COMENTÁRIOS SELECIONADOS

Comentário sobre a postagem DÚVIDA

Goiano:

As pessoas têm memória curta, além de panfletária:

Quando a crise da epidemia do Covid 19 atingiu em cheio o Brasil, o presidente da república Jair Messias Bolsonaro queria dar um auxílio de duzentos merréis à população pobre e sem renda, mas o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na quinta-feira (26 de março de 2020) que o valor do auxílio mensal a ser pago aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus poderia ser de R$ 500.

O valor é maior do que o pagamento de R$ 200 mensais previstos pelo governo federal.

O plenário da Casa está reunido neste momento para apreciar a proposta. Foi o que informou a Agência Brasil.

Jair Messias Bolsonaro saiu-se bem nesse episódio, deu a chamada volta por cima, quando o Congresso decidiu que em vez da merreca dele iria dar R$ 500,00, ele aumentou para R$ 600,00 para sair bem na fita.

E não só saiu, como a população foi beneficiada por essa guerra de quem dá mais.

Foi graças a isso que o Brasil enfrentou a crise em melhores situações, mantendo na medida do possível o consumo, pelo menos nas áreas essenciais, especialmente alimentação e contas a pagar.

O cara soltou a grana porque foi levado amarrado. 💰💰💰

* * *

Contorcionista de memória panfletária fazendo demonstração para os leitores fubânicos de memória curta

10 pensou em “MEMÓRIA PANFLETÁRIA: EXISTE SIM

  1. Minha memória não está no passado dessa conta de quem dá mais, mas sim no futuro dessa conta, a hora que a fatura dessa farra chegar. É do nosso bolso que sairá a “caridade com chapéu alheio” que fizeram, tanto o Congresso, quanto o Executivo. Como jabuti não sobe em árvore e dinheiro não nasce como tiririca do brejo, alguém vai ter que pagar essa conta. E, nesse chororô de quem deu mais, a trolha vai inteirinha na bunda de quem trabalha e paga imposto. Matemática besta essa.

    • A matemática estranha, Roque, é que não tinha dinheiro, o deficit era arromboso, aí enfiaram o pau nos trabalhadores, retiraram direitos, fizeram a tal reforma da previdência, mexeram com o processo trabalhista, sacanearam bunitu, mas quando a jiripoca piou o dinheiro apareceu. E tinha de aparecer, fosse do teu bolso e do meu, fosse do petróleo ou da soja, ou de algum fundo monetário, mas essa grana se chama INVESTIMENTO. É quando se mostra que muitas vezes é indispensável a interferência direta do Estado na economia – essa riqueza injetada na população trabalhadora pobre resultou em manutenção do consumo nas áreas mais necessárias à sobrevivência, salvando parcialmente comércio e indústria. Se o governo não tivesse tirado do nosso bolso, hoje não teríamos bolso.

  2. Concordo plenamente Roque. Demonstrei na minha turma de macroeconomia que aumento nos gastos do governo, implica redução no orçamento. Essa conta vai ser paga pela iniciativa privada que pagou, por exemplo, os 26,02% que Bresser Pereira engoliu quando mudou a base de cálculo da inflação. As empresas recolhiam 10% de multa sobre o FGTS. Isso acabou em 2019.

  3. O Presidente da República, os Senadores da República e os Deputados Federais concordaram com o valor. Vai ter um impacto enorme nas finanças nacionais? Sem dúvida alguma. Salvou milhões de famílias no processo? Com absoluta certeza. Milhões de cafajestes se aproveitaram da situação? Certo como macaco gosta de banana. Ordinários federais, estaduais e municipais estão metidos no meio dos cafajestes? Ora, francamente…
    Mas, e essa deve ser a pergunta: Terá valido a pena? Nem quero saber o que o FMI achou. É óbvio que valeu a pena, cuidar da população é, ou deveria ser, função primaria do Estado. E foi o Estado que ajudou emergencialmente uma enorme população. Não foi o Presidente, nem o congresso e muito menos o judiciário. Foi o Estado, que é o conjunto desses poderes, não dos homens que estão por lá hoje. Devemos desenhar essas obviedades hoje, por que as pessoas interessadas em dissolver a nação, nossa pátria, persistem. E querem por que querem nomear seus nomes ou suas ideologias.
    Daqui a 50 anos, quando contarem essa história, terá sido o Brasil a cuidar dos brasileiros.

    • Sérgio está coberto de razão. Se não socorre os menos favorecidos, o caos se instalaria e era tudo o que os governadores do lock down queriam.

      JB sacou por último e acertou o tiro, deixando o Nhonho com a brocha na mão.

      O défcit terá que ser coberto com a redução de despesas do governo, via reforma administrativa dentre outras.

      Só um exemplo, as Universidades federais custam 100 bi por ano e este ano não funcionaram.

      • João Francisco, estamos de certa forma de acordo, assim como relatei ao Sérgio, mas é preciso dar o crédito ao Maia: o presidente da república pensou em dar R$ 200,00 de auxílio emergencial e o Maia capitaneou o valor de R$ 500,00. E só aí o presidente da república despertou para a necessidade de sair bem na fita e, como dizes, sacou por último, tudo bem.
        Mas, como sempre teeremos de discordar em mais alguma coisa: o que pode cobrir as despesas feitas são novas despesas, investimentos – o auxílio emergencial demonstrou que o Estado pode cuidar da economia fazendo intervenções diretas, o que é visão mais à esquerda (a direita aprecia investir apenas em grandes realizações, junto aos grandes empreendedores, naquele esquema de crescer o bolo para repartir).

    • Sérgio, estamos algo conjuminados nesse modo de pensar, o que talvez seja algo raro.
      O que vimos? que o Congresso e o Poder Executivo adotaram, com o auxílio emergencial, uma providência indispensável, necessária, útil, urgente, premente para o povo, o que derruba a tese de inutilidade de algum desses Poderes.
      É claro que quando tem dinheiro aparecem os ratos e aproveitadores, de modo que vimos gente recebendo sem ter direito (o governo está cuidando de obter a devolução, é possível que umapart4e sweja recuperada, assim esperamos.
      Eu soube de caso, também, de trabalhadores informais que continuaram a trabalhar e aí tiveram acrescidos seus ganhos com o auxílio emergencial, o que, pelo menos, serve, também, para aquecer o consumo e manter relativamente vivos o comércio e a indústria.

      • Eu me abstenho de fazer comentário sobre este assunto. Agora Goiano deu pra soltar rojão e correr atrás da vareta. Solta suas merdas num post e como ninguém da mais bola acaba sendo replicando mais tarde. E pra arrombar ….daqui a pouco o Goiano está falando sozinho

Deixe uma resposta