O PT não consegue descolar Lula de Marcola, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o ex-chefe de gabinete do petista durante quase todo o atual mandato e demitido da campanha lulista após a Polícia Federal descobrir vultosos depósitos na conta do auxiliar oriundos de Roberta Luchsinger, alvo da investigação sobre o roubo ao INSS.
Marcola se reuniu ao menos 113 vezes com Lula no Planalto, Alvorada e Granja do Torto, conforme levantamento feito pela coluna nos registros da agenda presidencial.
O número pode ser maior, já que Lula costuma ter encontros fora da agenda, como as reuniões com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
A grana foi “empréstimo”, diz Marcola, que admitiu levar R$ 249 mil. Ele deixou a chefia de gabinete em julho e partiu para cargo na campanha.
Roberta é amicíssima de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
A PF apura se a dupla cometeu atos de corrupção atuando para o “Careca do INSS”.
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Essa nota aí de cima começa com o verbo “descolar”.
Descolar o descondenado que nos desgoverna de trambicagens e falcatruas é tarefa impossível.
Não tem como.
Essas duas coisas estão ligadas intimamente, como é do conhecimento de quem não tem problema nas vistas pra enxergar com precisão o mundo ao seu redor.
Roberta, segundo dados da PF, era mais que amiga do Lulinha. Ela formava com este e mais sua BFF (a mulher do Pimpolho) um trisal.
Se apertarem a a rica herdeira suíça, ela conta tudo, pois, como sua riqueza vem de berço, não vai querer arriscar perder boa parte do que lhe resta de vida na cadeia.
Ela já percebeu que o blindado nesta história toda é o Pimpolho e que ela vai ser jogada à cova dos leões.