
Em vídeo gravado da varanda do seu apartamento, o maquiador de Marcela Temer e Michelle Bolsonaro, Agustin Fernandez, expôs ao mundo três sentimentos mesquinhos e invejosos que rondam o coturno da trocadora de frauda do descondenado lulista: Esbanjanja.
“Comportamentos da primeira dama Janja Lula da Silva, que fazem ela parecer uma mulher extremamente insegura:
Número um:
A busca excessiva por validação, o que as pessoas interpretam normalmente como uma forçação da parte dela para ser aceita, para ser bem vista, para ser valorizada, para que a existência dela seja percebida, é nada mais nada menos do que a busca constante por validação.
Quando a gente força de maneira artificial, atitudes, comportamentos, identidades visuais em procura da aceitação do outro, a gente acaba sendo visto na verdade, como uma pessoa que está se esforçando à toa, uma pessoa forçada demais.
Número dois, para ele:
É a necessidade que ela tem de controlar. A gente ver matéria constantemente falando que ela interfere na agenda do marido, que ela quebra protocolos, que ela de fato está sempre ali, não como a esposa, não como a primeira dama se posicionando como uma pessoa que tem um certo poder, uma certa influência, um certo controle da situação, quando na verdade, não tem!
Número três:
Mas não menos importante, que é muito nítido, é a comparação constante. A comparação do ser humano por natureza, é muito comum. A Michelle Bolsonaro foi comparada com a Marcela Temer e era óbvio que a Janja seria comparada com a Michelle e vice versa. Qual é a grande questão, que uma mulher segura, uma mulher autoconfiante ela age da seguinte maneira.
A Michelle, ela deu continuidade ao trabalho da Marcela Temer. Michelle convidava Marcela para fazer algumas ações. Michelle continuo com Pátria Voluntária, por exemplo. Enquanto o comportamento de uma mulher extremamente insegura é tentar eliminar tudo aquilo que representa uma pessoa que para ela é uma ameaça.
Por exemplo, na primeira semana de governo, a primeira dama, Janja Lula da Silva eliminou uma simples obra de arte que estava na entra do Alvorada, que era uma orelha, que representava a comunidade surda. Só que a comunidade surda é a própria Michelle Bolsonaro personificada. Então aquilo representava de alguma maneira, uma ameaça, um sentimento de insegurança. Eu preciso tirar esse protagonismo para o meu aparecer, quando na verdade não é bem assim. Com o programa Pátria Voluntária, de incentivo ao voluntariado aconteceu a mesma coisa. Foi eliminado na primeira semana de governo. Para eliminar qualquer lembrança da Michelle Bolsonaro.
Diferente, por exemplo, das visitas cívicas que aconteciam no Palácio do Alvorada época da Marcela Temer. A Michelle fez questão de dar continuidade. Porque o trabalho da Marcela Temer não era uma ameaça para Michelle, porque a autoestima da Michelle, ela era fortalecida em quem ela é e não em quem ela gostaria de se transformar para agradar os outros.
Portanto, esses três comportamentos da atual primeira dama, Janja Lula da Silva, fazem com que ela, embora esteja procurando uma aceitação, uma valorização, uma percepção da existência dela, o trabalho seja em vão e ela acabe sendo vista como uma pessoa forçada, assim que as pessoas se dirigem a ela na internet, porque ela está tentando se transformar em quem ela não é, ao invés de ser quem ela é. Características típicas de uma pessoa extremamente insegura.”
Ciço, meu querido compadre: seus comentários são o que considero “um certeiro tiro na mosca”. Não se poderia ler uma opinião tão verdadeira e atual como a exarada (eita língua a nossa) por você. Valeu. Tenha um excelente final de semana, com muita saúde, alegria e paz. Abração.
Abraçaço, meu querido colunista Magnovaldo Santos.
Ótimo final de semana para o nobre cronista dos fatos hilários vividos entre prédios, pontes e família.
Espero esteja gozando de ótima saúde e paz.
E o Cição da Massa sai do colo da bagomoleana Maria e dá uma espiada(com todo o respeito) nas primeiríssimas damas. Marcela (belíssima), Michele (bela e elegante) e Janja (segundo o texto, “trocadora de frauda”). Quanta diferença, nénão!? kkkk
Que tal também vulgar?