Quis saber sobre o Amor:
disse-me o tolo
em sua tolice doentia:
– não, não há!
rebateu o sábio
em sua sábia sabedoria:
– talvez haja!
concluiu o louco
em sua louca euforia:
O amor há!
e eu,
meio tolo,
sábio pouco,
muito louco,
neste pus-me a crer
por mais são me parecer o seu parecer …
O amor há!

Aqui está um gênio, amigo leitor. Viva Xico Bizerra.
Ahhhh…o amor.
Louco sou e assim permanecerei. Quinemquitu Xico.
Nesse assunto quem não for louco, tolo será. Sabio quem com o louco concordar.
Abraços ao Padre José Paulo e ao Zé, que me honram com seus generosos comentários.
Quem maravilha, poeta!