, um sujeito que tinha a alma de matador no sangue, etc. etc….

      “A Prisão de São Benedito e outras histórias” é uma obra-prima!

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