A máquina de propaganda do governo Lula (PT), bancada com impostos, opera sem limites neste ano eleitoral.
Quase inimputável nos tribunais superiores, Lula estendeu essa condição a seu governo, o que explica a olímpica indiferença do Tribunal Superior Eleitoral sobre o fato de haver gasto entre janeiro e junho R$ 255,3 milhões, superando seu recorde de 2009, e tem R$ 584,7 milhões para torrar sem piedade até outubro.
Total: R$ 840 milhões que fazem falta em segurança, saúde, educação etc.
A linha entre publicidade legítima e promoção eleitoral se desfaz e expõe uma sofisticada operação de influência paga com dinheiro público.
Gastos abusivos da propaganda de Lula até junho de 2026 somam mais que o triplo dos gastos do governo Bolsonaro no ano eleitoral de 2022.
A gastança cria relação de dependência financeira que, em ano eleitoral, suaviza notícias negativas e prioriza pautas desfavoráveis à oposição.
A bolha informativa bancada pelo pagador de impostos não disfarça o objetivo de diluir críticas e ampliar a mensagem oficial.
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É milhão que só a peste!
É o mi, mi, mi financeiro pagando o mi, mi, mi conversa mole do gunverno.
E tudo bancado por nós outros, os contribuintes.
O correto seria essa despesa ser coberta só por quem fez o L.
Assim como no enredo da canção gravada pelo cantante mexicano Miguel Aceves Mejía, as ovelhas vermelhas, e as tingidas de vermelho, seguem com olímpica mansidão o tenebroso som roufenho do flautin desafinado executado pela versão petista do “El Pastor”.
O que as diferem é que as mexicanas obedecem para comer. As brasileiras dobram-se para lucrar.
Em retribuição à ração que as alimenta, as mexicanas cedem a lã e a carne. Como contrapartida da vantagem que as vulgariza, as brasileiras vendem a honra e a alma.