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Comentário sobre a postagem PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

Roque Nunes:

Eita…

Até me arrepiou….

Lembranças de meu tempo como soldado infante do Décimo Sétimo Batalhão de Caçadores na fronteira com a Bolívia, no oeste deste nosso imenso Brasil.

“És a nobre Infantaria
Das armas a rainha
Por ti daria
A vida minha
E a glória prometida
Nos campos de batalha
Está contigo ante o inimigo
Pelo fogo da metralha”

4 pensou em “INFANTARIA: A RAINHA DAS ARMAS

  1. E qual arma “prepara o campo de batalha, com seus tiros de tempo e percussão, levando às fileiras inimigas a morte e a confusão ? ” É tudo muito lindo.

    • Acho que ainda não fui quenga de puteiro e nem travesti que faz ponto na rua….kkkk.. mas falando sério, eu sempre digo, eu não nasci professor. Eu me fiz professor, mas antes disso fui vendedor de pasteis na rua, isso com 13 anos, fui auxiliar de açougueiro até os dos 14 aos 17 anos, faxineiro dos 17 aos 18, soldado infante do Glorioso Exército Brasileiro, tendo, até hoje, muitas saudades daquele tempo e do nosso “Pequeno Cabo”, Nosso coronel Comandante – patente que todo marechal-de-campo almeja conquistar, mas são poucos aqueles que, de fato o conquistam -, estudando na faculdade fui garçom, depois assumi o serviço público com 20 anos de idade – este ano completo 30 anos de serviço público -, para poder terminar meu Mestrado assumi o bico de gerente de puteiro, porque só o salário de professor não dava. Agora só me dedico mesmo ao Magistério e ao meu Doutorado, porque consegui uma estabilidade financeira, mas ainda sonho, para a pós-aposentadoria comprar um caminhão e seguir viagem por esse Brasil, entregando cargas e fazendo turismo. Mas, posso dizer, Maurício, como eu gostava de tudo isso que fazia e faço, nunca precisei trabalhar um único dia na minha vida. E, o melhor de tudo, sou remunerado por isso.

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