LUIZ CARIOCA – RIO DE JANEIRO-RJ

Caro Berto,

Boa noite.

É possível publicar?

Abraço,

R. Aqui é possível publicar tudo que vocês leitores mandam.

Eu só faço obedecer.

A matéria está transcrita abaixo.

E os leitores poliglotas que quiserem ler o original da matéria em francês, com vídeo e tudo, basta clicar no título abaixo:

Le retour à Cuba de milliers de médecins expatriés, un coup dur pour l’économie de l’île

Quem não souber Francês, peça ajuda ao colunista Goiano, grande admirador do regime cubano. Ele é doutor no idioma do poeta Baudelaire.

* * *

*Milhares de médicos expatriados retornam a Cuba, um golpe na economia da ilha*

Em um ano, 9.000 médicos cubanos empregados no exterior tiveram que voltar para casa após o cancelamento de seus contratos. Um déficit considerável para Havana, que depende dessas divisas. Os Estados Unidos, por sua vez, denunciam um sistema escravagista e politizado.

Eles estão de volta à casa, coagidos e forçados. Após as mudanças políticas no Brasil, Equador ou Bolívia, milhares de médicos expatriados cubanos foram expulsos após o cancelamento de seus contratos. Em um ano, cerca de 9.000 médicos cubanos empregados no exterior tiveram que voltar para casa. É perda financeira considerável para Cuba, a exportação desses profissionais representa a principal entrada de divisas da ilha.

Para Havana, o culpado óbvio são os Estados Unidos. O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, também parabenizou os países envolvidos por *”terem se recusado a permitir que o regime cubano se beneficie do tráfico de médicos”*, dos quais *”75% do salário”* é retido pelas autoridades cubanas, de acordo com o subsecretário Michael Kozak.

*”Explorando o trabalho escravo”*

Os Estados Unidos acusam o governo socialista de *”explorar uma força de trabalho escrava”* e de às vezes usar esses médicos como militantes políticos em seu país de missão. O presidente brasileiro de extrema-direita Jair Bolsonaro, alega que oficiais de inteligência se infiltraram nas fileiras dos médicos.

O envio de médicos ao exterior *”continua sendo a principal fonte de receita externa para a economia, e é difícil realocar esses contratos porque dependem de acordos com governos, muito sensíveis aos ciclos políticos”*, observa o Economista cubano Pavel Vidal, da Universidade Javeriana, na Colômbia.

A fatura para essas devoluções forçadas? Ela ainda não aparece nas estatísticas oficiais, que registraram receita de US $ 6,398 bilhões em 2018. Esse valor permite financiar o sistema de saúde local gratuito.

Os cubanos não pretendem parar por aí. Diante das ameaças de Washington, Havana se adiantou, redirecionando seu contingente para China, Arábia Saudita, Kuwait, Vietnã e África do Sul.

5 pensou em “LUIZ CARIOCA – RIO DE JANEIRO-RJ

  1. Milhares de médicos expatriados retornam a Cuba, um golpe na economia da ilha; uma ajuda do Google Tradutor, prá não incomodar ninguém…

  2. Com a volta dos paramédicos, escravos do regime, a situação cubana consegue piorar ainda mais. Como não produzem sequer fósforos na ilha, e não possuem crédito fora dos países dominados por ditadores de esquerda, todos igualmente falidos, não terão meios para adquirir o básico . A culpa? Bem, conforme está escrito na Constituição, é do Titio Sam.

  3. Chega a ser engraçado imaginar médicos cubanos em países ricos como Kuwait e Arábia Saudita. Na China, não duvido, se for para cutucar os EUA.

    E a referência ao “presidente brasileiro de extrema-direita Jair Bolsonaro” também é para chorar de rir.

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