Luiz Marinho, Ministro do Trabalho, é outro petista mais perdido que cachorro em dia de mudança: revelando despreparo para lidar com as atuais relações de trabalho, ele desdenhou com a saída do país de aplicativos como Uber e iFood, ameaçados por decisões ativistas da Justiça do Trabalho.
Agora defende a ideia de jerico de os Correios substituírem os serviços dos aplicativos. Ele não faz ideia, mas os Correios têm 89 mil funcionários, enquanto só o Uber, por exemplo, dá trabalho a 1,5 milhão de brasileiros.
O aplicativo de entregas iFood tem cerca de 160 mil entregadores cadastrados no Brasil, quase o dobro dos funcionários dos Correios.
A ideia maluca sobre aplicativos foi exposta em reunião de Marinho com uma perplexa comissão chinesa que visitava o hospício, ops, o Brasil.
Outra solução de Marinho para solucionar a debandada de empresas como a Uber (que vale R$ 340 bilhões) é “criar outro aplicativo”.
Marinho chama de “chantagem” a possível fim dos aplicativos, ignorando o mal que sua posição atrasada causa a milhões de brasileiros.
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Apesar da ofensa cometida contra os jericos, o melhor dessa nota aí de cima é quando diz que a ideia do ministro do Ladrão Descondenado foi “de jerico”.
“Ideia de jerico” é uma expressão que se casa admiravelmente com todas as figuras do atual governo, desde o chefe lá no topo até o último no final da longa fila.
Desse time de jegues, só escapa mesmo o Polodoro, nosso querido mascote, que adora enrabar esquerdistas com sua monumental pajaraca.
Não foi por acaso que os jericos militantes participaram tão ativamente da última campanha.