O atônito PT parece, também, esquecido ao ignorar que o filme “Lula, o filho do Brasil” foi bancado por ao menos quatro empresas que, tempos depois, foram reveladas como corruptoras e protagonistas de um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil: a Lava Jato.
O pastelão, de 2009, recebeu caminhões de dinheiro das empreiteiras Odebrecht, Camargo Correa e OAS, que mais tarde viram seus controladores atrás das grades. Outra que colocou grana no filme de Lula foi a manjada JBS.
Diferente de Jair e Flávio Bolsonaro, Lula estava na Presidência da República quando as empresas bancaram o filme.
Em dezembro de 2009, empreiteiras patrocinadoras do filme assinaram ao menos cinco contratos com a Petrobras. No total: R$ 8,9 bilhões.
Os contratos envolviam a refinaria Abreu e Lima, antro de corrupção. Em janeiro de 2024, Lula achou uma boa ideia retomar as obras paralisadas.
A JBS, de Wesley e Joesley Batista, até fez delação premiada. Hoje, com livre trânsito no governo, Lula até usa telefone dos irmãos para ligações.
* * *
Pois é isso.
Tá tudo explicadinho nos mínimos detalhes.
Não é preciso acrescentar mais nada.
A questão é a seguinte e disso eu não abro mão: um erro não justifica outro. Desse princípio eu não abro mão.
Posso até estar errado, mas, Flávio Bolsonaro, perdeu uma grande chance de varrer da política nacional os vermes que infestam o planalto. Já era.
E, citando o mané que correu do escritório do crime: Perdeu, Mané.
Vamos às explicações.
Olha, Maurino, é lamentável, mas tenho que concordar com você. Verdade ou não, o estrago já está feito. A amostra está contaminada, como dizem os peritos. E como dizia Tião Coivara: “onde tem fumaça … tem preá correndo com medo de virar carvão.
Na verdade, o correto é: citando o pulha que correu do escritório do crime: Perdeu, mané.
Flávio errou ao pedir doações a empresas particulares para ajudar a financiar o filme sobre Jair Bolsonaro.
Mais de 10 outras doaram também e não terão seus nomes divulgados, pois sabem que serão perseguidas, assim como a Ypê o é.
Foi feito um contrato de doação em dez/2024, assim que Mário Frias começou a viabilizar o filme. As parcelas estavam atrasadas e Flávio foi cobrar, sem saber que o Banco (e o Vorcaro) estavam encalacrados. Não teve nenhuma conversa cabulosa, além da cobrança.
Ah, Vorcaro também doou para um filme do Oliver Stone sobre o Loola e um filme do Temer.
Flávio errou? Agora é fácil falar, mas ele não era advinho.
Zema foi muito rápido no julgamento audio do Flávio e o condenou por pedir dinheiro para o filme do pai.
Só que em 22 recebeu 1 milhão de doação do pai do Vorcaro (preso hoje). REcebeu 1 mi também do Salim Mattar, que recebeu isenção fiscal millionária em sua empresa de aluguel de veículos.
Zema então tinha envolvimento com o banco Master?
Caiado já foi mais cauteloso. Disse que é limpinho, mas que para julgar o Flávio tem que dar mais tempo.
O PT, que está envolvido até o talo com o Master não se sacudiu tanto quanto a “direita isentista limpinha” da Oeste e afins.
Eu comentava aqui já em abril de 2020 quando Moro traiu Bolsonaro e saiu do governo atirando. Foi um desespero, em que depois o Moro se ferrou.
Desta vez quem vai se ferrar é o comedor de banana com casca do Zema.
No fim é bom para clarear o Flávio sobre quem é quem neste jogo.
E o “Menino bezerro de ouro”? Publicou que é melhor esperar, e blá, blá, blá.
É prova que o cidadão convive, em paz ou em guerra, no mesmo bananil enlameado. Zema, Flávio, Pinguço, Caiado. Qual será o diferente? Qual merece o nosso voto? Uma coisa é certa: “Nem todo filho do Homem faz milagre”.
Cara Tatá, o jogo está aí, a meu ver,ficar em cima do muro não é uma opção
Seu cu.
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