A PALAVRA DO EDITOR

Na condição de branco puro, ariano dos zoios azuis, de pele claríssima, filho de pais alvos e neto de avós brilhosos, hoje vou comemorar o Dia da Felicidade Branca.

Sou branco na cor e branco no procedimento.

Não peido em público e tomo banho com sabonete.

No dia de hoje, meu dia, Dia da Felicidade Branca, recomendo a todos a leitura de um livro que tenho na minha estante.

Este aqui:

É o livro intitulado “Adagiário Brasileiro”, escrito pelo cearense Leonardo Mota (1891-1948), que foi professor, advogado, promotor de justiça, jornalista e historiador.

O meu volume é de 1987, publicado pela Editora Itatiaia, de Belo Horizonte.

Fecho esta postagem com um print da página 367 desta obra.

Os tabacudos do “politicamente correto” vão adorar!

São algumas falas e ditos populares, coletados pelo autor do livro em seus minuciosos estudos, pesquisas e entrevistas com pessoas do povão.

Aqui estão apenas algumas frases saídas da boca da mundiça e coletadas por Leonardo Mota.

Tem muitas outras mais no livro.

9 pensou em “DIA DE COMEMORAÇÃO

  1. Berto!!! Ontem foi mais uma reunião magistral!!! Eu se me lasquei-me todin de tanto rir que me faltou fôlego!!! O Neto é uma figura!!! Butô pra torá, como se diz pela aí!!!
    Rapaz, eu já estava procurando alguma coisa, sobre a questão do negro neste país banânico, mas pode acreditar, que vou ver se encontro pra comprar em algum relicário, porque acho que nos sebos aí do Recife e lá em Paulo Afonso, deve ter!!! Excelente recomendação de livro.

  2. Sancho é branco, casado com uma negra, possuidor de duas filhas (uma branca e uma negra). No linguajar bolsonarístico diriam que dei duas fraquejadas.
    Os maiores e melhores amigos de infância, no Exército e nas estradas caminhoneiras da vida eram negros. Fala-se tanto em rascismo no Brasil, um país onde a maioria de pessoas de todas as cores estão irmanadas sem qualquer sombra de ódio pela cor da pele.
    Como sou chegado a checar fatos, fiz uma enquete na família de minha esposa (só negros) sobre o quanto sofreram com o racismo.
    Resposta: de 50 pesquisados apenas minha esposa relatou que em seus 50 anos de vida sofreu um ÚNICO caso onde se sentiu discriminada pela cor da pele.

    Conheço também o caso de um alemão que residiu em Campos do Jordão que não aceitou que sua branquíssima filha casassse com um negão. Hoje vivem totalmente separados.

    Conclusão sanchiana: racistas existem? Sim. Mas (benedicto mas), classificar o Brasil como país racista é exagerar em muito na dose, pois uma pessoa racista não TOLERA conviver em qualquer ambiente com alguém de outra cor, tendo que haver separação de locais para que etnias diferentes possam ocupar, cada uma, o seu quadrado.

    Estados Unidos e África do Sul, no passado, muito bem exemplificaram tal condição. Olha o Aparthaid aí, gente!!!!!!

    Viva a miscigenação!!!!!!!! Viva o Brasil!!!!!!!!

  3. Racismo só existe nas cabeças
    esgotíferas satanistas malignas desses esquerdopatas que não param de falar e evidenciar um só instante sôbre isso.
    Alegando sempre esta patifaria
    do politicamente correto.

    Calem a boca. Parem de falar à respeito. Deixem a população respeitarem-se e conviverem mutuamente em harmonia, como sempre foi.

    Vão tomar (como diz o Sikêra Júnior) no olho da jaca.

  4. Só um esclarecimento, não sei se é necessário. Em todo caso. A pós reler os comentários.
    Achei por bem, reforçar o meu “Calem a boca. Parem de falar à respeito”. Dirijo-me, evidentemente, à tudo que é comunista safado, pilantra e bandido que por aqui infestam o ambiente. Taoquei? Valeu!

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