CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CIENTISTAS DO CLIMA

O mundo está apinhado de cientistas célebres muitos dos quais se notabilizaram não apenas pelos aprofundados trabalhos científicos alusivos ao clima da terra, mas, também, pelo esforço diuturno em alertar e preceituar medidas em prol das mudanças climáticas. Esses cientistas, pautados pela sobriedade, portanto, avessos a atitudes ruidosas, são verdadeiros apóstolos da sapiência climática a quem a humanidade convém escutar.

Agora exsurge a holmiense Greta Tthunberg, menina sem banco de faculdade (inclusive porque ainda cheira a leite materno e prepara-se para o batismo), arrastando atrás de si séquitos de louvaminheiros, inclusive da mídia mundial, que lhes fazem honras, dispostos a aceitar e abonar qualquer coisa que profira acerca do clima da terra. Inflada da importância que confere si e a compenetração de quem, pueril, acredita ser a mensageira que carrega a luz da salvação do clima, Greta se acha a legítima preceptora das mais acertadas lições de como os povos e governos devem agir para solver os problemas climáticos do planeta.

Que o modismo não tenha o condão de ofuscar o primado da ciência muito menos turvar os eminentes cientistas do clima, cujo pecado tem sido o augusto sacrifício em prol do refrescamento da Terra.

Não passam de sensaboria os encômios arrimados em causas acanhadas. Demais, conviria ao segmento midiático, demarcado pelo vezo de perlar estátuas, averiguar se algumas delas tem, ou não, os pés de barro.

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