DEU NO JORNAL

Neste sábado (3), aconteceram manifestações em algumas cidades do Brasil reivindicando o impeachment do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.

Como já é de praxe, artistas esquerdistas endossaram os atos e conclamaram seus seguidores para participarem do protesto contra o mandatário, como no caso do ator da TV Globo, Paulo Betti.

Através de suas redes sociais, o artista convidou seus seguidores para comparecem nos atos contra o presidente.

Porém, o que chamou a atenção na publicação do ator foi ele pedir para levarem uma bandeira do Brasil com “detalhes vermelhos”.

* * *

O nosso símbolo-mor, a Bandeira do Brasil, maculada e profanada com “detalhes vermelhos”.

Vai tomar no olho do teu furico, seu zisquerdóide descerebrado!

Pega o mastro da bandeira do teu partido e enfia nesse teu rabo, sujeito safado.

Ainda bem que esta gazeta escrota não é lida por crianças.

Seria um sacrilégio uma delas ver esta horrenda imagem que ilustra a notícia aí de cima.

Quanto às “manifestações” de ontem, este termo poderia ser trocado pro “frustrações”.

Frustrações vermêias de norte a sul do país.

Nas poucas cidades onde aconteceram os ajuntamentos, o fracasso foi gritante.

Vejam, por exemplo, esta imagem que está a seguir.

Foi feita ontem aqui no centro do Recife.

Reparam só a “multidão” que está nela.

7 pensou em “AS MULTIDÕES DO SÁBADO

  1. Alguma dúvida do que está em jogo nas próximas eleições?

    Já nesta semana agora teremos um capítulo importante para o jogo do ano que vem. A comissão especial vai votar a PEC do voto impresso auditável. A pressão está grande em cima dos deputados que compõem a comissão. Se perder esta votação, acabou voto impresso para o ano que vem e está iniciada a revolução.

    Nossa bandeira jamais será vermelha.

  2. Putaquipariu zé! Desse jeito não há culhão que aguente. Quero voltar pro passado. Para minha velha Olho D’agua. Lá eu era amigo do Rei, o dono do Bar Caça, onde a gente enchia a cara e só pagava no final do mês, quando sobrava algum. Não tinha jornal, não tinha tv, mas tinha uma radiola das antigas que rodava os velhos bolachões de Luiz Gonzaga, Teixeirinha e Bienvenido Granda, “el bigodon cantante”. Tinha, também uma velha mesa de bilhar, com o pano rasgado, onde a gente carambolava entre um gole e outro de Cinzano, Roquete ou Serragrande. Também tinha a famosa Misturada, preferida dos cachaceiros naturalistas. Ninguem ligava prá porra de política. Depois de encher a cara, o destino era o puteiro de Maria Alicate, onde a gente chamegava com as quengas e pegava chato, sarna e gonorréia. Depois ia dormir o sono dos justos. Deitava e era “peibufo”. sem insônia. Não tinha Pib, não tinha Dólar nem político vagabundo que tirasse nosso sono.

  3. Nada com a Internet pra lembrar que foi e quem agora é

    brasil247.com
    As mãos sujas de Paulo Betti
    Patrícia Lobo
    4-5 minutos

    Fazer política sujando as mãos, vá lá. Mas teatro também?

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    Patrícia Lobo

    “Política não existe sem mãos sujas. Não dá pra fazer sem colocar a mão na merda.”

    Quem foi o filósofo que cunhou essa frase?

    Maquiavel? Rousseau? Nietzsche? FHC? Lula?

    Não, quem disse isso foi o ator Paulo Betti, em plena crise do Mensalão.

    De todos os artistas brasileiros, era quem tinha mais gana em defender o então presidente Lula e o PT naquela época. Uma determinação quase suspeita.

    E era. Agora sabemos pela revista Época que Paulo Betti não colocou a mão na merda, mas sim num portentoso cofre. O publicitário Marcos Valério, aquele das agências DNA e da SMPB, molhou as mãos do ator em R$ 255 mil e o ator disse que o dinheiro foi destinado ao patrocínio do grupo Casa da Gávea.

    Diante disso, eu me pergunto:

    – Pô, Paulo, para fazer teatro também precisa colocar as mãos na merda? Será que a gente tem que engolir isso?

    Ah Paulo Betti, se for assim, eu também quero me banhar nesse pântano. Também quero mamar.

    No Brasil, existem inúmeros grupos de teatro que realizam trabalhos primorosos. Muitos deles precisam de recursos, públicos ou privados, para tentar produzir algo digno, pois o mercado, aqui, ainda não valoriza como deveria as produções teatrais. Mas a aplicação nem sempre é feita de forma eficiente.

    Uma lei de fomento que foi colocada em vigor no governo Marta Suplicy, em São Paulo, beneficiava alguns grupos durante um ano no montante de R$ 200 mil, desde que um determinado número de peças fosse produzido, entre outras exigências. Essa verba era para produção, realização, salário dos atores, manutenção, dramaturgia, direção, figurino, arte, enfim, envolvia muita gente.

    Existem grupos na região central de São Paulo que ainda têm conchavos com o poder público. Basta abrirmos bem os olhos. No governo Serra, muitos patrocínios estranhos foram feitos. Já pensou se ele ganhasse as eleições para presidência? Ah, muita gente ia mamar. “Teatros à margem”. À margem do dinheiro público é que não era.

    Não adianta, parece que cada um, na esquerda, na direita ou no centro, tem o seu preço. Pode demorar, mas um dia a casa cai e ficamos sabendo.

    O problema é que são sempre os mesmos mamando nesta verba. “Restaure-se a moralidade ou nos locupletemos todos”, já disse alguém no Brasil.

    Outra coisa estranha no mundo artístico é a tal contrapartida social que alguns patrocinadores exigem. Se um artista pensar em montar uma peça de um escritor francês moderno logo será barrado, pois os que mamam já prepararam projetos enfatizando periferias paulistanas, favelas cariocas e sertão.

    Será que a arte está confinada à tragédia social brasileira? Será que o artista não pode ser livre para falar do que bem entender? Ah, mas aí ele corre o risco de não ter acesso à merda, ou melhor, ao cofre.

    Paulo Betti, se é para mamar, eu também quero!

    https://www.brasil247.com/cultura/as-maos-sujas-de-paulo-betti

  4. Quem é Paulo Beti neste “nosso novo mundo”? Não passa de um vagabundo que deve uma grana de milhões referentes a Lei Roaunet, que NÃO podem ser comprovadas, porque não existem Notas Fiscais comprovadas. Entenderem a raiva do Capitão? Phudeu papai!!!

  5. Pingback: CHATO, SARNA E GONORREIA | JORNAL DA BESTA FUBANA

  6. De uma coisa eu tenho certeza absoluta: Concordo com a postagem do Beni Tavares. Não tinha vida melhor do que a descrita pelo mesmo. E não tinha nada melhor que depois de tomar todas, o verdadeiro porre homérico, ir no Cabaré de Nena Cajuína, na cidade de Arcoverde, chafurdar com as quengas!!!
    Esse mundo está uma merda e esse país idem.

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